Prof. Osvaldo Bastos

Os ataques que a nossa República vem sofrendo não diz respeito apenas às hordas jurídicas ou dos cientistas políticos e sim, a todo e qualquer brasileiro: àquele que a Constituição cidadã se refere como “qualquer do povo”.

As perseguições ao ministro Joaquim Barbosa foram acompanhadas do silêncio costumeiro dos movimentos sociais e suas respectivas ONGs e Fundações, quando não acompanham o interesse dos seus financiadores. Agora, quando um só homem põe ordem na desordem programada e impõe disciplina onde já não havia nada, o refrão do autoritarismo aparece por parte daqueles que não conseguem conceber, antes de tudo, o significado da palavra respeito.

Não há como saber de democracia ou até, se quiser, cidadania, sem conhecer o respeito à autodisciplina. Num mundo vazio, no qual o culpado é sempre o outro, não há nada mais para esperar do que a esperança da vingança camuflada do “ter direitos”.

Nesse contexto, acesso e vingança se confundem. E, na falta de conhecimento doutrinário sobre o que está acontecendo e implantado como o modelo da Nova Ordem, tudo se torna sociológico e ninguém responde pelo que diz, faz e ensina.

Porém, quando os resultados das palavras aparecem, aí tudo incomoda. Quando em nome da defesa tudo foi dito e aceito, inclusive honorários pagos com dinheiro criminoso, ninguém falou em repressão.

Como viveria o mundo se não fosse o dinheiro do crime? Países inteiros, capitalistas e comunistas, economias inteiras sucumbiriam à ruína sem o crime. Por isso, cautela no discurso da ética, pois, é exatamente nele o comprometimento com o que não pode ser cumprido. Não neste mundo.

O problema do corajoso Joaquim foi acreditar que talvez, a agenda das Fundações e Ong’s, coordenadas no PNDH – 3, implantadas pelo PT e seus partidos terceirizados, resolveriam o problema das cotas que ele defendia e defendeu com veemência no Plenário do Supremo.

Agora que já não serve como “garoto propaganda” do PT, dos partidos terceirizados com fachada de dissidência e das ONGs estrangeiras, Longa manus nacionais das corporações multinacionais e bancos, Joaquim é o pior dos traidores. Para os brasileiros, inclusive a sua “nova elite diplomada”, apesar do diploma não conhecem o país e o mundo no qual vivem, vale um bônus para quem tiver diploma e decifrar o que significam as perseguições à Joaquim. Quem aceita o desafio?  


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