Milhares de alunos já conseguiram o seu diploma de ensino superior pelas renomadas universidades baianas e tantos outros atingirão as mesmas conquistas.

No gráfico podemos perceber uma constante evolução de investimentos por parte do Governo do Estado quando o assunto é educação universitária.

Em 2007, a partir das gestões petistas, saímos de um investimento de R$ 464 milhões e atingimos a marca de R$ 1,359 bilhão. Um feito impressionante em tão pouco tempo. 

Mesmo o Brasil atravessando a sua pior crise econômica das últimas décadas, o Governo da Bahia conseguiu honrar investimentos e a política de valorização do ensino superior.  

Este montante investido levou a Bahia a ocupar o honroso 3º lugar no Brasil entre os estados que mais liberaram recursos para as universidades públicas. 

=Bahia é O Terceiro Estado Que Mais Investiu Em Educação Superior

Pesquisa 

O Governo da Bahia também financia a  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), que por sua vez patrocina a pesquisa de professores e alunos de todos Brasil nas mais diversas universidades baianas. Os alunos bolsistas da FAPESB recebem bolsas científicas: graduando,  R$: 400,00; mestrando, R$ 1.500,00; e doutorando, R$ 2.200. Este apoio econômico para os nossos cientistas é um fator determinante para o desenvolvimento da pesquisa na Bahia.

No mundo acadêmico é importantíssimo trabalhar o ensino, a pesquisa e extensão. É importante ressaltar que cada centavo investido neste importante tripé retorna de forma positiva para o estado e a sociedade.

Sabemos do enorme desafio que é revolucionar a educação superior da Bahia. Foram anos de atraso com gestões que não se comprometiam com o mundo acadêmico.

Poderíamos citar inúmeros entraves, que, algumas vezes, barram ainda mais investimentos, o mais forte (o golpe que sofremos no país) e vem sangrando todas os estados e áreas estratégicas. 

Devido à conjuntura atual, se ainda não alcançamos o topo que o nosso potencial universitário permite, também precisamos reconhecer que nos últimos 11 anos os governadores Jaques Wagner e Rui Costa, elevaram a nossa educação superior para um patamar muito superior do que na última década.  

Tenho certeza que, com o trabalho que vem sendo realizado por Rui e a sua competente equipe, a educação da Bahia irá alcançar o topo nacional. 

Fazendo uma analogia com o campo, plantar educação é a garantia de uma safra vitoriosa.


Josias Gomes - Deputado Federal do PT/Ba, licenciado e atualmente Secretário de Desenvolvimento Rural.

Por Luiz Carlos Suíca*

Um engodo para tentar manter no cabresto o povo negro. Assim considero o dia 13 de maio – tido como um marco da abolição da escravatura. Isso porque seria muito difícil associar diretamente a questão abolicionista a um determinado partido político. De fato, embora fosse uma reivindicação eminentemente liberal, as principais leis abolicionistas foram aprovadas por gabinetes liderados pelo Partido Conservador. Sendo este partido menos significante sobre a questão.

Neste contexto, poderíamos traçar uma batalha parlamentar que se dava entre três grupos principais: os escravistas, que defendiam a manutenção da escravidão; os emancipacionistas, que buscavam a mera libertação jurídica dos escravos (e foram o grupo vitorioso); e os abolicionistas, que apoiavam não apenas a libertação, mas a concessão de direitos aos ex-escravos, com sua plena inserção na sociedade.

Assim a tal abolição foi gerada gradativamente deixando seus efeitos devastadores para a população negra. Temendo por uma revolução, como foi a do Haiti, a classe dominante logo agiu com algumas ‘manobras’ no intuito do extermínio do povo negro. Dentre essas armadilhas foi a Guerra do Paraguai, que dizimou grande parte dos negros. A Lei do Ventre Livre, que foi festejada como uma conquista, mas viria a ser um fator de desagregação da família negra e daria origem aos primeiros meninos de rua.

A Lei do Sexagenário, que não seria diferente da primeira sob o olhar de um falso humanismo, que premiava com a liberdade os escravos idosos e doentes, permitia aos perversos escravocratas se beneficiarem do ônus da manutenção de escravos improdutivos pela velhice e criaria uma multidão de mendigos negros que, de repente, se viram livres do trabalho escravo. Mas sem qualquer meio de se sustentar. Esta nos remete a atual reforma da previdência - que deixará milhões de idosos em situação de risco.

