Alderico Sena

O futuro do Brasil começa pela educação e por uma Reforma Política Já. Só podemos formar cidadão ensinando a criança desde as primeiras letras a ser cidadão. Povo educado País desenvolvido. “Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Paulo Freire.

Investir em educação é o caminho que permitirá a construção de um Brasil mais justo, mais solidário e democrático. A educação resgata a autoestima e a dignidade da cidadania. Não podemos nos considerar cidadão se não participamos e ficamos distantes ou omissos às questões sociais, econômicas, culturais e políticas que penalizam a sociedade. Não devemos apenas criticar, temos mais é que participar, discutir, combater e defender, visando à construção de um Brasil melhor para todos. A educação é a única ferramenta para ensinar, aprender e aplicar na pessoa humana o saber respeitar ao seu semelhante. O eleitor de mãos dadas e consciência política poderá sim ajudar a construir um Brasil melhor, exigindo dos futuros governantes e políticos educação em tempo integral na escola e uma Reforma Política séria para que tenhamos um povo, educado, solidário, respeitoso e consciente de seus deveres cívicos para com a sociedade e o País. Povo educado faz a diferença.

A educação é a ferramenta adequada para a mudança comportamental e de atitude no SER humano. Sem priorizar a educação, a tendência é crescer cada vez mais a violência, o medo e a desestruturação familiar. Toda e qualquer mudança para os NOVOS RUMOS DO BRASIL começa pela educação e pela reforma política.

Não adianta o povo criticar políticos, governantes, poderes, instituições e pessoas, se cada cidadão não reavaliar sua atitude, especialmente associados de entidade de classes (Sindicato, Associação Cooperativa, Condomínio, etc.). Quando o governo e o cidadão entenderem que todo e qualquer processo na vida do ser humano e no desenvolvimento de um município, estado e País, só será possível quando houver investimento em educação, como exemplo do Japão, Coréia do Sul, Alemanha, dentre outros Países, assim o Brasil alcançará o desenvolvimento de um País desenvolvido. Educação é um investimento com retorno garantido para toda vida. 

A sociedade precisa saber separar o “JOIO DO TRIGO” e também entender que em qualquer ambiente social existem pessoas honestas e desonestas. O momento é de reflexão e ação. Vamos aprender a votar no SER e não no TER dos candidatos.

Omitir voto nas eleições é covardia, política começa em casa e na escola. Nas eleições de 2010, 30% de eleitores deixaram de utilizar o único instrumento e votaram em branco ou nulo, erro gravíssimo. A omissão do eleitor é que tem contribuído para a péssima qualidade do quadro político brasileiro. Quem vem reelegendo José Sarney,

há 50 anos, Fernando Collor, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Paulo Maluf, José Arruda, dentre outros, foi o eleitor consciente ou foi o eleitor omisso que contribuiu com o seu voto em branco ou nulo? Que falta faz os bons exemplos nas famílias, professores, mídia e a disciplina OSPB – Organização Social e Política Brasileira no ensino.

Aconselhamos aos 71% de jovens entre 16 e 17 anos que declararam a um Jornal local, edição de 30 de Junho de 2014: “que não irão às urnas em outubro” que pensem melhor, visando o amanhã de seus filhos e um futuro melhor para do Brasil. No ano de 2015 é a vez da juventude deflagrar uma campanha pelo Plebiscito Popular na defesa da Reforma Política, considerando que alguns Partidos Políticos com maior poder de força no Congresso Nacional não tem interesse pela aprovação da Reforma Política.

O futuro do Brasil começa pela educação e por uma Reforma Política já de respeito, com financiamento público de campanha para o nascimento de novos líderes políticos, moralização do Setor público, que todo cidadão tenha igualdade de direito e dever para defender e proteger interesses da PÁTRIA, AMADA BRASIL e não interesse escuso de Pessoas Jurídicas que financiam campanhas para utilizarem a coisa pública como negócio, com este cenário com certeza o Brasil encontrará NOVOS RUMOS.  O momento é de reflexão e consciência política do eleitor.

 Não pergunte o que o Brasil pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer pelo Brasil. É hora de ação e não de omissão! “O cidadão que não conhece os seus direitos, não tem o direito de lutar por eles”. Ruy Barbosa.  A CPI DO ELEITOR É O VOTO CONSCIENTE. QUERER É PODER! 

 

ALDERICO SENA – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – ESPECIALISTA EM GESTÃO DE PESSOAS, VICE-PRESIDENTE DO PDT DE SALVADOR E PRESIDENTE DO MOVIMENTO DO APOSENTADO, PENSIONISTA E IDOSO PDT/BAHIA

 

O anúncio da paralisação das atividades pela mineradora canadense Yamana Gold, no município de Santaluz, é um mau presságio para o que pode acontecer com a subsidiária Jacobina Mineração. A alegação da empresa é que ‘as principais razões são a inviabilidade econômica, por conta da baixa recuperação metalúrgica, e o cenário econômico desfavorável, dado a queda acentuada no preço do ouro no mercado internacional’.

