Ufa! findou-se o festejo momesco; acabou a grande festa da cidade grande, o maior folguedo de rua do planeta Terra, segundo o Guines Book, livro dos recordes. Que título impressionante! Tão espantoso quanto as imagens capturadas e produzidas que se espraiarão pelo mundo. Milhões verão milhares sorrindo, pulando, dançando, abraçando-se umas às outras, cantando letras de um enredo indefinível, numa espécie de catarse coletiva. Corpos semi-nus, nus, muito brilho, muito som, muito tudo em seis, sete, oito dias, não sei, de um frenesi louco que será inesquecível para tantos. Essas imagens impressionantes serão vendidas para o mundo inteiro, muito bem produzidas e editadas, para que nada de negativo seja visto. Ano que vem, provavelmente, muitos outros turistas se somarão aos “felizes foliões” da gigantesca festa. As estatísticas mostram que este ano a violência diminuiu, não houve ocorrência de óbitos, e que tudo correu às mil maravilhas. ‘Lá fora’ ninguém vai saber da montanha de lixo nas ruas, urina e dejeção alvina aos montes nas calçadas, gente comendo igual bicho e dormindo nas vias sobre os próprios vômitos, como cães; ninguém mais saberá dos que morreram ao voltar para casa depois da farra, nem da pancadaria animalesca nos circuitos da bandalheira, nem dos muitos golpes, roubos e assaltos, muito menos dos incalculáveis casos de abusos e futuros abortos clandestinos como fruto de uma Sodoma efervescente, depravação total, ebulição de corpos jovens, cada vez mais jovens se entregando à luxúria, numa Babilônia em que ninguém é de ninguém, inclusive de si mesmos; o próprio trono de satanás erguido entre nós. No dia seguinte ao “término” da festa, nos noticiários do meio dia, vi e ouvi gente chorando e lamentando o fim de algo tão tremendo. Um disse assim: “faltam apenas 364 dias para o próximo carnaval...”; outra pessoa, em lágrimas, disse: “E agora, o que vou fazer da minha vida sem essa energia que experimentei nesses dias?”; outro, ainda, afirmou: “É... Amanhã vou voltar à realidade... Fazer o que, né?”. Que realidade? E por que é tão ruim voltar ao cotidiano e ao trabalho, se estes são condição estrutural da existência e uma bênção? (Se não, pergunte a um desempregado). Meditando sobre essas questões, formulei: Qual o futuro de um povo que, em uma semana de trabalho, não vê a hora de chegar sexta feira, e lamenta acordar cedo na segunda? E que vibra como por um golaço, ao ver no calendário mais um feriado prolongado, e que quanto mais dias de folga, melhor? A cultura do menor esforço, e do jeitinho brasileiro para tudo, não me parece a mais nobre das filosofias, e está longe e descartada da agenda das nações mais prósperas, educadas e justas. Por aqui funciona assim: Inicia-se o ano de olho no Carnaval. Ao fim deste, que venham outros feriados, e que caiam em dias que se estiquem em folgas maiores, até que chegue logo a Semana Santa. Tão logo o estoque de chocolates nas lojas é esvaziado, arruma-se tudo para os festejos juninos. Meio ano foi embora num piscar de olhos. Tudo o mais se voltará para o lazer no semestre que se inicia, olhando firmemente para O Natal e o Ano novo, e o ciclo reinicia. Por isso acho que, realmente, a palavra que pode traduzir a vida e a motivação do povo brasileiro é: Um Carnaval. Um Carnaval de sandices. Febre de um povo que não sabe que é rico, ou que, sabendo disso, desperdiça essa riqueza toda em um bar...

