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Não sou político, governante, magistrado, advogado, médico, dentista, engenheiro administrador, tecnólogo, dentre outras profissões, sabem quem sou? Quem forma todos os cidadãos. Sou Professor. Frase que todos os cidadãos devem internalizar na memória.

Educação de qualidade é a base para transformação do cidadão. O eleitor só deve votar a partir de 2020 em candidatos que tenham compromisso em defender a educação como investimento. Pois, não é novidade que a educação no nosso País nunca foi prioridade, por falta de vontade política. “A crise da educação no Brasil não é uma crise: é um projeto”. Darcy Ribeiro

O que não é real é o fato de apontarem o professor como o único e principal responsável por essa situação. Isso mesmo, ele é um dos profissionais que atua na escola, mas não o único. Outro fator agravante é o fato de aceitarem que educação seja “doação”. Até mesmo o professor “inconscientemente” age desse modo. Pois, quando alguém pergunta a ele o que faz, o mesmo responde: “dou aula”. Quando me refiro à valorização do professor, não faço uma cobrança unilateral, apenas ao governo. Cobro também a valorização de toda a sociedade. É preciso que ele tenha orgulho do que faz, é preciso sentir-se importante em sua tarefa, que é educar. Doa a quem Doer! Para isso, em primeiro lugar, o professor precisa parar de se sentir o coitadinho e ir à luta! Até porque quem trabalha na educação já é um “HEROI”. Vocês sabem qual é a rotina de um professor? Pois, todos deveriam conhecer a desgastante rotina de quem trabalha com educação, ainda mais no Brasil. Falar horas seguidas, trabalhar em pé e ter “jogo de cintura” para lidar com alunos deseducados, carentes de afeto, limite e de disciplina nas famílias são desafios que exigem bastante do físico e do psicológico. Às más condições de trabalho e da unidade de ensino resultam em problemas que comprometem a eficiência profissional e o aprendizado dos alunos. O número de professores que ficam doentes é assustador. O papel do Professor é de ensinar, educar é uma responsabilidade dos pais. “Não se assustem, agora, pelos menos, temos um nome chique para isso, esses sintomas fazem parte da síndrome de Burnout já que no passado, dizia-se do professor que apresentasse esses sintomas que ele estava “tan” e, que “piro o cabeção”. Melhor esclarecendo, a síndrome de Burnout caracteriza-se por uma excessiva exaustão física e emocional, começa com um sentimento de desconforto que aumenta, enquanto a vontade de lecionar diminui”. Você acha que não? Então troque de lugar com o professor apenas por um dia e sinta o resultado.

