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Todo ser humano é um ser político. Assim, a política está presente em todos os lugares e em tudo o que fazemos: nas formas de poder, nas decisões e nos conflitos. Além do mais, o modo como nos organizamos em sociedade define o nosso presente e futuro. A palavra política tem vários significados. Um deles é o ato de governar, de administrar e cuidar das instituições públicas e do Estado. O povo paga impostos e esse dinheiro deve ser aplicado para o bem de todos, como, por exemplo, para a construção de escolas, creches, universidades, hospitais, estradas e casas; ou para contratar policiais para manter a segurança pública, professores para ensinar as crianças e os jovens, e médicos para cuidar da nossa saúde. Enfim, se o nosso dinheiro não for bem empregado, não teremos os bens e serviços que precisamos para viver bem. E quem administra o dinheiro dos nossos impostos são os políticos, pessoas escolhidas pelos eleitores por mais de 30 anos, durante as eleições. A atividade do político é representar de forma digna e honesta os interesses da sociedade, da União, estados e municípios, cumprindo aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, dentre outros requisitos, amparados no Artigo 37 da Constituição Federativa do Brasil. Quando a sociedade julga que seus governantes não estão administrando bem o Estado, ela tem o dever de reclamar, e essa reclamação nós também chamamos de política. Ou seja, fazemos política quando nos interessamos pela forma como são administrados os bens públicos, quando nos organizamos para reivindicar nossos direitos de cidadãos, quando escolhemos os políticos que vão nos representar no governo e quando cobramos deles o cumprimento das promessas que fizeram para se eleger. Todo cidadão tem o direito de denunciar e solicitar qualquer informação as instituições publicas, amparada nas Leis Nº 12618/2012 do Estado da Bahia e a Nº 12.527/2011 Federal – “Art. 1o Esta Lei dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fim de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal.” A palavra política pode ser usada também para se referir à organização e administração de qualquer instituição privada, como as empresas, escolas, condomínios, sindicatos, cooperativas, associações, conselhos de classes, etc. Até as famílias têm a sua política própria. E quando você não aceita essas regras, quer mudá-las e tenta fazer uma negociação com seus pais, você também esta exercendo política. A politicagem está ligada à política suja, que inclui compra de votos, esquemas de desvios para beneficiamento próprio e de empresas e as falsas promessas ao povo. É uma política mesquinha, movida pelo desejo do poder e enriquecimento fácil e ilícito. Corrupção é o efeito ou ato de corromper alguém ou algo, com a finalidade de obter vantagens em relação aos outros por meios considerados ilegais ou ilícitos. Corruptor é aquele que suborna ou busca subornar outrem, em função de interesse próprio ou alheio. Honestidade é ser autêntico e coerente; acima de tudo honrar a si e ao próximo. O erro não esta nos políticos corruptos, esta nos eleitores corruptores. Caráter não tem preço! Quem não gosta de política é governado por quem gosta.  O crescimento e o desenvolvimento do Brasil só ocorrerão quando o eleitor brasileiro aprender a votar no ser caráter, história profissional e familiar e não no ter do candidato descomprometido com as causas sociais, municipais, estados e União. “Só há duas opções nesta vida: Se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca” Darcy Ribeiro – Mudar: Dói. Continuar como está: Dói escolha uma das dores e pare de reclamar. Seja a mudança eleitor!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia, Sociedade e Política, Especialista em Gestão de Pessoas e Cooperativismo e Coordenador de Pessoal da Assembléia Estadual Constituinte-89 – www.aldericosena.comEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Jolivaldo Freitas
