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O Brasil precisa de mudanças radicais e ousadas para resgatar a moralidade dentro dos Poderes Constituídos.  O Brasil carece de lideranças que se caracterizem por princípios de caráter, competência e compromisso para a condução da coisa pública com eficiência e eficácia. O Brasil necessita de novos cenários para crescer e ser um País forte, considerando as suas riquezas naturais. A sociedade precisa se interessar pela política para eleger e reeleger políticos qualificados que governem e que exerçam seus trabalhos legislativos com isenção e imparcialidade para procederem às reformas que o país necessita, tais como: política, tributária, previdenciária, e penal, priorizando a aprovação do Imposto sobre grandes fortunas constante no Artigo 153 - Inciso IV da Constituição Federal. O Brasil requer também urgentemente um maior investimento na educação, na saúde e na segurança, assegurado nos Artigos 144, 196 e 205 da Constituição Federal. Perguntar às autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário não é uma ofensa, é um direito constitucional. Cadê à aplicabilidade do Art.37 da C.F, que diz “A administração publica direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e, também...”, visando preservar a moralidade da coisa publica e também proporcionar a redução da miséria e das desigualdades sociais. Não podemos mais permitir a indiferença, o desrespeito e a irresponsabilidade de alguns representantes que conduzem a coisa pública. O exercício de cidadania de todos os cidadãos é de fundamental importância para novos cenários, o crescimento e o desenvolvimento do País. A palavra-chave é organização, participação e menos omissão. Com a cooperação do cidadão na defesa da coisa publica com certeza reduziremos a corrupção e a impunidade no Brasil. O povo precisa entender que para mudar o modelo de gestão da coisa publica no País para a geração de emprego, renda e a redução das desigualdades sociais, é preciso uma maior participação e menos omissão da sociedade. É o povo quem melhor conhece os problemas reais de uma comunidade, classe, bairro, município, Estado e do País. Chamamos a atenção da sociedade que o perfil dos representantes políticos da cidadania; a opção é do eleitor. Frase do Rui Barbosa “O homem que não luta pelos seus direitos não merece viver.” O crescente movimento de participação social está ligado à noção de “cidadania”. Cidadania não é apenas um direito, mas, sobretudo, tomada de consciência e responsabilidade social. “O pior analfabeto é o analfabeto político. “Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem de decisões políticas” Brecht

O Brasil precisa de novos rumos e é a cidadania, que tem o dever cívico e patriótico de exigir dos políticos e governantes eleitos o cumprimento da Constituição Federativa do Brasil e não beneficiar interesses coletivos e de grupos econômicos. Isenção, imparcialidade, ética e honestidade na condução da coisa pública é preciso. A despolitização e a falta de consciência política dos eleitores só contribuem para os desmandos praticados contra a sociedade e o Brasil, inclusive para o elevado índice de 14 milhões de desempregados e também para o fechamento de empresas pelo País. Todos os cidadãos estão pagando pelos erros do passado pela pratica da política do EU (individualismo) e não da política do NÓS (Coletiva).

De Mãos Dadas Agente Constrói Um Brasil Melhor Para Todos! Vamos juntos cooperar, mudando nossos comportamentos e atitudes para construirmos um Brasil melhor, visando às futuras gerações? “Todo homem, cada homem, é responsável pelo destino da humanidade, por suas ações ou omissões”. “O individualismo é que gera o egoísmo, raiz de todos os males” “Se você vive julgando a pessoa não tem tempo para amá-las. ” e nem também pensar no próximo e no País! Qual o Brasil que desejamos para as gerações que virão? O momento é de reflexão e ação. Querer é poder, visto que o eleitor tem a arma do voto nas eleições de 2020 e 2022!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia, Sociedade e Política, Especialista em Gestão de Pessoas e Coordenador de Pessoal da Assembléia Estadual Constituinte 89 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Tudo que o povo brasileiro que viveu ou acompanhou a história do Brasil entre as décadas de 60 a 90 temia que acontecesse inacreditavelmente dá sinais de que pode vir acontecer. Na contramão do que era esperado para uma nação que outrora dava sinais de pujança e ascensão nos setores essenciais para o seu desenvolvimento, o país, que era conhecido no mundo como a ‘terra do futebol e da alegria’, por ter o maior número de títulos mundiais e por realizar a maior e mais diversificada festa popular do planeta, perde o seu status de protagonista, se tornando um antagonista.

