Alderico Sena 
Os duzentos milhões de brasileiros só podem ter esperança de construir um Brasil melhor, se cada cidadão mudar o seu comportamento e atitude para com o próximo e com o seu País. Todo e qualquer cidadão poderá mudar o que quiser, visando oferecer melhores condições de vida as futuras gerações, levando em consideração que quem cria e descria qualquer coisa é o ser humano. Tudo na vida se inicia em casa e também na escola. Será que pais estão fazendo o dever de casa com os seus filhos, orientando e ensinando a ser cidadão. O melhor é orientar e ensinar a criança desde as primeiras letras a compartilhar e ser solidário e não o de ser consumista, individualista, desonesto e egoísta, raiz de todos os males, inclusive da violência e da corrupção.Deveremos procurar mostrar aos jovens que a natureza é sábia e que ela precisa ser preservada, considerando que é através da natureza que a humanidade se alimenta e trata da saúde. As pessoas precisam aprender em casa a serem racional e não irracional, as atitudes é que têm que mudar. O futuro não é sem esperança, ele só está mal conduzido por alguns membros dos três Poderes Constituídos e também por alguns representantes de sindicatos, associações, condomínios, cooperativas, Universidades, dentre outras instituições coletivas, considerando que a escolha é do associado e do eleitor. O que ocorre com o ser humano dos anos 80 para cá é muita omissão e covardia em vez de participação e organização para defender o direito coletivo e não individual. É uma questão cultural as pessoas só visarem direitos e esquece de cumprirem os seus deveres. Como poderemos ter um povo educado se a qualidade da educação no País é a pior possível. Enquanto professores, pais, alunos e eleitores não se unirem com objetivo comum de exigir dos candidatos a cargos eletivos priorizar em seus programas de governo a EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL e a valorização do professor para a construção de uma sociedade mais humana e solidária não construiremos um Brasil melhor. Quem tem que dar um basta da coisa imoral e ilegal no País, não é governante, é o cidadão com o seu dever e atitude.   Escreveu Rui Barbosa: “O cidadão que não conhece o seu direito, não tem o direito de lutar por eles”.Em quem acreditar? Ninguém acredita mais em ninguém, sejam nos poderes constituídos (executivo, legislativo e judiciário), Instituições não governamentais, profissionais liberais, dentre outras classes, considerando que o TER dinheiro fácil passou a prevalecer mais do que o SER CIDADÃO, DIGNIDADE do HOMEM.O que estamos vendo na fisionomia do cidadão é medo e desilusão. O momento é de reflexão e ação para transformar este País, a fim de dá um basta na violência, na corrupção e na impunidade.  Se não fizermos as coisas acontecerem, DEUS não cairá do CÉU, para mudar os erros do cidadão, governante, representante de classe, político, síndico, dentre outros e assim tudo continuará se agravando com maior frequência e toda a humanidade será prejudicada.  Então cada um que faça o seu dever de casa para construir um Brasil melhor, em vez de criticar, reclamar de tudo sem ter atitude para contribuir a mudar as coisas ilegal e imoral penalizando a sociedade.Caráter não tem preço para aquelas pessoas que obtiveram princípios e valores morais na família. Infelizmente o eleitor Brasileiro não aprendeu que o VOTO CONSCIENTE É A GRANDE ARMA DO CIDADÃO PARA O CRESCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS. No dia em que o brasileiro aprender a votar e exigir  propostas de candidatos a cargos eletivos como,  educação em tempo integral para a criança, como instrumento transformador de uma sociedade,  como defendeu os eternos lideres políticos Darcy Ribeiro e Leonel Brizola, ai sim os brasileiros poderão ter a esperança de um Brasil melhor para as futuras gerações.Faço um apelo a todo eleitor para não votar em branco e nulo na eleição de outubro, considerando que é através do voto que poderemos contribuir para a sociedade obter serviços públicos de qualidade como educação, saúde, segurança, redução da carga tributária, da corrupção, da impunidade e aprovação da reforma política, principal reforma para dá inicio as mudanças e os Novos Rumos da moralidade do Setor Público no Brasil. O momento é de reflexão e ação de cada eleitor para rever seu conceito, comportamento e atitude da forma de conceder o seu voto, lembrando que nem todos os políticos são iguais.Alderico Sena - Bacharel em Teologia, Sociedade e Política e Especialista em Gestão de Pessoas - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Luis Ferreira 