Moradores da Ladeira da Barra estão apelando mais uma vez para a Prefeitura, Semop, Sesp, Transalvador e Vigilância Sanitária a irem fazer uma visita de “cortesia” ao restaurante de nome Ergeu, que fica no meio do trajeto. Antes mesmo de ser inaugurado numa área que a princípio não comportaria tal tipo de empreendimento, seus proprietários já tinham despertado a ira dos habitantes locais, a partir do momento que para implantação do projeto, do nada desapareceu uma imensa mangueira quase que centenária. Dizem que da noite para o dia ele foi infectado por uma bactéria, vírus, uma bactéria, um fungo qualquer diabo e murchou. O povo até hoje não acredita. Pensam que a árvore foi mesmo... sabe-se lá o quê. Deixa.
Mas, desde que começou a funcionar os moradores dos edifícios nas proximidades, mesmo estando do outro lado da rua e aqueles de uma desacertada casa que fica junto do restaurante, vêm sofrendo de algumas formas absurdas. O restaurante colocou seu exaustor – pasme – do lado de fora da casa, por ser mais em conta segundo disse um funcionário boquirroto, do que levar a estrutura da cozinha para as áreas do fundo onde não existe nada a não ser uma área de matagal, um ermo.
Ocorrem duas coisas com este exaustor. O primeiro fato é que, talvez por falta de manutenção ou mesmo pela qualidade da peça, ele faz um barulho ensurdecedor que é ouvido dentro dos apartamentos dos prédios próximos. Um morador dotado de um decibelímetro chegou a alguns metros e mediu à noite mais de 90 decibéis em alguns momentos do motor atuando. O pior é que o restaurante funciona todos os dias e noite e só fecha as portas depois da meia-noite. Aí esvai-se a Lei do Silêncio. Nos finais de semana não tem hora para terminar o atendimento.
O segundo fato é que exaustor por estar de cara para a Ladeira da Barra e não em áreas de fundo onde não iria incomodar ninguém, expele um nauseabundo olor de gordura. Quando o vento não sopra em direção ao mar, está parado ou sopra do mar para a terra é um horror dentro das residências: existe já até uma brincadeira de se tentar identificar o que está sendo cozido, mas no final o que fica é a maresia de gordura velha, acumulada e queimada continuamente.
O gerente da casa – pois preposto dos moradores já esteve procurando o proprietário de nome Bernardo, ligou, deixou recado, menos sinal de fumaça (pois não se fala em corda na casa de enforcado) e não obteve resposta – disse que a Vigilância Sanitária passou por lá certa vez, faz tempo e passou batido. Pois deve voltar, vez que de lá para cá o Ergeu não deve ter trocado os filtros do exaustor ou os filtros não estão funcionando a contento.
Na realidade não é a primeira vez que os moradores se queixam. Eu mesmo já havia tratado do assunto há mais de um ano comentando na Rádio Metrópole, mas os donos do negócio fazem (sem trocadilho) ouvidos de mercador. Enquanto isso quem tem rinite fica pior. Quem quer sossego ouve motor padecendo, como de trator quebrado. E fica aspirando olor insuportável. Como disse uma vizinha: - A gente está comendo sanduíche de queijo, mas com cheiro é do peixe frito, da carne e do óleo que invade a casa. Mistura do Cão.
Daí que os moradores querem que a Vigilância Sanitária, Sesp. Semor, ACM Neto, Bruno Reis, Edvaldo Brito, Sidininho ou quem mais vier, ou vigia noturno deem uma chegada lá. Em nome de Nossa Senhora da Vitória e de Santo Antônio da Barra. Em nome de Oxalá.
Escritor e jornalista. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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A situação do aposentado é vergonhosa no Brasil e merece especial atenção da família, estado e sociedade, pois, 67,6% dos brasileiros com mais de sessenta anos apresentam uma renda até dois salários mínimos depois de tantos anos dedicados com honradez ao País. As coisas complicaram bastante para os aposentados com a aprovação do Fator Previdenciário em 1999 com perdas irreparáveis em seu beneficio. O idoso, especialmente os de baixa renda, citados acima são mais fragilizados por problemas de saúde e merecem a devida atenção. Na realidade, a maioria dos aposentados pelo INSS (77,9%) estão na mesma situação de