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O problema do Brasil não é econômico, é social. No cooperativismo não existe crise. Temos uma porta aberta para todas as classes sociais, uma organização e participação democrática com objetivos comuns na geração de trabalho, renda e a elevação da auto-estima dos seus cooperados. Cooperativismo nasceu para todos. Cooperativismo é uma doutrina, um sistema, um movimento ou simplesmente uma ação ou disposição que considera as cooperativas como forma ideal de organização das atividades sócio-econômicas da humanidade. Cooperativa é uma sociedade de pessoas com interesses comuns, organizadas economicamente e de forma democrática com a participação livre de todos os que têm idênticas necessidades e interesses, com igualdade de deveres e direitos para execução de quaisquer atividades, operações ou serviços garantidos e amparados no artigo 5º da Lei Federal 5.764/71, “Define a Política Nacional de Cooperativismo, institui o regime jurídico das sociedades cooperativas e dá outras providências”, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da Republica Federativa do Brasil. É muito importante ressaltar que o cooperativismo nasceu com a cooperação humana. Foi pela cooperação que os seres humanos conseguiram enfrentar animais ferozes, proteger-se das adversidades do clima e resolveu problemas com a fome e as doenças. Há registro de experiências fantásticas de cooperação em muitas civilizações através do sistema cooperativo. O Cooperativismo surgiu como forma de organização social para a solução de problemas econômicos. O Cooperativismo nasceu na época do comunismo e do sindicalismo, que tinham objetivos semelhantes, mas propostas distintas. O comunismo propunha a estabilização dos meios de produção para aniquilar o sistema capitalista. O sindicalismo incentivava a organização dos trabalhadores em defesa dos seus interesses diante das empresas capitalistas. Verifica-se que na historia de dois séculos de experiências, consta-se o fracasso do comunismo, o enfraquecimento do sindicalismo e o fortalecimento do cooperativismo, já implementado em todos os países e em todos os setores da economia. É bom lembrar que a ética, o profissionalismo, a gestão, a qualidade e o comprometimento são os alicerces para o sucesso do empreendimento coletivo. O Cooperativismo tem excelentes perspectivas de sucesso, na medida em que as pessoas envolvidas no empreendimento coletivo coloquem como bandeira a ética, tanto nos seus comportamentos e atitudes internos, como no tratamento com a sociedade em geral. O Cooperativismo baseia-se em valores, a ajuda mutua responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. [Dentro dos princípios doutrinários dos pioneiros tecelões de Rochdale-Inglaterra. O Cooperativismo acredita e investe em honestidade, transparência, responsabilidade social e preservação da natureza para o desenvolvimento humano sustentável. O Cooperativismo nasceu para todos pela existência de princípios cooperativos que são normas e regras para a aplicação do verdadeiro exercício do cooperativismo. São sete princípios: “1º Adesão Voluntaria e livre – 2º - Gestão Democrática – 3º - Participação Econômica – 4º Autonomia e Independência – 5º - Educação, Formação e Informação – 6º - Intercooperação entre as Cooperativas – 7º - Interesse pela Comunidade”.
Considerando que toda decisão é política, proponho ao Presidente Jair Bolsonaro e aos Congressistas apoiarem o Cooperativismo de acordo o que estabelece a Constituição Federal artigo 174 § 2º “A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo”. para inserir no mercado de trabalho os 14 milhões de cidadãos desempregados no País. Senhor Presidente e Congressistas com esta medida resgatarão a auto-estima e a dignidade de pais e mães de famílias. Lembrando ainda, que o Cooperativismo contribuirá também para aumentá-lo a arrecadação de tributos para municípios, estado e união.
COOPERATIVISMO. VOCÊ PARTICIPA. TODOS CRESCEM. COOPERA TAMBÉM GOVERNANTES E POLITICOS, DE MÃOS DADAS, TODOS FAREMOS O PAÍS CRESCER MUITO MAIS.


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas e em Cooperativismo, Membro Fundador da FECOOP/SULENE- Federação das Organizações das Cooperativas do Nordeste, CNCOOP- Confederação Nacional das Cooperativas e Ex-Superintendente do SESCOOP- Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia e Ex- Superintendente da OCEB - Organização das Cooperativas do Estado da Bahia – www.aldericosena.com

Ao afirmar que tudo na vida passa se joga fora não somente a importância do passado, mas a experiência de viver o presente e o de contemplar e desejar o futuro. Na verdade o momento em si é passageiro e não seria este motivo que o faria tornar-se não necessário. Assim como as boas e más experiências, o aprendizado está interligado nas fases vencidas; sendo este o responsável para a definição da índole.

A viagem tem partida e chegada e não início e fim. As partidas e as chegadas são infinitas, enquanto o início e o fim são finitos. Ao partir em busca dos objetivos em comunhão com o que se espera de um verdadeiro vencedor as linhas de chegadas serão sempre motivos para se comemorar; já iniciar apenas para agradar a si próprio ou a um ‘seleto grupo’, o fim se dará como certo.