No Brasil, a escravidão teve início com a produção açucareira na primeira metade do século XV. Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma imaginável. Trabalhavamextremamente (de sol a sol), recebendo apenas molambos de roupa e um alimento de péssima procedência, às vezes até o resto de comida de animais domésticos. Quando caia a noite eram recolhidos nas senzalas, quase que sempre, galpões escuros, úmidos e com pouca higiene, e ainda dormiam acorrentados para impedir as fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sem que para tanto oferecesse qualquer motivo, sendo o açoitea punição mais comum no Brasil Colônia.Neste período do Brasil escravocrata, era comum quando um escravo se rebelava às ordens dos senhores, e ter ele como castigo a ida ao “pelourinho”, que era nada mais nada menos que uma coluna de pedra ou de madeira, onde amarrava-se os presos ou condenados e submetia-os à vergonha pública ou ao açoite. Erguido na praça principal da cidade ou vila, em frente à Casa da Câmara, era às vezes instalado sobre alguns degraus para que ficasse bem exposto.Uma figura que é de fundamental importância para o entendimento a este tema é a dos capitães-do-mato que tinham como incumbência a perseguição e a captura de negros que se aventurassem a fugir do regime. Após o resgate os negros eram devolvidos para os “seus donos” e obviamente, sofriam todos os castigos já referidos, isto como forma de inibir que o fato se tornasse recorrente.Assusta-me quando no Brasil do século XXI, em pleno terceiro milênio, no ano de 2014, após 126 anos da abolição da escravatura, onde a nossa pátria galhardeia-se de possuir uma Constituição Federal tida como cidadã, onde é garantia fundamental o estado democrático de direito, e o nosso povo agir igualmente como se estivéssemos no período do nosso descobrimento (séc. XV). Na formação de um povo são fundamentais traços culturais que nos derive a boa conduta, com sentimentos inabaláveis de igualdade, liberdade e fraternidade. Não por um acaso estes são os princípios que constitucionalizam a revolução francesa de 1789. A fundamental diferença na cultura de um povo é observarmos o seu avanço na esfera de uma sociedade mais justa é igualitária.O Brasil nos espanta com tantas desigualdades sociais. A falta de políticas públicas voltadas ao amparo do cidadão proporciona um abismo entre as classes e que reflete na falta de credibilidade do próprio Estado constituído. Os adventos de exercício arbitrário das próprias razões, que vem acontecendo em nosso país, onde grupos de pessoas que estão cansadas da inércia do Estado e agem contra um infrator linchando-o, pisoteando-o, agredindo-o e amarrando aos postes, não deixa de ser um verdadeiro tribunal de exceção ao ar livre, onde o condenado recebe sua sentença instantânea, sem direito mínimo de defesa.Relembrando o velho Capitão-do-mato, este ao menos levava os infratores para que “seus donos” o julgassem,dessemelhante do que ocorre hoje, onde vários Capitães-do-mato se acham no direito de julgar e sentenciar os infratores. Não esqueçamos, todavia, que tudo isto a que assistimos é uma prova inconteste da falência do Estado, já que este não apresenta uma contrapartida para que o cidadão acredite e veja as suas ações, criando oportunidades para que as minorias não permaneçam na contramão do desenvolvimento social.No Brasil da copa do mundo onde construíram vários novos estádios de futebol, fica a indagação: Seria melhor construir “Coliseus” e pelourinhos, para atender uma população desamparada e descrente no sentido que esta possa observar espetáculos dantescos que sirva como um deleite, como se fosse algo natural e do nosso cotidiano?Espero que a luz que reflete destes postes ilumine a mente de nossos novos Capitães-do-mato e o façam enxergar e refletir que o infrator que hoje é linchado ainda é fruto daquele sistema onde o poder paga para exercer a sua força, e se a lei fosse realmente igual para todos, iria faltar postes no nosso congresso.