pobreza, pois recebem, igualmente, um benefício médio de até dois salários mínimos. Por outro lado, existem distorções no sistema previdenciário, que favorecem determinados privilegiados da sociedade. Com o rápido crescimento da população idosa são necessárias intervenções direcionadas à saúde e garantias para uma boa qualidade de vida para os idosos. Muitos idosos são hoje, os mantenedores da família, necessitando reinserção no mercado de trabalho, e em alguns casos, se submetendo às atividades precárias e sem proteção social. A dificuldade do idoso em ingressar no mercado de trabalho está ligada a diversas questões que devem ser entendidas, entre elas o fato do idoso sofrer preconceitos quanto a sua idade e aposentadoria. As estratégias de desenvolvimento nacional não podem desvincular-se do imperativo de atendimento das necessidades e dos direitos fundamentais do povo brasileiro. Os assistentes sociais, os gerontólogos e demais profissionais que estudam o processo de envelhecimento e que desenvolvem ações junto aos idosos não podem ficar alheios à discussão dessa problemática. É primordial, entretanto, que os profissionais exerçam o seu papel de mediadores, motivando os próprios idosos e suas famílias a participar de todos os âmbitos da vida social. Eles precisam ser mobilizados a lutar pelos seus direitos e pelas políticas públicas, a superar as dificuldades apresentadas, a discutir leis, a propor serviços e programas e a fiscalizar o uso dos bens e recursos públicos, que devem beneficiar, indistintamente, a todos os cidadãos. Dizem que tudo na vida tem limite e a tolerância do aposentado chegou ao limite, devido à falta de políticas publica e o desrespeito do governo para com a categoria. É hora de o aposentado mostrar o poder e a liderança que possui na família para fazer o governo respeitar os cabelos brancos que tanto lutaram pelo País. O Brasil ainda não está preparado para atender às demandas dos idosos, bastando ler a proposta na Reforma da Previdência Social com relação ao aposentado. Em 2020 o Brasil será o 5º país em população idosa com 33 milhões e cadê as políticas publicas para os idosos, amparado na Constituição Federal artigo 230, Lei 8842/94 e no Estatuto do Idoso, Lei 10.741/03?  Defendo também a Reforma Política em caráter de urgência para dar condições aos aposentados, jovens, mulheres, negros, índios, enfim toda e qualquer classe social em disputar uma eleição para defender interesses os coletivos e do País. A pessoa idosa com a sua experiência poderá cooperar e muito com a moralização da coisa pública no Brasil. O Brasil pede socorro aos cabelos prateados para cumprirem a segunda missão em defesa de um País melhor para as gerações que virão e este lugar é na política, considerando que quem não gosta de política é governado por quem gosta. A grande mudança que poderá acorrer nas eleições de 2020 e 2022 é a participação do aposentado na política. Sociedade, seja a mudança, visto que o lugar de político vagabundo e corrupto é na cadeia. Vamos nos unir e procurar conscientizar a família a sociedade para que a partir das próximas eleições o eleitor vote em candidatos pelo SER e não pelo ter, aplicando a filosofia: “Um por todos, todos por um.” CPI do eleitor é o voto consciente!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia Sociedade e Política, Especialista em Gestão de Pessoas, Ex-Presidente do MAPI - Movimento dos Aposentados, Pensionistas e Idosos do PDT – Partido Democrático Trabalhista/Bahia - www.aldericosena.comEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A ruindade que ora impera de maneira demasiada entre as pessoas foi vaticinada há milhares de anos. Na Bíblia Sagrada, por exemplo, é possível encontrar referências a este sentimento nos versículos e capítulos do Livro do Apocalipse. Para alguns se trata do ‘prenúncio do final dos tempos’, outros atribuem a uma qualidade dos perversos. Esta última interpretação talvez seja a mais coerente, pois não se justifica pelo ‘tempo’ determinados comportamentos perniciosos contra aquilo ou aquele com quem se vive.