Tomados por uma emoção instantânea, instigada irresponsavelmente por determinados grupos que deturpam a formação de opinião, muitos foram induzidos ao erro. Infelizmente a ‘vaca foi para o brejo’, e o que era emoção virou em sentimento de decepção, angústia, incerteza e medo.

O que se percebe no comportamento daquele que descobriu a traição no período da ‘lua de mel’ é o de reconhecimento de culpa por passar a acreditar que escolheu o par errado, e o de vergonha por saber que aqueles que estão em sua volta já sabiam da bobagem que havia cometido. Mas como errar é humano, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima; e não desanima, pois nesse momento o caminho a seguir tem apenas dois sentidos: superar as dificuldades ou ser mais uma vítima dela.

Mesmo com o cenário geral não apresentando sinais de melhoras e as previsões sendo cada vez mais assustadoras, a população brasileira (mais brasileira que sempre), não perde a confiança; até porque a ‘esperança é a última que morre’. Sendo talvez melhor ou igual ao seu futebol e ao carnaval, o seu poder de superação é uma das mais intrínsecas qualidades. A resiliência faz parte da vida do povo ‘que não foge à luta’, que possui uma capacidade sem igual de lidar com problemas, de sobreviver e superar momentos difíceis.

Neste tempo de adversidade, ajoelhar-se não resolve. É preciso fazer não só por si, mas para o todo e com o todo. Não fugi a luta é a palavra de ordem para superar e suplantar os problemas ora vividos e os que ameaçam a aparecer. O enfrentamento é uma característica dos fortes, talvez isso justifique a sobrevivência e as conquistas alcançadas pelo povo que aprendeu a dizer não, mesmo colocando sua vida em jogo.

Como exemplo de resistência, recorre-se à história para lembrar o conflito contra a ocupação portuguesa que culminou com a Independência da Bahia em 02 de julho de 1823 e consequentemente a Independência do Brasil. O movimento Independência da Bahia foi o episódio mais importante para a consolidação da ideia de unidade do território brasileiro, foi a vitória contra o conservadorismo e a opressão.

Por tanto, o que encoraja a luta é a certeza de que ‘forte é o povo’.

 

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

Jolivaldo Freitas

Quando digo que o Brasil está cada vez mais esquizofrênico recebo paulada do povo da direita e da esquerda, cada um querendo me situar do outro lado da linha Maginot, para ver se cola como uma tatuagem, o que acho engraçado. Mas, são tantas as atribulações que o Brasil está vivendo desde Lula, passando por Dilma, Temer e agora com Bolsonaro que decidi – depois de pesquisar e ver que não existe – criar o “Dia Universal do Desabafo”, tomando como base o dia 1º junho, dia do São Justino mais que justo, este filósofo influenciado pelo estoicismo e admirador de Pitágoras, Aristóteles e Platão.

 Algumas coisas da política, da família, dos amigos, da sociedade ou do nada têm servido para deixar o peito dos brasileiros como uma panela de pressão, prestes a explodir e é preciso desinflar, gritar, deixar sair. Posso destrinchar algumas dessas querelas que estão pressionando e asfixiando mais que bandidos em penitenciária de Manaus (e se a moda pega vai é morrer gente esguelhada nas penitenciárias e detenções pelo Brasil afora) e tenho certeza que o senhor e a senhora terão mais motivo para desabafar no dia 1 de junho. Desabafe pelo Facebook, pelo Instagram, pelo WhatsApp, pela janela, varanda, jardim, dentro do elevador, no consultório, na igreja, no templo, na casa de Noca, onde quiser e puder.

Veja por exemplo um motivo para desabafo. Sabemos que é preciso que o Executivo, Legislativo e Judiciário convivam em harmonia, de forma a agradar a relatividade do jogo democrático.  Mas, Bolsonaro, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Dias Toffoli foram mais longe e embolaram tudo em recente almoço. Decidiram fazer um pacto visando a retomada do crescimento econômico, melhorias para a sociedade e tudo mais. Então desabafo: onde pelo amor de Deus o Judiciário pode se aventar a ser gestor da economia ou política de um país. Isso cabe somente ao Executivo e Legislativo. Toffoli ficou doido. Tão maluco que ainda foi o responsável pelo texto genérico e inconsistente com as sugestões.