  Luiz Ferreira Bacharel em Direito, Pós Graduado em Política e Estratégia.E-mail:    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Skype - lcfs_ferreirauniaoejustica.webnode.com.br

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. Este evento ocorrido no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras, tendo em vistas estes dois países dominarem há época a arte da navegação, e por conta disto, sempre estava à frente no que se concerne os descobrimentos de “novas terras”, eles firmaram um acordo em 1494, que era o Tratado de Tordesilhas, o qual consistia em Portugal ficar com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficava com as terras a oeste desta linha, tudo isto para evitar guerras, entre as nações.Neste período da descoberta, os portugueses utilizavam-se do escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira. Apenas em 1530 com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, é que o Brasil passou realmente a ter uma ocupação, por assim dizer, mais ordenada.A Colônia Portuguesa encontrava dificuldades em encaminhar lusitanos para povoar a “nova terra”, daí passou a utilizar o degredo, que é uma prática penal muito antiga, que é basicamente o afastamento do indivíduo da terra natal, e da vida social, muito conhecido como exílio, desterro. Obviamente que estes lusos deportados não eram o que de melhor em se tratando de caráter que podiam ser enviados para o Brasil, dai o dito que desde há época da nossa colonização, que o povo brasileiro foi formado por segregados, rejeitados, no melhor das presunções.A exploração na realidade nunca acabou, alteraram-se sim, as classes dominantes. O Império usufruía da mão-de-obra escravocrata, trazendo os negros da África para o Brasil. Em 13 maio de 1888, após a abolição da escravatura, raros os negros que sabiam o que iriam fazer com as suas alforrias, pois viveram a vida toda sob o domínio dos brancos. Este período do qual podemos identificar de readaptação desta população, causou um “choque” étnico, apesar da mudança quase imperceptível de tão elevado trunfo, ou seja, a liberdade, o direito de ir e vir, livre. Vejam que cem anos após a abolição, a nossa Carta Magna de 1988, ainda cita como um dos direitos fundamentais do cidadão a liberdade: C/F. Art. 5º, XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.A questão é que após a “aposentadoria” do chicote, a descriminação passou a ser não só racial, como também social, relembrando o saudoso Bezerra da Silva, este dizia que: “ Branco pobre também é negro”. Hoje o trabalhador é “chicoteado” pela CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas. É confiscado o seu salário pelo Governo, até porque, se entende como salário como o conjunto de vantagens habitualmente atribuídas aos empregados, em contrapartida de serviços prestados ao empregador, em quantia suficiente para satisfazer as necessidades próprias e da família. Pergunto: É isto o que na realidade acontece?Pois bem, podemos deduzir diante da afirmativa acima que ainda hoje existe as tais classes dominantes e dominadas, as quais se dividem em um percentual de noventa por cento (dominada), que é o povo, e dez por cento (dominante), que são os empresários, bancários e os políticos.A nossa atual carta de alforria já não precisa ser mais escrita heroicamente por um (a) político. Esta carta é uma simples cédula de votação que põe ou tira os poderes de quem elegemos para nos representar no legislativo. A consciência da Princesa Isabel foi “transferida” para o povo, o qual