Tem gente que é ruim porque gosta. Desejar e fazer o mal estão intrínsecos e provocam sensações de deleites naqueles desprovidos de humanidade e geralmente em alguns portadores de problemas psíquicos. Não interessa o prejuízo e a dor que o próximo venha a ter, o importante é destruir. O conjunto de maldade dos que praticam a ruindade envolve as mais diversas e nocivas ações desses indivíduos, principalmente aqueles que sempre escolheram ficar à margem das normas sociais estabelecidas.

Os que nunca foram machucados por alguma injustiça ou maldade praticada por alguém acham estranho o impulso da vingança. A vítima de crueldade é naturalmente adepta à ‘lei do olho por olho e dente por dente’ e da expressão ‘aqui se faz, aqui se paga’. Esta é a ótica do mundo onde deve se pagar o que recebe com a mesma moeda, ou seja, vencer o mal com o mal.

Mas...

Ledo engano dos que acreditam que a vingança é a sentença contra os praticantes do mal. A partir do momento que a vítima se comporta como o malvado a inversão de valores pode ser mais nociva, prejudicando assim a possibilidade da transcendência.

A verdadeira vitória é a que se vence com o bem.

“...A maldade humana agora não tem nome

Pegue duas medidas de estupidez

Junte trinta e quatro partes de mentira

Coloque tudo numa forma untada previamente

Com promessas não cumpridas

Adicione a seguir o ódio e a inveja

As dez colheres cheias de burrice

Mexa tudo e misture bem

E não esqueça: Antes de levar ao forno

Temprerar com essência de espírito de porco...” – Os Anjos  - Legião Urbana

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

Todo bom começo é prenúncio de resultado positivo em curto, médio e longo prazo. O que começa bem inevitavelmente prospera. Quando a lógica não é o centro de determinada discussão o confuso abre espaço para a interpretação, esta quando é pessoal remete ao egoísmo, mas quando o coletivo demonstra ter a mesma opinião a verdade se aproxima da razão.

O nestante é o futuro mais próximo do agora; é o daqui a pouco, o que está por vir e o presente vizinho do passado. Entendeu? Eu também não, mas a verdade é que a existência é o presente, o passado e o futuro. Aquilo que não existe não se aplica os tempos verbais.

Não precisa ser vidente ou possuir outros poderes sobrenaturais para adivinhar as conseqüências de desastrosos comportamentos. Atuar em causa própria ou em prol de determinados grupos, selecionados a partir de interesses escusos, caracteriza estelionato por ludibriar àqueles que por algum motivo acreditou no ‘conto da carochinha’.

Em se tratando de cargos eletivos, o alento é que ainda é possível confirmar a reprovação dos estelionatários eleitorais através do voto. Pode até demorar um pouco, mas o momento do ‘traíra’ chega. O autoritarismo, a perseguição e a retirada de conquistas são demonstrações do enfraquecimento do estado social, onde as lutas de outrora estão sendo desconstruídas a partir de discursos requentados e travestidos como lobo em pele de cordeiro.

Enquanto o amanhã não chega o hoje está no comando, por tanto é importante viver e compartilhar a vida sem limites e distinções. Vale, inclusive, o ‘copiar e colar’ para disseminar aquilo que enseja as condições ideais ao equilíbrio, à manutenção, ao aprimoramento e ao progresso da coletividade (o bem).

Apesar das agruras, não se pode perder as esperanças e a vontade de construir uma sociedade igualitária e justa, em benefício de todos, independente de etnia, morfologia e sexualidade. Para tanto é preciso união para vencer o medo e principalmente o ódio.

 “... Mas a chuva não pede pra cair
O sol tem hora certa pra nascer
Será que 'tava escrito
Que eu iria te perder, não
A tempestade vai se acalmar
O rio sempre volta pro mar
Inevitavelmente um dia a gente, a gente vai voltar
Vai voltar

Inevitavelmente
A gente vai voltar” – 
Inevitavelmente – Daniel

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador



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