Eleitor, nada muda se você não mudar, considerando que toda decisão é política. Povo educado País desenvolvido. SEJA A MUDANÇA!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia Sociedade e Política e Especialista em Gestão de Pessoas – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Raimundo Machado
O ano era 1989, durante a visita do então candidato à Presidência da República, Afif Domingos.
Fazia a cobertura do evento para A Tarde, como integrante da Editoria de Política do jornal.
Retornamos do aeroporto e Afif demonstrou desejo de rever Irmã Dulce. Rumamos para o Hospital Santo Antônio. No trajeto, Afif e comitiva pararam na Associação Comercial e eu segui, no carro do jornal e com o fotógrafo Arlindo Félix, para o Hospital. Fomos recebidos por Irmã Dulce, a quem já conhecia e costumava cumprimentar quando nos encontrávamos pelas ruas de Salvador, ela sempre acolhendo os desvalidos e em busca de auxílio para alimentá-los e comprar medicações. Ela já tinha sido avisada da visita do candidato e se mostrava incomodada com algo. Respeitei e não a inqueri do que se tratava.
Foi quando D. Dulcinha resolveu dizer o que se passava e, emocionado, ouvi: "Irmã Dulce está com um problema meu filho e  você podia nos ajudar". De logo prontifiquei-me e me emocionei às lágrimas quando D Dulcinha narrou o problema: Afif Domingos tinha doado há meses uma vaca mecânica (máquina de extrair leite da soja) para o Hospital.
"O problema é que não encontramos técnico para montá-la e Irmã Dulce está com vergonha de pedir isso ao Dr. Afif. Você podia fazer isso, meu filho?"
Emocionado com a humildade do Anjo Bom da Bahia prometi fazé-lo.
Mas maior emoção estava por vir com a chegada do candidato e sua comitiva,à qual integrava sua esposa. Com um véu cobrindo a cabeça e em prantos, ela se dirigiu à Irmã Dulce para beijar-lhe as mãos, sendo acolhida carinhosamente e com um abraço pela freira.
Foi só emoção, cujo ápice foi quando cumpri o que prometera, traduzindo o desejo da Irmã e o seu humilde embaraço. Foram só lágrimas dos presente e a promessa de Afif em encaminhar um técnico para montar a máquina, "que.muito vai ajudar os meus doentes, conforme ela adiantou, com a voz quase inaudível de quem dispunha de 30% da capacidade pulmonar.
Narro, ainda emocionado, essa ocorrência, uma das mais belas de toda minha carreira jornalística, para fazer um pedido à todos os que lerem: pelo menos no próximo domingo, dia 13 de Outubro, dia em que o Papa vai canonizar a Santa Dulce dos Pobres, vamos olhar e acolher, através de algum tipo de ajudar um dos nossos irmãos menos favorecidos, na certeza de que assim o fazendo estamos tornando a nossa Irmã Dulce mais feliz, auxiliando-a no trabalho que continua a fazer, agora bem mais perto de DEUS e ainda sob a luz do Mestre JESUS.
Vou além: espero que esse tipo de ajuda aos nossos irmãos menos favorecidos se torne um hábito em nossas vidas, pois assim o fazendo estamos contribuindo também para a mudança, para melhor, da psicosfera do nosso belo Planeta TERRA.
 
Raimundo Machado é jornalista

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Jolivaldo Freitas

Claro que os PMs têm direito de expressar suas angústias. Fazer greve não, pois embora o exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade seja líquido e certo ao funcionalismo público, ela é vedada aos policiais civis, policiais militares e a todos que atuem diretamente na área de segurança pública. Não existe nenhum dispositivo na Constituição Federal que proíba expressamente os policiais de fazerem greve, mas o STF já decidiu pelo contrário. Faz tempo, que não podem. PM não pode e não deve parar. Como dito, expressar de alguma forma o descontentamento pode e deve. O que também não pode é fazer o que foi feito de supetão, jogar o barro na parede para ver se cola, usar o momento neurótico que o país atravessa igualmente em termos de segurança pública e tentar obter ganhos em negociações ou acelerar a solução dos entraves levando pânico para a população. Notadamente os moradores dos subúrbios. Os mais atemorizados. Os mais reféns da bandidagem.

Foi o que se viu desde a noite de terça-feira passada quando o deputado soldado Prisco assegurou e a mídia propalou que a PM tinha entrado em greve. Parecendo coisa de filme trash começaram a ser registradas ocorrência em Coutos, com a sanha de bandidos tentando invadir área de outros e logo às 19 horas uma morte registrada. Teve corre-corre em Periperi, Cajazeiras, na Calçada e durante o resto da noite e madrugada várias ocorrências como troca de tiros na liberdade, agência bancária depredada na Barros Reis, em Cosme de Farias dezenas de pessoas foram presas ao invadirem uma loja, agressões no Uruguai.