sabendo eleger o seu representante, pode construir um país livre, sem preconceito, com mais justiça social e sem tantos corruptos na política, como é o atual nosso Brasil.Não queremos mais um país de heróis, mas também não aceitamos mais um país de golpistas, de tantos deputados, ministros, e governadores condenados, ou indiciados por práticas de crimes diversos. A arte de votar é tão complexa quanto à arte de exercer um mandato, a destreza no momento da escolha dos nossos representantes tem um preço, que pode ser árduo e longo, como também pode ser prazeroso e gratificante. Vamos sair de uma vez da “senzala” e vamos invadir a “Casa Grande”, de forma democrática, ordeira e correta, apenas usando um “x” e retirando os golpistas e buscando os verdadeiros cidadãos brasileiros que atuam pela meritocracia política em favor do nosso povo.Ainda reflexo de uma colonização onde os estrangeiros que desembarcavam na terra “tupiniquim”, exerciam a soberania e o domínio, podemos ver hoje uma legião de políticos e ministros com sobrenomes de origem imigrantes como: Rousseff, Adams, Tombini, Raupp, Suplicy, Mantega, Crivella, Afif, Traumann, Menicucci, Salvatti, Lóssio, Fux, Cameli, Bittar, Tobelem, Reguffe, Pietschmann, Kokay, Mannato, Foletto, Cruvinel, Leréia, Scodro, Otoni, Balestra, Trad, Mandetta, Loubet, Giroto, Biffi.Esta “colonização” sem fim, tem que acabar e dar lugar aos nossos competentes nativos: Souza, Vieira, Ferreira, Santos, Bispo, Machado, Silva, Xavier, Lima, Oliveira dentre outros. O povo brasileiro precisa se identificar com os seus políticos. Em um país no qual quem decide as eleições não é quem lê jornal, mas sim quem o usa para outras serventias, este princípio básico, que é saber votar, tem que fazer a diferença.Salve a memória de Maria Felipa de Oliveira, trabalhadora braçal, pescadora e marisqueira, a negra liderou outras mulheres negras, índios tupinambás e tapuias em batalhas contra os portugueses que atacavam a Ilha de Itaparica, a partir de 1822. Um dos feitos do grupo de Maria Felipa foi ter queimado 40 embarcações portuguesas que estavam próximas à Ilha.A abadessa Joana Angélica se tornou a primeira heroína e mártir da independência, em fevereiro de 1822. Joana Angélica lutou contra a invasão ao Convento da Lapa, onde soldados portugueses tentavam invadir o Convento em busca de armas e inimigos supostamente escondidos.Usando o uniforme de seu cunhado, a heroína Maria Quitéria entra para o Batalhão dos Periquitos, assim apelidado popularmente pelo uso de mangas e golas verdes, e passa a se chamar soldado Medeiros. Combate na Bahia de Todos os Santos, em Ilha de Maré, Barra do Paraguaçu e na cidade de Salvador, nos bairros da Pituba, Itapuã, e Conceição.Como podemos ver, os nossos verdadeiros heróis (heroínas), não estavam atrás de carteiras e tão pouco dentro de gabinetes, não atuavam em plenários, bem como não tinham salários astronômicos com justificativa para atender a população. Luiz Ferreira Bacharel em Direito, Pós Graduado em Política e Estratégia.E-mail:    Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Skype - lcfs_ferreirauniaoejustica.webnode.com.br

 

Alderico Sena