Partida não é sinal de despedida e a chegada está longe de ser o final.

É preciso sabedoria para vencer, sempre, as agruras e os desafios que a vida e os viventes venham a oferecer. O bom não é aquele que trata bem, mas o que reconhece todos como semelhantes. As boas ações são reconhecidas como atitudes humanas e não como obrigações. Desejar ou contribuir para o bem é um feitio dos que priorizam o caráter e a verdade acima de tudo.

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer (1788-1860), no livro ‘A arte de ter razão', uma argumentação sobre como vencer um debate sem ter razão, trata da dialética erística, técnica argumentativa utilizada para vencer um debate a qualquer custo, ou seja, para que o fim seja alcançado a ética fica de lado e a desonestidade intelectual é utilizada sem pudor.

O filósofo desmascara o que considera de artimanhas os esquemas da argumentação maliciosa e falsa dos sofistas, sábios que atuavam como professores ambulantes de filosofia, ensinando, a um preço estipulado, a arte da política, garantindo o sucesso dos jovens na vida política. Os sofistas não acreditavam na verdade absoluta, para eles o importante era conseguir convencer os outros de suas ideias, mesmo estas não sendo verdadeiras. Eram chamados de ‘trapaceiros da Antiguidade’.

Schopenhauer vaticinou o atual momento vivido no Brasil. Sua dialética expressa exatamente o que os chamados ‘falsos profetas’ e ‘paladinos da moralidade’ (sofistas) estão construindo para desestabilizar o país política e economicamente.

Ao contrário dos antigos mercadores, que elogiavam os produtos que vendiam mesmo sem saberem se eram bons ou não, o Brasil de 2019, desnorteado, não consegue discernir o certo do errado e “se vende” mesmo sabendo da qualidade de suas ‘mercadorias'. O país se comporta como uma ‘barata tonta’, e sem partida não tem a certeza da chegada.

Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

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Algumas pessoas ficam ‘cegas’ a julgar apenas pela aparência, pela maneira que se apresenta ou é apresentado um semelhante. A função que exerce, a condição financeira e até o sobrenome (descendência) do julgado não têm sido, e nunca serão, parâmetros para identificar um ‘171’ (aquele que engana para conseguir benefícios próprios). O bandido nem sempre é reconhecido em um primeiro momento, pois muitas vezes as aparências enganam.

A honestidade de alguém não está relacionada a estereótipos do tipo ‘padrão televisivo’ e sim ao seu caráter. Assusta saber que a farsa nunca esteve tão presente e o pior, profissionalizada e em todos os setores da sociedade.

A verdade tem perdido espaço para a mentira e a cólera desenfreadas, patrocinadas propositalmente para criar um ambiente generalizado de hostilidade; mesmo afalsidade com o objetivo de obter vantagens para satisfazer interesses ou sentimentos pessoais e causar danos a outrem sendo crime, independente da posição social de que a comete.

O ‘feérico’ (mundo da fantasia, mágico, deslumbrante e fantástico), se tornou uma realidade perigosa, uma incógnita. Fazendo analogia do momento de turbulência vivido no Brasil atual e uma telessérie: a espera pelas cenas dos próximos capítulos é angustiante, pois o enredo apresentado até o momento remete às catástrofes antes do fim, já que se sabe que os bons mocinhos são na verdade bandidos ‘empoderados’ pelo artista principal.

Tudo que é vaticinado a partir do que é apresentado com certa antecedência inevitavelmente acontecerá. O ódio, a perseguição, a incapacidade, a mentira e até mesmo os espetáculos dignos de apresentações de personagens circenses caracterizam governos que pregam a democracia e a moralidade para uma plateia que segura a vaia para valorizar o ingresso comprado. E com vergonha de criticar o espetáculo tão aguardado espectadores ignoram a realidade deparada e criticam apresentações prestigiadas e vivenciadas por uma maioria no passado.

Acreditar que ‘uma mentira contada diversas vezes se torna realidade’ no momento onde o acesso à informação e a tecnologia predominam através das mais diversas plataformas de comunicação é subestimar a capacidade dos que procuram a verdade. Sustentar mentiras e coincidências escusas repetidamente é uma pratica meliante que em algum momento será desmascarada por quem de direito.

Forte é o povo!

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

Não sou muito afeito às coisas da internet, e tenho de interagir diariamente por força da profissão, mas tenho de reconhecer que hoje o melhor do humor está justamente naquilo que as mídias sociais vêm gerando. Como agora no caso em que um dos aviões presidenciais carregava uma inusitada bagagem de cocaína. Foram tantas piadas interessantes que decidi fazer uma pequena relação, com algumas delas, lembrando, antes de mais nada, que aviões militares sempre foram usados para traficar, isso desde que Santos Dumont ou os irmãos Wright inventaram de voar com um objeto mais pesado que o ar.