 Ele extrapolou e talvez não saiba eu o Judiciário não é meio político. É justiça. Tem de lembrar? Como ele pode se envolver em negociação política? Não pode. Não deve. Não é de direito. Pronto, desabafei. Mas aí vem o Papa Francisco que recebeu uma carta de Lula e com sua consciência cristã diz que – em missiva enviada de volta como resposta – que o preso de Curitiba desde abril do ano passado, receba sua "proximidade espiritual" e pede ao ex-presidente que não desanime, nem deixe de confiar em Deus.

Francisco diz a Lula que a responsabilidade política constitui um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir ao seu país. Não disse nada que não se saiba. Francisco manifesta seu pesar pelas "duras provas" que Lula viveu recentemente, numa referência às perdas familiares do ex-presidente, especialmente a de seu neto Arthur, de 7 anos. Justo. Ele diz ainda que uma das lições importantes que o período de Páscoa ensina é que "podemos passar da escuridão para a Luz; do pecado que separa Deus para a amizade que nos une a Ele; o bem vencerá o mal; e a verdade vencerá a mentira". O que o papa quis dizer? Está dando apoio aos malfeitos ou criticando com metáforas? Na Bahia se diz que é um papo furado. Claro que os petistas, com isso, estão garantindo que Lula é unha e carne, até almas gêmeas, com o papa Francisco. Os da direita dizem que o padre chamou na chincha.

Mas vamos usar o dia 1º de junho, Dia Universal do Desabafo, que acabo de constituir, para desabafar sobre tudo: família, economia, política, coração, relação, frustração, regime, valores, pressões, trabalho, corno, estudo, desemprego, unha encravada, brochada, doer de dente e até paixões não realizadas e relações mal resolvidas.

MANIFESTO DO DIA UNIVERSAL DO DESABAFO

O Dia Universal do Desabafo fica institucionalizado nesta data, como aquele em que todas as pessoas do mundo inteiro terão direito a desabafar, tirar o peso do peito, aliviar a alma e zerar suas angústias. Ocorrerá todo dia 1º de junho, período em que o ano se divide, para aliviar e apagar o que passou. Garantindo que os meses a seguir serão mais leves para carregar.

Artigo único

Todos têm direito a desabafar e ser compreendido.

Escritor e jornalista; Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O poema No Meio do Caminho foi motivo de orgulho e consternação para o mestre da poesia brasileira Carlos Drummond de Andrade. 
Primeiro, porque ao ser publicado, em 1928, na Revista de Antropofagia, o poema foi profundamente criticado pela sua simplicidade e repetição. 
Depois, este verdadeiro rubi da poesia brasileira ganhou tanta notoriedade que incomodava o poeta mineiro. 
Drummond costumava se resignar quando diziam que ele era o maior poeta brasileiro e, com doses de ironia, respondia que somente era lembrado pela maioria das pessoas pelo bendito poema No Meio do Caminho.  
No Brasil de hoje, podemos dizer que no meio do caminho existe Bolsonaro. 
Só que entre Bolsonaro e uma pedra existe algo mais duramente concreto. 
As pedras nos fazem tropeçar e, metaforicamente, são as dificuldades que todos os humanos enfrentam na vida. 
Podemos dizer que Bolsonaro é mais do que uma pedra no meio no caminho dos brasileiros. 
Bolsonaro e o seu mundo doidivana é uma montanha rochosa de minas na vida do Brasil. 
A pedra filosofal de Bolsonaro é carregada de enxofre e lama. 
Um sujeito que quer um país de educação amputada, sem ciências humanas, sem pesquisa, sem pensamento crítico.
Falem de Filosofia e Sociologia para Bolsonaro e ele reverberará pedradas de ignorância: "É coisa de vagabundo, de comunista". Taokey. 
Bolsonaro é um homem que  ao invés de usar as pedras que a vida colocou no seu caminho para criar uma nova via e lutar por um país digno, preferiu olhar nos olhos da Medusa e simplesmente petrificou.
Um presidente da República que negocia a sagrada aposentadoria dos mais humildes em nome do lucro de banqueiros perdeu qualquer humanidade. 
Bozo carrega consigo uma alquimia da MALDADE, onde transfere o nosso tesouro para os estrangeiros e transforma a nossa riqueza em PEDRA!
Qual o custo Brasil da pedra chamada Sérgio Moro? 
A pedra Paulo Guedes? 
A pedra antifilosofal Olavo de Carvalho?
A pedra contra todas as minorias e direitos?
Este é um governo feito de pedras e pó. 
Um desgoverno feito para liquidar o povo e beneficiar os parasitas capitalistas. 
“Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas”.
A lição que fica para todos é que a extrema direita não é resposta para nada. 
Muito pelo contrário, é uma pedra que, se dermos vida a ela, pode virar uma enorme montanha na vida de uma Nação. 
Assim como Drummond não ficou paralisado depois da pedra no caminho da sua poesia, o Brasil também não ficará. 
Temos uma antologia de lutas para resgatar o nosso país dos facínoras.
Esta terra voltará a ser do povo, lugar de poesia, sonho, conquistas, felicidade e de um amanhã repleto de esperanças.