Por a empresa JMC ser a principal atividade econômica e geradora de empregos de Jacobina e região, a justificativa dada pelo fechamento da mina de Santaluz assusta, além da classe operária - que ultrapassa a casa de mil, entre diretos e indiretos, os comerciantes local. O município que desde o início da exploração indústrial do ouro vive à sombra da renda gerada pelo pagamento dos salários dos empregados da mineradora está em polvorosa.

Uma espécie de inocência proposital, aliada à falta de visão futura e má vontade política de gestões municipais tem levado municípios à beira de precipícios, dependentes exclusivos de programas de distribuição de renda, benefícios previdênciários e rurais e ou, do que os servidores recebem das prefeituras e câmaras de vereadores. Em Jacobina não está sendo diferente, ao contrário, o município se identifica de ‘corpo e alma’ nesta grande e nefasta realidade. Não foram criadas outras alternativas para suprir um eventual fechamento ou paralisação das atividades da mineradora, como aconteceu no final do ano de 1998. Foram cerca de seis anos de amarguras, até a reabertura da mina; com lojas fechando as portas, outras indo embora, casas desocupadas... um verdadeiro inferno econômico.

Uma das questões que deve está sempre em pauta de qualquer gestão são as estratégias de desenvolvimento econômico, com criações de condições de atração de empresas para atender as necessidades da cidade, empreendimentos que busquem elementos para produzir algo, utilizando da mão-de-obra local, das áreas agricultáveis, da vantagem logística regional, entre outras. Infelizmente a verdade é que Jacobina anda na contramão do fomento e do empreendedorismo.

Conforme estudos da Fundação Perseu Abramo (2000 a 2013), O PIB do Território Piemonte da Diamantina, que compreende os municípios de Jacobina, Miguel Calmon, Várzea Nova, Serrolândia, Saúde, Caém, Capim Grosso, Ourolândia e Umburanass, corresponde a apenas 0,76% do PIB estadual, sendo concentrado no setor de serviços, que tem 69,76% do total. Na área da saúde, de modo geral, o território apresenta insuficiência na cobertura do Programa de Saúde da Família, com todos os municípios apresentando cobertura inferior à média do estado (60,77%). Em vulnerabilidade social, predominam municípios com desempenhos ruins nos indicadores de qualidade de vida, condição de vida e condição econômica.

Já a Comissão Pastoral da Terra (CPT), da Diócese de Senhor do Bonfim, realizou um diagnóstico dos impactos negativos da atividade minerária na microrregião econômica do Piemonte da Diamantina. Conforme consta no relatório elaborado pela CPT, “o processo de moagem, hidratação e oxidação da arsenopirita libera ouro, arsênio e acido sulfúrico para o ambiente. A Yamana Gold minera a arsenopirita, retira o ouro para o mercado mundial e devolve o arsênio e o acido sulfúrico para os jacobinenses”.

Como diz o meu amigo Marivaldo Teixeira:

“Ó meu Pai”...

Gervásio Lima – Jornalista, historiador e jacobinense

Karla Borges 

Lutar por aquilo que se acredita é ainda o melhor caminho da dignidade humana. Desistir jamais. Pedras certamente farão parte da trajetória, feras terão que ser enfrentadas, obstáculos serão removidos. A batalha é árdua, os percalços inevitáveis, mas a crença num futuro melhor remove qualquer possibilidade de desistência. Confiança, perseverança e fé estão entrelaçadas e garantem a força para seguir sempre adiante.

O sofrimento faz parte da vida, mas é doloroso demais. A dor arranca um pedaço da gente e ficamos em carne viva, remoendo as nossas feridas. Por que o aprendizado tem que ser assim? Como lidar com algo que nos atropela e nos enfraquece? De que forma podemos dar a volta por cima se nos sentimos tão “pra baixo”? De onde tiraremos energia para continuar a viver?

Optar por Deus com certeza é o melhor caminho. Agir com lealdade com o próximo, perdoar as suas ofensas, assim como perdoamos as nossas, faz-nos justos e equilibra a relação com o outro. O nosso problema não é maior nem menor do que o de ninguém, mas é nosso, incomoda-nos, aflige-nos e dói, como dói! Ultrapassar a fronteira da angústia para o bem-estar requer um trabalho interior difícil. E nunca menospreze qualquer sinal de aflição.