Itamar Bezerra

Teólogo, escritor e poeta

Um ditado preconceituoso diz que o ‘ano novo no Brasil só começa após o carnaval’. Longe de corroborar com a xenofobia e outras intolerâncias, pela forma que se iniciou o ano de 2019, a torcida para que de fato isso fosse verdade era maior que a ‘Nação Rubro Negra’. Sem paradoxos, o que se esperava realmente era que o país saísse da fase negativa que vive desde o início do ano, principalmente na esfera política, ambiental e policial, o que infelizmente não aconteceu.

Como não bastassem os desastres naturais, causados por tempestades, outros eventos que poderiam ser evitados têm acontecido com freqüência no país onde o capital sobrepõe a vida. A ganância, a vaidade e a violência humana, desenfreadas, são as principais causas da sensação de impotência do brasileiro que assiste atônito a todos os acontecimentos sem saber o que vai acontecer, mesmo sendo a principal peça do enredo.

É evidente que o que começa mal terminará de forma igual. Não existem relatos de que o bem atraiu o mau. Boas inspirações servem como lições a serem seguidas, assim como os bons exemplos, para tanto é necessário que exista não somente a vontade, mas também o desejo aliados ao sentimento da compaixão. O ruim é ruim para todo mundo, sem exceção de cor, raça, gênero ou situação financeira.

Nas relações humanas é facilmente perceptível que ‘tudo que se fala ou age de ma fé com alguém volta para si’, assim como é saber que ‘a pessoa pelo seu próprio pronunciamento revela as suas reais intenções’; talvez isso justifique ocorrências negativas contra determinados sujeitos. A Lei do Retorno basicamente gira em torno do velho ditado “o que você dá é o que você recebe”. Ou seja, aquilo o que fazemos, seja bom ou mau, sempre será devolvido à nós de alguma maneira. Tudo o que vai, volta, e o mundo dá muitas voltas.

Que as vidas perdidas em Brumadinho (MG), em Suzano (SP), no Ninho do Urubu (RJ) e em outras tantas localidades do Brasil sirvam como reflexão para a necessidade de cuidar, de verdade, das pessoas, através de uma rede social que valorize a vida.

 

Deixa eu dizer que te amo

Deixa eu pensar em você

Isso me acalma, me acolhe a alma

Isso me ajuda a viver  - Amor I Love You  - Marisa Monte

 

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

Céu de azul, a-gosto, pontilhado de retângulos multicores que bailavam frenéticos.

     No azul do céu, ventos sopravam raríssimas mechas finas de algodão, fluidos carneirinhos em nuvens brancas.

    Sol inebriante nos olhos que espreitavam a luz e esfolava a tez.

    Rebolavam arraias, telas voadoras, gravuras de geometrias planas, pássaros cativos em linhas “*Trinta Coração” ou carrinhos “*Vinte e quatro”.

    Éramos todos moleques a brincar como se não existisse futuro. Alguns frequentavam a escola, contrariados, vez que os pensamentos vagavam nas brincadeiras próprias de cada estação do ano. Sempre era tempo para a pelada de rua, a que a baianidade chamava de baba. Mas em agosto, implorávamos para São Lourenço soprar bons ventos a fim, de que pudéssemos empinar as nossas arraias.        

    Erámos meninos sem cor, sem melindres, por vezes cruéis em suas brincadeiras e, cada um a sua maneira, se considerava bam-bam-bam em alguma arte. No tempo das arraias, todos se julgavam mestres no jogo, com mãos hábeis, seduziam ou perseguiam as companheiras em batalhas fatais, como se estivessem, no corpo a corpo, em contendas reais.

     Ah! Aquelas pegadas, com carretilhas e “*aús”, de cortadas de boca de chave, de cortadas-de-mão, de cabelo e barba, de cortou-pegou, de cantorias e jargões: - Lá vai ela!...; - Meu tempero é de limão, corto linha e cordão!...

     Ah! Os temperos, fórmulas secretas, de vidros moídos, de cola arábica -, velha cola de carpinteiro – sacudidas com água e álcool nos cascos da Gasosa de Limão (da extinta fábrica de refrigerantes Fratelli Vita, genuinamente baiana) ou Laranja Turva (da também baiana Indústria de Refrigerantes La Superiora).