Josias Gomes - Deputado Federal (licenciado) do PT/Bahia e atualmente titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

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O eleitor brasileiro precisa repensar a partir da próxima eleição a forma de exercer o direito do voto, considerando que omitir voto não é o instrumento adequado para demonstrar insatisfação e mudança.  A omissão do não votar em ninguém é que elege e reelege a maioria dos péssimos políticos nos municípios, estados e Brasil.  Quando o eleitor consciente deixa de votar, o eleitor menos desinformado, manipulado e de menor poder aquisitivo vota. Eleitor quem não gosta de política é governado por quem gosta. O descrédito nos poderes constituídos, o nível dos políticos, a crise moral e política que assola o País o eleitor é co-responsável, considerando que quem elege e reelege os políticos é o eleitor. “O cidadão que não conhece os seus direitos, não tem o direito de lutar por eles” Rui Barbosa. Visto que nem todos os políticos são iguais.

 Uma reflexão é preciso. “Foram 30 milhões de eleitores que não compareceram às urnas segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O nível de abstenção, de 20,3%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votaram. Pernambuco teve o maior índice de votos brancos e nulos e Roraima foi o estado com o menor número de abstenções com 13,9%.

A abstenção tem crescido desde 2006. Na ocasião, 16,8% dos eleitores não votaram. Quatro anos depois, o índice subiu para 18,1%, e chegaram aos 19,4% nas eleições presidenciais passadas, em 2014. Em número de eleitores, a porcentagem desse ano representa 29,9 milhões de pessoas.

Índices dos 26 estados por Região Sul: Paraná - 17%; Rio Grande do Sul - 18,1%; Santa Catarina - 16,3%. Região Sudeste: Espírito Santo - 19,3%; Minas Gerais - 22,2%; Rio de Janeiro - 23,6%; São Paulo - 21,5%.  Região Centro-Oeste; Distrito Federal - 18,7%; Goiás - 20,2%; Mato Grosso - 24,6%; Mato Grosso do Sul - 21,2%.  Região Nordeste:  Alagoas - 22,6%; Bahia - 20,7%; Ceará - 17,3%; Maranhão - 20,5%; Paraíba 15%; Pernambuco - 17,9%; Piauí - 15,7%; Rio Grande do Norte - 17,1%; Sergipe - 18,8%; Região Norte: Acre - 19%; Amapá - 16,7%; Amazonas - 19,4%; Pará - 20%; Rondônia - 22,3%; Roraima 13,9%; Tocantins - 20%

No balanço dos estados, São Paulo foi o estado com o maior número de eleitores que não votaram, com quase 870 mil ausências a mais, na comparação com as eleições de 2014. “No entanto, o Distrito Federal foi o local com o maior aumento percentual de abstenções”.

Aos 30 milhões de eleitores que abstiveram o voto no Brasil. Voto consciente é a única arma do eleitor para a escolha de bons representantes para conduzirem a coisa pública. Eleitor abstenção do voto não é a solução. 2020 e 2022 terão novas eleições, à hora é de ação e não de omissão. Novos Rumos para o Brasil é preciso com homens e mulheres visionários e honestos para o crescimento do País. CPI DO ELEITOR É O VOTO CONSCIENTE. SEJA A MUDANÇA!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia, Sociedade e Política, Especialista em Gestão de Pessoas e em Cooperativismo – www.alderico.sena.com


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