A perda de um ente muito querido nos faz refletir sobre o verdadeiro sentido da vida e principalmente sobre o nosso papel na sociedade. A tragédia com o candidato à Presidência da República Eduardo Campos comoveu o país, afinal ele antes de mais nada, era pai, marido, amigo, filho, irmão, além de muito jovem para partir e interromper uma vida cercada de sonhos. Resiliência será a chave da sobrevivência dessa família pernambucana tão querida, que tomou conta das mídias sociais brasileiras e internacionais desde o fatídico acidente aéreo.

O Brasil está de luto. Morreu o homem que poderia revolucionar o nosso país com a sua competência, honestidade, carisma, retidão de caráter e acima de tudo um amante da pátria. Que Deus possa amenizar a dor da sua família. Ao assistí-lo no Jornal Nacional um dia antes, comentei com amigos que talvez tivesse sido a melhor entrevista dos últimos tempos: “ Não vamos desistir do Brasil” – dizia ele. Triste, muito triste.

Estamos nos sentindo órfãos, afinal muitos apostavam nele, nordestino, como a gente, sonhador e realizador. Conseguiu ser unanimidade em Pernambuco, com um legado brilhante e não seria diferente como Presidente da República. Que Deus o receba com o mesmo carinho que dispensava ao povo brasileiro. Que ele descanse em paz. Que a sua família e os amigos próximos possam transformar a dor em doces lembranças de momentos que jamais serão esquecidos.  

Não é hora de cruzar os braços. É hora de recomeçar. É o momento de fazer valer as palavras de um homem corajoso, que saiu da sua condição confortável de político regional para o grande desafio de galgar a direção do país que tanto amava. Nem tudo está perdido. Que a sua memória seja um alerta para o povo brasileiro que clama por uma sociedade mais justa e igualitária, que tinha nele a esperança de ver os filhos de pobres e ricos frequentando a mesma escola. E não há forma mais nobre de homenagear a sua memória do que atender ao seu último pedido público: “ Não vamos desistir do Brasil, pois aqui criaremos os nossos filhos!”

Karla Borges

Professora do Núcleo de Estudos Tributários - NET

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Diversos fatores podem alterar a fertilidade tanto do homem quanto da mulher e impedir que o casal tenha filhos naturalmente. Alguns casos não são reversíveis e é necessário recorrer a métodos artificiais para que ocorra a gestação. Um dos procedimentos mais acessíveis e com menor grau de complexidade

médica é a inseminação artificial, que apresenta taxa de sucesso entre 25% a 35%.

Entre os problemas masculinos que podem ser sanados com o tratamento está a alteração discreta no sêmen. Tal ocorrência caracteriza-se pela baixa contagem de espermatozoides no fluído seminal ou baixa taxa de gametas com morfologia e aptidão normais. Com a técnica é possível a concepção uma vez que o sêmen passa por um processo que separa os melhores espermatozoides para serem depositados no útero feminino.

Infertilidade feminina

Quando a infertilidade é apresentada somente pela mulher, a inseminação artificial é eficaz prioritariamente em dois casos:

  •          Distúrbios de ovulação: mulheres com menstruação irregular podem apresentar a disfunção, especialmente em casos de Síndrome do Ovário Policístico.
  •          Muco Espesso: o colo do útero produz um muco durante toda a vida reprodutiva da mulher, sendo que no período fértil do ciclo menstrual essa secreção fica menos espessa, permitindo a passagem do espermatozoide. Caso a mulher apresente a disfunção, os espermatozoides não conseguem ultrapassar o muco e a junção com o óvulo não ocorre.

Como é feita

A inseminação artificial é um tratamento para infertilidade de baixa complexidade e pode ser realizada no próprio consultório médico. Ela engloba o uso de hormônios por parte da mulher, que estimula o crescimento dos folículos dos ovários. Durante o uso do hormônio FSH (responsável pelo crescimento dos folículos) são realizadas ultrassonografias periódicas afim de determinar o ritmo de evolução.

Quando os folículos atingem o tamanho ideal (18mm) é então injetado o hormônio hCG, responsável pelo amadurecimento dos óvulos e rompimento dos folículos, liberando os gametas.

Já o homem realiza a coleta de sêmen através da masturbação, poucas horas antes do hCG terminar de fazer efeito sobre os óvulos. O líquido coletado é então analisado e os melhores espermatozoides são depositados no interior do útero com auxílio de um cateter. O procedimento é indolor e exige que a mulher permaneça deitada por cerca de 30 minutos, para que o espermatozoide alcance as tubas uterinas e a concepção ocorra.