     Arraias de primor, de chaves de três, de chaves de quatro e de cinco também.

     As rabadas de algodão que se espichavam; cresciam como elásticos.

     Os periquitos com rabadas de barbante e os cachés-lebreques (as arraias de pobre), confeccionados estes, com as taliscas das palmas dos coqueiros enfiadas com papéis de cadernos ou folhas de jornal.

     Os meninos com os seus barandões e as duas-marias; as telhas quebradas e os carreirões. Não era sempre que se encontrava uma casca de banana ou de manga para se amarrar na ponta da linha evitando assim, as quebranças das telhas dos vizinhos. Na falta, ia pedra de fogo mesmo.

     As estripulias desajuizadas em fios elétricos de “onze mil”. Sempre existia em meio à turma um ou outro fedelho impetuoso, destemido. Todos, porém, meninos de família, moleques de rua como outros quaisquer, de canelas secas, pés de lancha; fubentos de correrem em chão de terra, dando-se conta apenas de que brincar era a coisa mais séria do mundo. Crescemos assim, sem nos darmos conta de que a vida nos conduzia a diferentes destinos. Com o passar do tempo, nos dispersamos pelos mais variados caminhos, carregando, adormecidas, no corre-corre da vida, as lembranças do tempo de criança.

     Certo dia, parado no sinal cortou o para-brisa de canto a canto, cambaleante, um velho camarada de pegadas e “pintanças”. Nas mãos, a cola de carpinteiro deu lugar a de sapateiro, volátil e inebriante. De carro em carro, lá vinha ele a estender a mão na tentativa de angariar os réis para as malditas pedras que não mais eram as de fogo para a confecção dos barandões ou duas-marias.

     A janela do automóvel tornou-se então, moldura metálica, quadro remissivo da vida em fundo de céu azul.

     Não parecia figura humana! Comecei a pensar no sentido que ele havia concedido ao seu destino.

     Dentre os velhos amigos de infância, grandes mestres das batalhas travadas no ar, quantos, no afã das conquistas fáceis se embaraçaram em outras linhas perdendo assim, a infância em homens feitos? Quantas oportunidades lhes deram e o que delas haviam feito?

     Desprezível aquele ser de sorte degredada. Os conflitos que vivera, não imagino! Tampouco faço ideia das agruras sociais e existenciais que lhes perseguiram para conduzi-lo a tal sorte.

     Na sinaleira corriam os meninos por entre os carros. Por entre os carros passou o velho menino, carregando os seus dramas e os seus fardos, talvez também as mesmas minhas lembranças.

     Nos carros partiram indiferentes, os viajantes. Talvez, a meu exemplo, estivessem também apressados, na falsa crença de que seria possível fugir das suas consciências, deixando para trás as culpas e os remorsos pela ausência de solidariedade.

     Até hoje, continuo a ver, pelo retrovisor, a imagem daquele velho menino, meu camarada de infância, a caminhar por entre os automóveis, como as arraias cortadas, rodopiando trôpegas ao sabor dos ventos, tal e qual a maioria dos meninos de destino incerto, que sobrevivem nas sinaleiras.

     Ah! Se pudesse recuar o tempo, traria de volta o mês do vento e nele congelaria o que na memória guardo, de tudo o quanto ainda hoje me faz feliz.

*1  Carretéis de linha, fabricados em madeira de pinho, com numerações especificas para cada tipo de costura e, no passado, muito utilizado pelos meninos, para empinar arraias.

      *2  Dava-se nome de “aús” aos movimentos em que as arraias, obedientes aos comandos dos empinadores,

       descreviam no espaço as formas das letras “A” e “U”, sequencialmente.

      Jair Araújo - escritor

Membro Correspondente da ALACIB - Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil, Mariana/MG.