Com o anúncio diaristas deixaram de ganhar seu dinheiro, doentes não foram aos médicos, taxistas tiveram prejuízos, comerciantes baixaram as portas, familiares de motoristas de ônibus se estressaram, oficinas pararam, lojistas recuaram e a economia sofre e não se gera emprego, alunos ficaram em pânico e a vida da cidade que já não é fácil entrando num estado de alarme. Ninguém esquece a greve dos policiais ocorridas em 2001, a primeira da sua história, onde durante 13 dias seguidos a população ficou refém. Eu chefiava a reportagem de uma redação e lembro os telefones tocando sem cessar com a população pedindo ajuda. Lembro de um prédio sendo invadido por uma quadrilha perto do Parque da Cidade e que foi salvo por que uma equipe de TV teve o insight de dirigir os spots de luz na direção e os bandidos correram dando tiro nos repórteres que por sorte escaparam ilesos. Meu carro foi atacado defronte ao Cemitério do Campo Santo e escapei ao destino. Foram dias de saques, bandidos ostentando armas nas ruas interditadas. Amotinados com capuzes tomaram os quartéis.

No ano seguinte nova greve e foram registradas ordens para tocar terror, incendiar caminhões e ônibus. Passaram de 100 os registros de homicídios somente nos primeiros oito dias de greve dos policiais. A cidade voltou a sofrer de novo, agora. Se bastava um boato, imagine um deputado garantindo. O que pode ser caracterizado como falta de compromisso com a sociedade, inconsequência e barbaridade. O que se deve atentar, por outro lado, são as consequências de uma greve para a própria corporação. A paralisação, mesmo pacífica, configura violação administrativa, por abandono de serviço e descumprimento de ordens superiores. Ficam os policiais sujeitos às penas de advertência ou detenção. Quem participa incide no crime de deserção, motim ou revolta o que pode gerar a pena de demissão. Volto a dizer que militares precisam, sim, externar suas pretensões e buscar seus direitos. Mas, ainda lembro de PMs empunhando armas contra motoristas de ônibus e atirando para o alto, enquanto os bandidos corriam soltos atirando para todos os lados.

Escritor e jornalista. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

É indiscutível a importância da tecnologia para a vida, em vários aspectos. Ela é uma necessidade absoluta que responde a diversos problemas da humanidade. Viver sem tecnologias é algo que a cada dia se duvide mais. Elas estão presentes nos lares, nas escolas, no trabalho, no centro médico, no lazer, na mais simples atividade corriqueira... Em quase tudo.

O dia a dia está cheio de tecnologias que facilitam uma série de processos, isso é fato. Infelizmente, o uso inadequado e irresponsável também é fato, principalmente quando se trata da área da comunicação, onde em menos de três décadas todo o mundo passou a ter acesso ao sistema global de redes de computadores interligados, o fenômeno da internet que além de ser uma forma altamente eficaz de comunicação, processamento de dados, transmissão de informação e pesquisa se constitui em um espaço global para a socialização.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, o acesso à informação rápida não garante o conhecimento, pois este depende da compreensão e de aprendizagem de quem a utiliza. Daí o que poderia está contribuindo para a formação de bons cidadãos tem a sua importância deturpada. E como qualquer ferramenta o mau uso pode causar estragos irreparáveis.

Quando o assunto é tecnologia vem à mente em primeiro plano a telefonia móvel, celular, e o computador. Em ambos se aplica a internet; sendo que no primeiro o que predomina são as redes sociais, principalmente o whatsApp, aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones (celular) que combina recursos de computadores pessoais, com funcionalidades avançadas). Além de mensagens de texto, os usuários podem enviar ainda imagens, vídeos e documentos e até mesmo realizar ligações grátis.

Se o celular é algo extraordinário no mundo tecnológico, o whatsApp nem se fala. Esta perfeita combinação mudou a forma de ver e viver a vida de muitas pessoas que a utiliza de diversas formas. Seus benefícios são inegáveis, assim como os malefícios. Responsável pela disseminação de fake news (notícias falsas), o uso inadequado do whatsApp tem provocado uma série de situações desagradáveis, colocando inclusive em risco a vida de pessoas.
Na política, por exemplo, muitos desavisados foram vítimas de milhões de falsas notícias compartilhadas durante o último processo eleitoral.

