No dia 02 de março, há 50 anos, um grupo de seletos jovens ortopedistas/traumatologistas, liderados pelo Prof. Benjamin R. Sales (Catedrático de ortopedia da UFBA.), decidiu, por iniciativa particular,  implantar uma clínica  de ortopedia/traumatologia  para ajudar a
melhorar a assistência da emergência na Bahia.
Hoje, comemorando 50 anos de existência, estamos com  uma  grande  
saudade  e também uma grande vontade de, através de  Moysés Wolfovitch,  saudar  a  COT  pelos seus 50 anos de benefícios e sucessos.
Usando um recurso de alquimia, estamos transmutando do nosso  coração  
algumas  palavras, na certeza de  que  a  linguagem  afetiva é atendida particularmente pelos que "sofrem a condição humana".
Temos a certeza de que representamos, nesta oportunidade, a ALEGRIA de todos aqueles que sempre atuaram e atuam na Clínica.
"Não a alegria como  término  de  uma chegada; a alegria, sim, que 
representa mais que a esperança, que arrima e adoça a caridade".
“Não são somente as instituições que  tecem ou constroem  o triunfo  das 
mesmas e sim as pessoas que nela trabalham".
Por este motivo, alegra  o coração  de todos  os profissionais  e 
colaboradores  do  COT reverenciarem os seus fundadores nesta data célebre.
Que todos continuem  gratos aos  exemplos dos  mestres da  Clínica, que 
souberam lutar e persistir, vencendo os problemas dos seus pacientes.
Parabéns Dr. Orlando Colavolpe, Dr. Remilson Domenech e uma grande e  
afetiva saudade do Prof. Benjamin Sales,  Dr. Moysés Schiper e  Dr. Moysés  Wolfovitch, que,  infelizmente "foi-se" tão recentemente, antes de assistir a solenidade que tanto almejava participar.
Que a COT continue eficiente,  zelosa com  os seus  pacientes e 
colaboradores, para cada vez mais atender  com eficácia  técnica, respeito  e  zelo  humano a todos que  da  COT necessitam.

                            SSA, 02 de março de 2014.
                                Clara Wolfovitch

Há um dito popular que diz: “o seu direito acaba onde começa o dos outros”. Muitos com certeza já ouviram falar nesse dito, que além de ser uma verdade a respeito da convivência entre as pessoas também reflete o ordenamento jurídico ao qual temos de obedecer, ou seja, a lei, que envolve bom senso, ética e valores morais e, ainda, direitos e deveres assegurados.

As pessoas nunca conjugam na primeira pessoa do singular: o "meu" direito acaba. Sempre é o outro quem tem que respeitar, nunca quem proclama. Mas, como saber o limite dos direitos e a extensão dos deveres individuais de um cidadão? O primeiro capítulo da Constituição Federal, a partir do artigo 5°, trata dos direitos e deveres fundamentais do cidadão. É importante conhecê-los para saber seus direitos e, sobretudo, respeitar os dos outros.

Em relação a questões estritamente pessoais, como religião, profissão, linha política, preferências esportivas ou sexuais, nada se pode opinar, sequer discutir. Em cada cabeça há uma sentença e decisões, por tanto, nesse sentido não podem ser mexidos. Todos devem ser respeitados.

 

Dizem que o escrevedor em alguns momentos exerce, “inadvertidamente”, o papel de diversos profissionais, ao comentar, opinar, criticar e até mesmo sugerir sobre temas que abrangem as mais diversas áreas do conhecimento existentes. Mas na verdade, assiste ao jornalista a obrigação de informar a população, dando-lhe meios de exercer a cidadania. Por tanto, cabe ao escrevedor, a prática de coletar, redigir, editar interpretar, traduzir e publicar (postar, apresentar) informações sobre todos os tipos de eventos.

Usando destas prerrogativas e corroborado pela Constituição Federal (nesse sentido não precisa necessariamente ser da área jurídica), mas precisamente pelo que diz o Artigo 9º, e a Lei no 7.783/89, que ‘asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender’, pode se garantir a legitimidade das paralisações. Mas, ao seguir, o que esta mesma lei proíbe, o cidadão percebe que liberdade não é a mesma coisa de libertinagem. Entre as proibições que constam na lei, está o de “os meios adotados por empregados e empregadores (durante uma greve) em nenhuma hipótese poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais de outrem”.

Vivemos numa sociedade individualista, que prega a liberdade do indivíduo como bem maior. Acontece que individualidade e liberdade nem sempre produzem bons resultados. Na verdade, somadas, pode fazer muito mal. Liberdade boa é liberdade com responsabilidade.

Todo esse “bolodório” se faz necessário para solidarizar com os estudantes das universidades estaduais da Bahia que iniciariam o tão sonhado momento de assistir as primeiras aulas dos cursos aos quais foram aprovados nos vestibulares e no Enem, nesta semana, a partir do dia 10 março, mas por conta da paralisação dos servidores técnicos das instituições não foi possível.

Para se exigir e conseguir conquistas e benefícios não é necessário que outrem seja prejudicado e, ou, penalizado.

Que esta paralisação não desestimule a ‘calorada’. No serviço público de um país onde a democracia existe de fato sempre acontecerá esses empecilhos.

 

Gervásio Lima

Jornalista e historiador.

