Esta foi uma política criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes.

Vejam que os métodos atuais utilizados pelos nossos governantes são os mesmos, obviamente a estrutura é que é diferenciada, até porque na Roma antiga, não existia tantos programas existencialistas como os de hoje. As duas escolas que versam sobre o tema, a católica e a ateia, ambas têm em comum apenas a adoção do pressuposto de que a existência precede a essência.

À proporção em que ocorre a distribuição de bolsa família, bolsa escola, bolsa universidade e de tantas outras bolsas, o governo praticamente determina a condição de parar de pensar do povo e o anestesia com um “bálsamo” equivocado, fazendo parar de sangrar o seu sofrimento.

Na antiga Roma, o custo desta política foi enorme, causando elevação de impostos e sufocando a economia do Império, nada diferente do que ocorre atualmente, os espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, eram promovidos nos estádios para divertir a população; nesses estádios, pão era distribuído gratuitamente. Hoje estes espetáculos ocorrem em nossas praças públicas, e são passados diariamente em nossas emissoras de televisão, tudo isto promovido por um jogo de interesses, onde o objetivo principal é “idiotizar” o cidadão, buscando apenas e tão somente destes indivíduos o que ele não percebe que tem de maior valor social, que é o seu voto.

 
Luiz Ferreira  -Soteropolitano, 51 anos, casado, Bacharel em Direito, Pós-graduado em Política e Estratégia, servidor público estadual há 26 anos. Trabalhou na iniciativa privada em várias empresas, como a saudosa Mesbla Veículos, foi Diretor do Presídio de Simões Filho/BA, atualmente labora na DRFRV – Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos.

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