Luiz Ferreira

Dizendo-se atentos aos planos de governo, os políticos de nosso país vivem em cima das especulações acerca das suas futuras gestões, e por tal motivo não fica difícil de afirmar, que em sua grande maioria, são eles apenas mercadores de ilusões. Cada Estado que compõe a nossa nação, indubitavelmente passa por sérios problemas de saúde, segurança, moradia, educação, dentre outros, notem que não existe sequer um político que possua um plano concreto de combate a estes problemas sociais, os quais já nos parecem ser uma epidemia.

O modelo atual do governo federal para “comprar” seu “freguês”, é um método antigo, oriundo da velha república, onde o controle de poder político se fazia através do abuso de autoridade, era a compra de votos ou utilização da máquina pública, ou seja, é o mesmo utilizado atualmente. Vejam a comparação: Antes havia uma troca de "favores", onde os coronéis exigiam que as pessoas votassem nos candidatos indicados por eles, hoje os políticos fazem coligações dando cargos a outros políticos em troca de votos. Antes Quem se negasse a votar, ficava sujeito à violência dos jagunços (capangas), que trabalhavam nas fazendas e eram os "homens de confiança" dos coronéis, hoje os políticos quando eleitos, perseguem e utilizam os poderes constituídos em forma de retaliação contra seus opositores.

A nossa miséria atual ainda consegue ser pior do que as que sofreram os nossos antepassados, pois havia naquela época, mais condições para o cidadão desfrutar de alimentos das fazendas, das roças, dos campos. Hoje o governo “sabiamente” monopolizou toda esta fonte de produção de alimentação em um objeto de mais ou menos oito por quatro centímetros quadrado, e o denominou de BOLSA, e dai então passou a distribuí-la com o povo. O “negócio” deu tão certo que se criou a indústria das BOLSAS: para família, educação, moradia, etc, só não teve êxito no sentido de dar vergonha e força de vontade para que o povo se levantar-separa produzir. Por enquanto...

Os políticos, ou mercadores de ilusões, como queiram, quando estão em busca da sua principal matéria prima, que é o voto do eleitor, não conseguem observar a discrepância do que falam, pois é totalmente diferente de quando agem, principalmente depois de conseguirem galgar o poder. Estes programas assistencialistas que o Governo criou dizendo a princípio que teriam um cunho social, sobretudo no combate a miséria e a pobreza, vejam que não passa de uma moeda de troca visando um acordo informal no sentido de classe dominante (perpetuar-se no poder), e dominada (viver no ócio sem trabalhar).

O nosso país, na realidade, é um celeiro de oportunistas que induzem a grande massa a pensar baseado no sistema da “idiotização” coletiva. Oferecemuma subcultura extensiva, e uma educação anacéfala, e isto certamente são ingredientes que garantem aos nossos “colonizadores” contemporâneos, os tais mercadores de ilusões, uma farta colheita neste frutuoso cio da terra Brasil.

 

Cabe a cada um de nós buscarmos os acesos para sairmos deste coma coletivo, e modificar o quadro fisiológico criado pelos mercadores de ilusões, que, já como não bastasse, nos empurra para um abismo de incertezas quanto a preservação da nossa própria existência.

 

Luiz Ferreira Bacharel em Direito, Pós Graduado em Política e Estratégia.E-mail:    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Skype - lcfs_ferreirauniaoejustica.webnode.com.br


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