Membro efetivo da SBPA - Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas.

 

Jolivaldo Freitas

Tem gente que atrai e gosta de andar em má companhia, e não se sabe se é por destino ou causa, sendo o que acontece com a família do presidente Jair Bolsonaro e com o próprio. Então fica a dúvida se as pessoas que andam com quem não devem não seriam também más companhias, mas nem é bom ficar matutando sobre o assunto. Mas, por menos que queiramos juntar as pontas da linha, fica uma sensação ruim, como se uma névoa pairasse sobre a cabeça de quem se dispõe a estar na roda viva.

Veja que, enquanto era um deputado do baixo clero na Câmara dos Deputados, em Brasília, ninguém procurou esmiuçar a vida de Bolsonaro e dos seus filhos Zeros. Estava quieto no seu canto, falando umas besteiras de vez em quando, procurando querelas com os colegas, dizendo umas bobagens para as mulheres, para as deputadas, para o diabo, ninguém estava dando trela. No momento em que se arvorou a ser presidente ele entrou na ribalta.

E, como até agora não mostrou postura de estadista (o Brasil tem sido vitimado por falta eterna de estadistas), sua vida tem sido devassada. Como tem se comportado como um presidente de baixo clero na ordem mundial, sua vida vira um circo de horrores e daí qualquer ato falho é localizado é amplificado, pois é da natureza dos poderosos viraram saco de pancadas numa democracia, ou virarem porrete dando pancadas numa ditadura qualquer.

Mas, o problema é que em menos de três meses de governo a família Bolsonaro, como um para-raios tem recebido péssimas descargas. Tudo que é de ruim gravita em torno dos Bolsonaros – o que tem gerado insatisfação entre os bolsominions e alegria entre a claudicante e envergonhada ou desavergonhada esquerda. Se tem laranjal lá está um filho de Jair Bolsonaro metido em suas raízes. Se tem malfeito com servidor público do Rio de Janeiro, olha lá um filhote de Bolsonaro no meio. Alguém cita problemas com milícias, aparecem Bolsonaros.

E, quando ninguém esperava porque nunca havia sido feito uma ligação; sequer usado uma fértil imaginação, a polícia prende os suspeitos de terem matado a vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro, e do nada os agentes tinham acabado de prender um deles justamente no mesmo condomínio onde mora Jair Bolsonaro. Quando vi as imagens no Jornal Nacional eu levei um susto, pois pensei que os editores da Globo tinham errado naquilo que se chama tecnicamente em matéria de televisão, imagem cobrindo a locução. Disse: “Vixe! Erraram e colocaram a casa de Bolsonaro. Agora é que ele vai mandar o Exército invadir a Rede Globo”.

No entanto não era. Tratava-se mesmo de endereço igual. O mesmo endereço. Eram vizinhos. E de repente começam a pipocar nos sites e redes sociais fotos de Bolsonaro abraçado e um dos suspeitos e o mais insuspeitado: um dos filhos complicados do presidente foi namorado da filha de um dos implicados na morte da vereadora.

Olha que eu já vi gente atrair coisa ruim como se fosse ímã em metalúrgica. Mas, como os Bolsonaros nunca vi. Então fica a pergunta que não quer calar: Se alguém anda em companhia ruim o faz por acaso ou por vocação? Pior é que teremos de conviver com isso, pois os Bolsonaros quando ainda não estavam no pleno poder se misturaram de forma insana com o que não presta. Pode apostar que mais, muito mais, vai surgindo. Mas, assim como Lula fez e o PT ainda faz, a culpa sempre será da imprensa que cava, descobre e publica para que a sociedade saiba onde está pisando. Por isso que nenhum deles gosta da imprensa. Preferem que tudo fique no armário.