Durante a sétima edição do evento jornalístico Festival Gabo, realizado no último dia 4, na Colômbia, o WhatsApp confirmou que terceiros utilizaram o aplicativo para disparar mensagens falsas ou verdadeiras relacionadas com as eleições presidenciais de 2018 no Brasil. Segundo os representantes do aplicativo, os grupos responsáveis pelos envios ilegais das mensagens são sensacionalistas e têm a intenção de manipular uma audiência específica. Cerca de 50 milhões de mensagens falsas eram enviados por dia.

Muitos brasileiros atiraram no que viram e acertaram no que não queriam ver.

Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

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Jolivaldo Freitas

Foi sancionada, sem que ninguém atentasse para o sofrimento que causa e vai causar para as vítimas preferenciais daqueles que ainda insistem em se manter na linha da Idade Média, em termos intelectuais e de civilidade – digamos sem nenhuma civilidade ou inteligência –, a lei que unge a vaquejada como algo de extrema importância para o país, acredite! Agora é para valer e a vaquejada, o rodeio ou a prova de laço passam a ser oficialmente manifestações culturais nacionais. Lei sancionada pelo governo e aplaudida pela insensibilidade que grassa no interior do Brasil. Convenhamos que na verdade absoluta, no mais rematado pensar não são modalidades esportivas ou culturais. São de aberrações com maus tratos levados ao paroxismo.

É de parar para pensar e quedar-se em aflição como é que seres humanos podem se divertir em fazer seres sencientes virem a sofrer por pura diversão. E se fosse num mundo distópico em que os cavalos e bois estivessem na posição inversa e colocassem os seres humanos: você, seus filhos, sua mãe, sua mulher para correr enquanto são enfiadas esporas ou derrubando numa corrida sem sentido? Estou exagerando na imaginação, mas seria um estertor coletivo. É frustrante ver isso em pleno século XXI.

A lei determina que os animais envolvidos na judiação tenham à disposição água e alimentação em local apropriado para o descanso, além de assistência médico-veterinária. Como fiscalizar um evento lá onde o vento faz a curva se nem nas grandes cidades isso acontece, pois político não quer se meter para não perder voto e polícia acha um saco cuidar do assunto? Quem vai fiscalizar é quem bate, enfie as esporas, derruba, machuca, aleija ou mata. O STF em 2016 havia proibido a vaquejada como prática esportiva e cultural lá no Ceará. Não adiantou.

Embora a causa animal seja uma unanimidade internacional e o quinto assunto mais discutido na internet falta coragem para enfrentar as grandes corporações que faturam milhões com esses eventos de pura barbárie. Arranca-se o couro dos animais com crueldade para obtenção do lucro. O sofrimento do animal banalizado. Em todo rodeio o animal fica confinado por horas e recebe estímulos, como pontapés, esporadas e choques, se estressam com o volume das músicas tocadas, com a multidão barulhenta, com os fogos de artifícios. E o povo se delicia com dor e sangue. Semana passada um touro de propriedade de um cantor sertanejo de tanto sofrer enlouqueceu e foi morto a tiros.

No Brasil os animais sofrem nessas exibições desde a chegada dos portugueses à Bahia. No século XVI já havia a tourada e corridas de animais no centro, na hoje Praça Municipal, para comemorar qualquer data importante. Notadamente as religiosas. Frustrante que um espetáculo tão medieval ainda perdure neste século em que as pessoas têm mais informações. Isso prova que não se deve esperar nada de bom dos humanos. Pior dos abéculas, os néscios, como dizem os portugueses.  O filósofo Thomas Hobbes diz que o homem é mau. É tempo de respeitar todos os seres e todas as diferenças. Não sei você. Não vou catequizar. Mudar a natureza do escorpião.

Escritor e jornalista. Email: Jolivaldo.freitas @yahoo.com.br


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