No dia 05 de outubro de 2014 a Lei Maior do Estado da Bahia, completará 25 anos de sua consolidação.Foi com muita honra que recebi o convite do Deputado Estadual Luiz Leal, exemplo de parlamentar ético e leal para conduzir a Coordenação de Pessoal da Assembléia Estadual Constituinte, composta de servidores qualificados do quadro da Assembléia Legislativa, dos contratados pelo Processo Seletivo em Convênio firmado entre a FAPEX/UFBA e os terceirizados contratados pela Empresa prestadora de serviços – TRASNSLAR, dentre outros colaboradores a serviço da Constituinte. Confesso aos baianos que foi um MARCO e um dos maiores desafios e privilégio profissional conduzir as atividades de recursos humanos da Assembléia Estadual Constituinte.                                  A filosofia para o sucesso dos trabalhos foi a formação de uma equipe coesa com princípios, conceitos, ética e disciplina para acontecer a Promulgação da Constituição do Estado da Bahia, no dia 05 de 0utubro de 1989. Se não fosse o zelo, a dedicação, a eficiência e o comprometimento da equipe técnica e administrativa que compôs o grupo, durante dia, noite, sábado, domingo e feriados, sob a liderança do Secretário Geral Deputado Sebastião Castro para a conclusão dos trabalhos, confesso a todos baianos que a Constituição não seria Promulgada no dia 05 de outubro de 1989 no Plenário da Assembléia Legislativa, pelo Presidente da Assembléia Constituinte Deputado Estadual Coriolano Sales que no assinar o primeiro exemplar da nova Carta Magna Estadual, ladeado pelo então governador Nilo Coelho, Presidente da Assembléia Legislativa, Deputado José Amando Mascarenhas, Senadores, Desembargadores, Prefeitos e Vereadores, dentre outras autoridades e um publico de mais de 1.500 pessoas que assistiram à sessão solene no Plenário da Assembléia Legislativa.Não poderia deixar de citar e agradecer a belíssima cooperação dos Notáveis aos trabalhos: Marcelo Duarte, Edvaldo Britto, Joaquim Calmon de Passos, Mario Kertész, dentre outros ilustres notáveis. A Bahia já teve 5 (cinco) Constituições a de: 1891, 1937, 1945, 1967 e a última de 1989.O Presidente da Constituinte, Coriolano Sales, encontrou nos versos do poeta português Fernando Pessoa – “Valeu à pena?/ Tudo vale a pena, /Se a alma não é pequena” a forma de transmitir o seu sentimento e a emoção ao declarar no dia 05 de outubro de 1989, em sessão solene na Assembléia Legislativa, promulgada a nova Constituição da Bahia. “Pela primeira vez na história política da Bahia – disse ele – realizou-se um processo aberto, franco e democrático na elaboração da Lei Maior do Estado”.A Mesa Diretora da Assembléia Estadual Constituinte de 1989, foi composta pelos Deputados Estaduais: Coriolano Sales – Presidente; Antonio Menezes – 1º Vice-Presidente; Gerbaldo Avena – 2º Vice-Presidente; Osvaldo Souza – 3º Vice-Presidente; Sebastião Castro – Secretário Geral; Jurandy Oliveira – 1º Secretário; Daniel Gomes – 2º Secretário e Paulo Renato – 3º Secretário. Na Relatoria Geral o Deputado Sérgio Gaudenzi e os Deputados José Ronaldo, Luiz Braga e Henrique Sampaio foram relatores Adjuntos. O Presidente da Assembléia Legislativa na época era o então Deputado Estadual José Amando Mascarenhas.Para conhecimento da sociedade, relaciono os nomes dos deputados constituintes que fizeram acontecer à realização da nova Constituição estadual da Bahia, com o suporte do pessoal técnico, notáveis e administrativo, promulgada em 05 de outubro de 1989: Alcides Modesto; Almir Araujo; Alcindo da Anunciação; Amabília Almeida; Antonio Honorato; Antônio Menezes; Carlos Alberto Simões; Cesar Borges; Clodoaldo Campos; Cobert Martins; Coriolano Sales; Cristovão Ferreira; Daniel Gomes; Ernani Rocha; Edgar Dourado; Edson Quinteito; Emiliano José; Edval Lucas; Eliel Martins; Eujácio Simões; Euvaldo Maia; Ewerton Almeida; Fernando Bastos; Fernando Daltro; Filadelfo Neto; Florisvaldo