E a Lei Áurea, que formalizaria a abolição, quando a proporção de escravos já havia reduzido substantivamente, apenas 5% da população se mantinha na condição escrava. E essa ‘libertação’ deveria ser vista como um ato de generosidade e favorecesse a obediência.

Mas a liberdade do povo negro não se dá por meio de uma lei assinada por uma mulher branca da classe que detinha o poder do Império. A história é marcada, e ao mesmo tempo esquecida - por não ser ensinada - pelo movimento abolicionista os quais fizeram parte grandes nomes que lutaram, com resistência, a exemplo de Joaquim Nabuco, André Rebouças, José do Patrocínio, Luís Gama e Tobias Barreto.

Portanto, o 13 de maio não é uma data representativa para o movimento negro por não nos colocar no lugar de protagonismo da nossa luta e resistência pela situação de escravidão e consequentemente o racismo em que nossos ancestrais foram expostos. Carregamos a marca desse processo cruel e devastador para o povo negro. Todos os dias um negro é morto, o mesmo negro que vive em situação vulnerável, e o mesmo que não tem oportunidade igual a todos. Vivemos o racismo institucional e alcançamos poucos lugares de protagonismo.

*Luiz Carlos Suíca é historiador e vereador do PT de Salvador

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Mãe ternura, imensidão de amor!

Mãe, representas na terra o Rosto Materno da Virgem Maria!

Mãe, és capaz do impossível pelo amor e pela defesa dos teus filhos.

Oh! Mãe das Mães.

Mãe do Senhor e nossa Mãe guarda e abençoa aquela de quem minha carne é carne, aquela cuja vida me deu, aquela cujo seio me concebeu e me plasmou, Ampara-a, protege-a alivia seu sofrimento, ameniza suas preocupações, enxuga seu pranto, confirma sua paz, dilata a sua alegria.

Que sua presença possa ser ainda por longos anos uma “sentinela avançada” para as nossas vidas.

Se aprouve já ter levado-a para ti, fazei-a descansar nos prados verdejantes dos teus cantos eternos ao teu lado e deixa que o teu olhar proteja e abençoe os filhos saudosos que na terra deixou.

Mãe, és para nós um tesouro de amor!

Que todos, hoje 12 de maio (Domingo) possamos ter um gesto carinhoso dizendo: Obrigado mamãe. Deus Abençoe, Querida e Amada Mãe!                                       

 Alderico Sena – www.aldericosena.com

Jolivaldo Freitas

Jolivaldo Freitas

Vendo a foto do deputado federal baiano Pastor Sargento Isidório, do Avante, que resolveu “inovar” e fez um protesto contra o porte de arma flexibilizado por Jair Bolsonaro (outro sem a menor noção - uma espécie de Dilma de calças ou um Lula sem cachaça) e se jogou no chão com assistente, simulando ter levado um tiro e morreu. A Bahia inteligente e culta não merece políticos de tantos, um tanto, tanto quanto desse quilate. Isso só mostra que o voto “engraçado”, aquele que é confirmado nas urnas por quem está cansado da política tradicional, ultrapassada e vota em candidatos histriônicos, engraçadinhos, ridículos ou palhacentos, serve apenas para desmerecer quem vota. E com isso ficamos todos nós baianos com uima pecha tatuada de ignaros e ridículos, coisa difícil de sair.

Fiquei com pena do seu assessor. Que se prontificou a fazer parte da triste encenação – embora sua intenção fosse das melhores, mas de boas intenções e de gente boa o inferno não suporta mais. O homem, com certeza, não podia dizer não, mesmo sabendo que ia virar chacota entre os amigos, conhecidos, parentes e sofrer buylling até mesmo no lazer do jogo de dominó. Mas não podia perder a boquinha.

Esse Isidório é o mesmo que faz campanha carregando um botijão de gás nas costas (quando ficou mais esperto trocou por um feito de papelão). O mesmo que brande a Bíblia como uma arma. É o mesmo que diz ter sido homossexual e que se curou e hoje quer curar todos os outros através da fé. Ele é o mesmo deputado que certa vez vociferou contra os exames de próstata (acabara de fazer) por achar ser algo antinatural, dolorido e violento. Vá entender uma zorra dessas.