Uma das piadas mais interessante é aquela que garante que com o flagra no avião reserva presidencial estava sendo descoberta a origem da expressão “Avião de carreira”. Outra diz que não era cocaína. O pó eram os restos mortais do governo Bolsonaro. Mais uma observa que alguém deve ter entocado um quilo da cocaína, pois ninguém compra exatos 39 quilos de alguma coisa. E outra piada garante que o pó é de Queiróz, assessor e amigo dos Bolsonaros.

Alguém fez uma conta e descobriu que com o dinheiro arrecadado na venda de tanta cocaína no mercado externo, daria para comprar sete tríplex como o de Lula no Guarujá. Um engraçadinho respondeu que dava para adquirir quase 58 milhões de garrafas de Caninha 51 no mercadinho da esquina. E por último alguém disse que o pó era de Bolsonaro, pois só assim para justificar ele ser tão doidão e sem noção.

Convenhamos que Bolsonaro tem feito mais estrago em um governo com meros seis meses de atuação do que fez Dom Pedro I em todo seu caminho de juventude extraviada, descabida e cheia de paroxismo. Não é possível que tudo aconteça com este homem e com sua família. Pessoal que anda em péssima companhia e que por isso dá margem para que seus inimigos políticos – que não são poucos – façam chacotas, gozações e no frigir dos ovos ameacem até com um impeachment.

As coisas acontecem com tanta sofreguidão de encontro aos Bolsonaros que não tem Paulo Guedes ou general Mourão que com toda simpatia que vêm angariando perante a opinião pública e à imprensa, consigam consertar. Veja que o Ibope acaba de dizer em pesquisa: que se somando os 32 por cento daqueles que acham seu governo ruim e 32 por cento de quem acha péssimo dá um total de 64 por cento de brasileiros que acham que Bolsonaro não diz para que veio. Ocorre que ele mesmo já disse, num momento de tocante clarividência e eloquente desabafo que não nasceu para ser presidente. Foi uma aventura que deu certo. Uma viagem. Cheia de larica.

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A desestruturação familiar e educacional tem levado o ser humano, em especial o jovem a comportamento extremo que faz necessário um novo modelo de educação familiar e escolar. A educação esta deseducada em casa, na escola e também com o estimulo do maior poder de formação a mídia, através das novelas que constrói e destrói muito mais com ensinamentos extremos e inadequados em horários que pais, filhos e netos estão juntos assistindo cenas e ações absurdas que não deixam de estimular a juventude para atos prejudiciais a sociedade. Para avaliar como esta a educação no Brasil, é só pedir a um aluno que concluiu qualquer curso em faculdade uma redação para entender por que o brasileiro escreve tão mal e estão despreparados educacionalmente. Uma boa comprovação são os resultados nos exames da OAB, Conselhos de Medicina, dentre outros cursos e também nos concursos pelos Estados da Federação.

Resgatar a dignidade do ser humano é um dever cívico da família, é também refletir o passado, procurar viver melhor o presente pensando no futuro das gerações que virão.

É vergonhoso como o desrespeito já começa em casa e reflete na escola. As crianças não respeitam mais professores não por culpa deles, mas sim, por culpa de muitos pais e governante que não priorizam a educação como base do desenvolvimento humano. Tudo começa em casa e cadê a liderança e o comando dos pais para impor disciplina, limite, responsabilidade e ética humana para respeitar e ser solidário com o próximo?

A postura individualista, antiética e despolitizada do ser humano em pleno Século XXI tem contribuído para o crescimento da violência contra o meio ambiente e o ser humano. Exemplo claro é a violência cada vez mais crescente com pais, professores, mulheres e pessoas idosas como a que ocorreu por duas vezes no: “Asilo São Lazaro é alvo de ataque de criminosos”. Só poderemos formar bons cidadãos, ensinando as crianças desde as primeiras letras a serem cidadãos com educação em tempo integral nas escolas com o suporte do Professor, Assistente Social, Psicólogo e segurança da reserva da policia militar e das forças armadas, devidamente treinadas, capacitadas e qualificadas para exercerem suas atividades com qualidade para o bom ensino das crianças. Pais educam e o Professor ensina. Povo educado país desenvolvido. Senhores Prefeitos, Governadores e Presidente da Republica Federativa do Brasil quando educação será colocada como investimento para construir um Brasil melhor para todos? Quem cria e descria qualquer ação positiva ou negativa é o ser humano. Vamos todos procurar ser mais, em vez de querer ter sempre mais, em detrimento ao próximo, priorizando a educação em casa e na escola como base para um País digno de se viver com paz e felicidade. Querer é poder!

“Agente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem” Oscar Niemeyer.

Alderico Sena – Bacharel em Teologia Sociedade e Política e Especialista em Gestão de Pessoas e ex- Coordenador Técnico do IAT- Instituto Anísio Teixeira – www.aldericosena.com



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