Carneiro; Galvão Filho; Galdino Leite; Gastão Pedreira; Gerbaldo Avena; Gerson Gomes; Henrique Sampaio; Horácio de Matos; Jaime Mascarenhas; Jayme Vieira Lima; Jayro Santo Sé; João Almeida; José Amando; João Lyrio; José Ramos; José Rocha; José Ronaldo; Jurandy Oliveira; Leônidas Cardoso; Luciano Santana; Luciano Simões; Luiz Braga; Luiz Cabral; Luiz Leal; Luiz Nova; Luiz Pedro Irujo; Luiz Humberto; Marcos Medrado; Mauricio Cotrim; Miguel Abrão; Misael Ferreira; Nobelino Dourado; Osvaldo Souza; Otto Alencar; Paulo Fábio; Paulo Maracajá; Paulo Renato; Pedro Alcântara; Ribeiro Tavares; Raimundo Caires; Raimundo Sobreira; Reinaldo Braga; Roberto Cunha Rubem Carneiro; Sebastião Castro; Sergio Gaudenzi e Vandilson Costa.Na qualidade de Coordenador de Pessoal da Assembléia Estadual Constituinte, proponho ao Deputado Estadual Marcelo Nilo, Presidente da Assembléia Legislativa do Estado da Bahia, antecipar a comemoração festiva dos 25 anos da promulgação da Constituição do Estado da Bahia, face à eleição geral no Brasil em 05 de outubro de 2014.Os 25 anos das Constituições Federal (1988) e a Estadual (1989), merecem uma Assembléia Constituinte para uma revisão constitucional.Neste epilogo, parabenizamos os heróis Constituintes que cooperaram e fizeram acontecer à promulgação da Constituição do Estado da Bahia em 05 de outubro de 1989.ALDERICO ALVES SENA – Coordenador de Pessoal da Assembléia Estadual Constituinte–1989 – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. 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No dia 02 de março, há 50 anos, um grupo de seletos jovens ortopedistas/traumatologistas, liderados pelo Prof. Benjamin R. Sales (Catedrático de ortopedia da UFBA.), decidiu, por iniciativa particular,  implantar uma clínica  de ortopedia/traumatologia  para ajudar a
melhorar a assistência da emergência na Bahia.
Hoje, comemorando 50 anos de existência, estamos com  uma  grande  
saudade  e também uma grande vontade de, através de  Moysés Wolfovitch,  saudar  a  COT  pelos seus 50 anos de benefícios e sucessos.
Usando um recurso de alquimia, estamos transmutando do nosso  coração  
algumas  palavras, na certeza de  que  a  linguagem  afetiva é atendida particularmente pelos que "sofrem a condição humana".
Temos a certeza de que representamos, nesta oportunidade, a ALEGRIA de todos aqueles que sempre atuaram e atuam na Clínica.
"Não a alegria como  término  de  uma chegada; a alegria, sim, que 
representa mais que a esperança, que arrima e adoça a caridade".
“Não são somente as instituições que  tecem ou constroem  o triunfo  das 
mesmas e sim as pessoas que nela trabalham".
Por este motivo, alegra  o coração  de todos  os profissionais  e 
colaboradores  do  COT reverenciarem os seus fundadores nesta data célebre.
Que todos continuem  gratos aos  exemplos dos  mestres da  Clínica, que 
souberam lutar e persistir, vencendo os problemas dos seus pacientes.
Parabéns Dr. Orlando Colavolpe, Dr. Remilson Domenech e uma grande e  
afetiva saudade do Prof. Benjamin Sales,  Dr. Moysés Schiper e  Dr. Moysés  Wolfovitch, que,  infelizmente "foi-se" tão recentemente, antes de assistir a solenidade que tanto almejava participar.
Que a COT continue eficiente,  zelosa com  os seus  pacientes e 
colaboradores, para cada vez mais atender  com eficácia  técnica, respeito  e  zelo  humano a todos que  da  COT necessitam.

                            SSA, 02 de março de 2014.
                                Clara Wolfovitch


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