Minha chateação é que estou cada vez mais envergonhado dos nossos políticos. Principalmente quando guindam à senatoria ou a câmara federal. Pois, enquanto eles fazem suas momices ou desonestidades por aqui, conseguimos bem ou mal, cheios de vergonha, esconder embaixo do tapete. Mas, quando levam suas idiotices à nível nacional é a imagem da Bahia que vai para o quinto dos infernos.

Fico a imaginar ou a ter pesadelos com grandes nomes que ilustraram a política, fizeram a imagem do baiano inteligente, culto, criativo como gente a exemplo de Ruy Barbosa, JJ Seabra, Conde dos Arcos, Jorge Amado, Glauber Rocha, João Ubaldo Ribeiro, Luiz Viana, Severino Vieira, Adroaldo Ribeiro Costa, Luiz Tarquínio, Wilson Linz, Góis Calmon, Rômulo Almeida, Marcos de Noronha e tantos outros que nem cabem aqui. Todos se revirando na tumba.

Daí que hoje vivemos de Isidório fazendo suas tontices na Câmara dos Deputados e dos malfeitos do Maia, Geddel e Lúcio Vieira Lima, e aquele que sendo afilhado de Luiz Gonzaga o mata de vergonha, de nome Luiz Argôlo. Vou relembrar que no ano passado o ranking dos piores deputados federais a Bahia passou vergonha. Quatro deputados federais da Bahia figuram entre os 30 piores do Brasil, de acordo com o Ranking dos Políticos, que analisou e classificou a atuação e histórico de processos dos 513 parlamentares. Último no ranking do estado, Luiz Caetano (PT) ocupou a 505ª posição nacional.  Afonso Florence (PT), ficou no 490º lugar. Waldenor Pereira (PT), na 489ª colocação. Daniel Almeida (PCdoB), na 487ª, completam a lista. E você ainda vota nos caras de pau. Como cantava Gonzaguinha: “Você merece”.

Mas, no frigir dos ovos, como diria uma boa cozinheira, pelo menos Isidório é pacifista. Do jeito dele, mas não deixa de ser. Só falta encaixar o transístor.

Jolivaldo Freitas  é escritor e jornalista

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Vive-se uma época marcada por intensas transformações, com destaques para a revolução tecnológica. e dos empoderamentos das ações sociais que visam potencializar a conscientização civil sobre os direitos sociais e civis. Vive-se também um momento sombrio, de incertezas, ansiedades e testemunhos pavorosos. É assustador, mas é verdade.

A cidadania que ora correspondia à conquista dos direitos civil, político e social tem sido ameaçada constantemente. As liberdades individuais, de ir e vir, a de pensamento, de fé, de imprensa e os direitos à justiça e ao próprio corpo estão tão comprometidas quanto as garantias sociais como o bem-estar, alimentação, moradia, educação, saúde e emprego. A falta de perspectiva de melhorias para esses cenários é preocupante. O conceito de benefício social está sendo deturpado e maculado.

O Brasil, que achava que tinha encontrado o caminho do desenvolvimento social, cultural e econômico, com o envolvimento da população, o Estado e as instituições democráticas, está em desaceleração brusca. Os índices outrora conquistados e comemorados não são mais animadores. Subindo mesmo, apenas o estratosférico número de desempregados e os anúncios de cortes financeiros em áreas essenciais como a Educação e o Meio Ambiente.

O povo brasileiro, elogiado por todo o mundo por sua gentileza, cordialidade, simpatia e solicitude corre o sério risco de perder suas virtudes positivas aos olhos da gringada. A facilidade para aquisição e transporte de armas de fogo no país contribuirá para a mudança do status de país ordeiro e pacífico.

Perseguições às Instituições de ensino, professores e estudantes com cortes de verbas, insultos preconceituosos e outras atrocidades com a chancela institucional demonstra hostilidade e insanidade, característica de um ‘fora da lei’. Dificultar o afastamento remunerado do trabalhador, mesmo este tendo contribuído anos a fio, idem.

Enquanto isso, na sala de justiça...

Delicadeza nas palavras gera confiança. Delicadeza no pensamento gera profundidade. Delicadeza no doar-se gera amor. Lao-Tsé (velho mestre), filósofo da China antiga.

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador


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