Escritor e jornalista: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Quando o eleitor brasileiro irá aprender a votar no SER (caráter) e não no TER do dinheiro dos candidatos corruptos e dos que financiam campanhas para transformar as coisas no Brasil? Só poderemos construir um Brasil melhor para todos com consciência política e o exercício de cidadania com responsabilidade, visando o bem-estar da sociedade e o crescimento do País.É hora de ação e não de omissão!

A palavra "laranja", sozinha, pode ser empregada para definir alguém que assume uma função ou responsabilidade no papel, mas não na prática. Na prática, ela está cedendo seu nome para uso de outra pessoa.

Candidato "laranja" é o candidato de fachada. Aquele que entra na eleição sem a intenção de concorrer de fato, entra para fazer o jogo e com objetivos de corrupção do dinheiro público. O "laranja" empresta o nome para sair como candidato, mas na verdade faz parte de um esquema com ladroagem e o eleitor que vota é o corresponsável por tudo que ocorre de retrocesso e corrupção no Brasil. CARÁTER NÃO TEM PREÇO.

Sonho não realizado

Sonho não realizado. Fracassei três vezes quando tentei ser político com recursos próprios, em 1988 para ajudar Virgildásio Senna na disputa a Prefeito fui candidato a Vereador com o Slogan: VOTE NO SER E NÃO NO TER; em 1990, deputado estadual Slogan: É HORA DE AÇÃO E NÃO DE OMISSÃO e em 2016, depois de 26 anos afastado da política, aceitei ser candidato a Vereador, atendendo pedido do Presidente do PDTcom o Slogan: SEJA A MUDANÇA, visando defender um  Hospital especifico do idoso, Educação em tempo integral, Valorização do Professor e servir a Sociedade, a Cidade do Salvador e o Estado da Bahia, conforme gravação na mídia e minha prestação de contas para o TRE – Tribunal Regional Eleitoral, onde poderá ser consultada pelo site: www.tre-ba.jus.br/

Tentei contribuir também com a minha experiência profissional e legislativa como Ex-Assessor Parlamentar do Deputado Estadual Zezito Pena, homem integro e honesto e também como Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte de 1989 no Poder Legislativo da Bahia para defender as causas sociais do aposentado, mulher, jovens, criança e dos trabalhadores com autonomia e independência política, não consegui.

O Brasil é um País em crise. Crise moral e política. O Brasil está vivendo, no momento, e mais que nunca, uma crise de liderança e isso em diversos ramos de atividade, em todas as esferas federativas e na área de todos os Poderes. O descredito da sociedade para com os Poderes constituídos e o péssimo perfil dos políticos brasileiro, tem muito a ver com a falta de educação e a despolitização do eleitorado, conforme pode comprovar com o índice de abstenção que atingiu 20,3%, nas eleições de 2018. Foram 30 milhões de eleitores que não compareceram às urnas segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. A omissão da abstenção do voto só fez contribuir para a vitória do Presidente eleito, onde tivemos bons candidatos a Presidente com propostas concretas para os Novos Rumos do Brasil.

A escola não ensina, a igreja não catequiza, os partidos não politizam. O que fabricamos é um sistema político ultrapassado, arcaico e corrupto, impondo padrões de consumo e ignorância política para cidadania. “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”. Bertolt Brecht.

Eleitores 2020 e 2022 teremos eleições. O momento é de reflexão e de mudança de atitude eleitor. Só poderemos construir um Brasil melhor para as gerações que virão com consciência política e o exercício de cidadania. Quem não gosta de política é governado por quem gosta.  Eleitor, quem perdeu a eleição não foram os bons políticos, quem perdeu bons representantes políticos, “LIVRES E DE BONS COSTUMES”, foi a sociedade, a Cidade do Salvador, a Bahia e o Brasil.Parem e Pensem e Vote Consciente, lembrando que nem todos os políticos são iguais. “Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu”. Escreveu o Mestre: Darcy Ribeiro Antropólogo, Professor, Escritor e Político.

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.www.aldericosena.com


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