Por Maristela Duarte – São Paulo/SP

Jolivaldo Freitas
 
Eu disse quase gritando na mesma hora que recebi o e-mail: É VÍRUS!!! Tinha acabado de receber uma mensagem do PT com um amável pedido de doação. Uma pequena contribuição para a campanha de Dilma. Onde que com toda o dinheiro que os empreiteiros vêm dando, Dilma vai precisar de ficar pedindo esta esmolinha, esta merreca de cada um dos brasileiros?
 
O PT tem um caixa de quase 34 milhões de reais de vantagem sobre os demais partidos.
 
Se Dilma tivesse tivesse de pedir, o caminho seria Lula e seus filhinhos, que são aqueles que hoje estão com o caixa abarrotado e seus amigos do peito.
 
Foi quando meu amigo João Nariz-de-Quibe que sempre volta do além para me perturbar - é o primeiro plasma que vai chegando e pegando o copo da gente para tomar um gole de cerveja e se não for da sua marca favorita cospe no chão - questionou:
 
- Ô!!! Onde está o dinheiro do Mensalão? Cadê a grana de Pasadena? Cadê as outras granas de tantas outras ações por baixo do pano?
 
- Deixe de ser maldoso - eu disse. - Não vê que isso tudo é coisa inventada pela mídia conservadora.
 
- Quer dizer que José Dirceu, José Genoíno, Delúbio e tantos outros não se locupletaram?
 
- Não sei! Não vi! Sou adepto de São Tomé.
 
- Você é mesmo adepto é de São Tome o Seu. Ou de São Quero o Meu.
 
- Que é isso companheiro?
 
- Aí! Até o jargão que você usa o coloca como militante a serviço da corrupção, do companheirismo, do aparelhamento, dos invasores de terra, daqueles que vivem de mandar invadir as terras. Você só gosta do que não presta. Vá ver até que gosta da Sininho.
 
- Sininho???
 
- Sim, Sininho, abobado. Aquela líder pirada do Black Bloc lá do Rio de Janeiro.
 
- Rapaz, juro que se ela quisesse eu ia mesmo. É uma gatinha.
 
- Bom mesmo era se ela metesse um Coquetel Molotov em seu derière para você sair voando que nem corrupixel.
 
- Corrupixel??
 
- Você está hoje mais ignorante que nos outros dias - me disse irritado João Nariz-de-quibe. -
 
Corrupixel é aquele passarinho pequeno que o povo chama de garrincha e que menino do meu tempo esfregava pimenta em sua cloaca e ele saia voando em direção ao céu e explodia.
 
- Coisa mais horrorosa!
 
- Você não teve infância não, amarelo criado com vó?! Coisa horrorosa é o PT vir agora pedir dinheiro para a campanha de Dilma, fingindo estar pobre, quando sabemos que todos aqueles que o partido colocou de qualquer jeito na administração pública, mesmo sem qualificação ou fora da sua área, como sindicalista do comércio virar diretor de escola ou mecânico pegar o cargo de geógrafo, tem de dar o dízimo. São trinta mil ou mais funcionários públicos aparelhando o Estado e cada um dá sua parte. No mínimo o petista mais abestalhado, que ganha salário mínimo doa uns setenta reais e só aí dá mais de dois milhões de reais por mês.
 
Agora imagine que a maioria ganha bem, acima de três mil reais, muitos com mais de dez e bastante acima de vinte mil, coisa que você mesmo sendo comunicólogo nunca vai ganhar.
 
Onde vai parar este rio de dinheiro?
 
- Como você sabe quanto eu ganho?
 
- Eu sei. Você é do tipo que finge ganhar muito mas não ganha é nada. É tudo truque. Me diga qual a marca do seu carro e o ano dele? Você mora ou se esconde? Só compra roupa em dia de liquidação na Liberdade. Você viu o último paletó de Lula? Comprado em Paris. Seu cartão está estourado, você deve na consignação e ao agiota e até no Jogo do Bicho você arrisca fiado. Já meu vizinho petista lá de Interlagos tem uma camionete Land Rover. Eu que sou empresário, sabe quando vou ter uma Land Rover? Nunca!!!
 
- Vá ver João que o cara batalha muito ou ganhou uma herança ou na loteria.
 
- É, né?!. Sabe nada, inocente.
 
E como apareceu sumiu.
 
- Você ganha tão mal assim como seu amigo disse, perguntou um dos que estavam comigo à mesa do bar.
 
Confirmei e aproveitei:
 
- Você hoje paga a conta.
 
- Não dá. Vou doar algum para o PT.
 
- Será que não é mesmo vírus? - Fiquei matutando.
 
 
Jolivaldo Freitas 
Jornalista, Escritor, Publisher, Radialista, Publicitário e especialista em Marketing. Colabora com artigos publicados periodicamente no Notícia Livre

Prefeitura de Salvador

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player



banner adv