Um fenômeno que até então não se discutiu na instituição polícia civil da Bahia (Polícia Judiciária), é o que podemos chamar de “sobe/desce”. Vejam que por falta de acatamento a um dos princípios básicos que norteia qualquer instituição que se respeita, refiro-me a hierarquia, é que este fenômeno ocorre. Outro fator que contribui para esta anomalia é que a polícia civil não tem uma carreira única com ciclo completo.

Defensor confesso que sou da PEC 51 (Projeto de Emenda Constitucional) vejo com bastante entusiasmo algumas das medidas contidas na PEC 51, tais como:
DESVINCULAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS: “A fim de prover segurança pública, o Estado deverá organizar polícias, órgãos de natureza civil, cuja função é garantir os direitos dos cidadãos, e que poderão recorrer ao uso comedido da força, segundo a proporcionalidade e a razoabilidade, devendo atuar ostensiva e preventivamente, investigando e realizando a persecução criminal”:
CARREIRA ÚNICA: “Todo órgão policial deverá se organizar por carreira única”;
CICLO COMPLETO: “Todo órgão policial deverá se organizar em ciclo completo, responsabilizando-se cumulativamente pelas tarefas ostensivas, preventivas, investigativas e de persecução criminal.”;
 
AUTONOMIA DOS ESTADOS: “Os Estados e o Distrito Federal terão autonomia para estruturar seus órgãos de segurança pública, inclusive quanto à definição da responsabilidade do município, observado o disposto nesta Constituição, podendo organizar suas polícias a partir da definição de responsabilidades sobre territórios ou sobre infrações penais.”;
 
OUVIDORIAS INDEPENDENTES: “O controle externo da atividade policial será exercido por meio de Ouvidoria Externa, constituída no âmbito de cada órgão policial, dotada de autonomia orçamentária e funcional, incumbida do controle da atuação do órgão policial e do cumprimento dos deveres funcionais de seus profissionais”.
 
Grandes valores da Polícia Civil da Bahia, hoje encontram-se no “estaleiro”, não irei me referir a nomes para não ter nenhum cunho de pessoalidade, todavia quem conhece com maior proximidade a instituição, sabe aos quais me refiro. É milenar que em todas as instituiçõesbuscam-senos mais velhos, conselhos e conhecimentos por terem estes mais experiências, fato que não ocorre na Polícia Civil da Bahia. A briosa Polícia Militar, por força de regimento, não abre qualquer possibilidade de um superior de patente ser comandado por seu subordinado.
 
A PEC busca a meritocracia e acaba de vez deste expediente tão nefasto que são os tais “cargos de confiança”, os quais na realidade só são ocupados, na sua grande maioria, por quem aceita ser fiel escudeiro dos interesses do Governo, e não do Estado.
 
Necessário se faz trazer a proposta da PEC 51 ao conhecimento da coletividade, dos movimentos e de toda a sociedade civil organizada. A PEC 51 certamente, se aprovada, trarábenefícios para a grande parte dos policiais. Além da carreira única a PEC 51, propõe mecanismos que protegem os profissionais das violações a seus direitos perpetrados por suas próprias instituições.
Hoje o que vemos é que o funcionário quando consegue ocupar um cargo tido como final na carreira, quando surge uma nova gestão este servidor é dispensado e em raríssimas das vezes é aproveitado, independente da sua idade e do seu tempo de serviço, um absurdo. Fica a dicotomia: Será que vale a pena se dedicar, se aprimorar e buscar galgar uma projeção neste modelo de administração? Lembra-nos de alguns aracnídeos como a aranha viúva negra que após o acasalamento corta a cabeça do macho, ou seja, depois do prazer, a morte.Ou será melhor a segunda opção de ficar esperando a aposentadoria chegar, e virar um bom barnabé, como faz a maioria dos servidores? Parece mais inteligente, por mais que inexplicável, aparentemente.
Enquanto tivermos este modal engessado na estrutura da polícia, a criminalidade tornar-se-á cada vez mais organizada e à frente de um sistema falido e ultrapassado, onde se busca máquinas para combater o crime, ao invés de capacitar e valorizar o profissional.
Um erro primário e contumaz dos gestores da área de polícia judiciária é esquecer-se de uma lição elementar: O mundo jurídico é cíclico e celere, portanto a polícia deveria acompanhar estas mudanças com a celeridade que toda a sociedade requer. Notem que o costume é uma das grandes fontes do direito, em sendo, contribui quase que decisivamente para que as pessoas que lidam com a matéria estejam sempre atentas a estas mudanças e assim busquem soluções que no mínimo amenizem aos fatos delitivos, pois o reflexo desta inépcia é este crescente número de ocorrências criminais.
Especulam-se até que uma das facções criminosa de destaque no sistema prisional, banca seus políticos, os quais são incumbidos de fazerem “lobby” em prol dos interesses do grupo. Caso este extremo seja realmente fato, vemos que não adianta só ao Estado incumbir-se de encarcerar o indivíduo, mas também cabe a ele o dever de prover meios para que o infrator não se “apaixone” pela causa, e assim consiga enxergar que o crime realmente não compensa. O Estado deve passar bons exemplos, sem hipocrisia, diferente do atual quadro, principalmente com representantes políticos que provem esta afirmativa.
 
A solução para esta situação bastante preocupante, que é a diminuição da violência, seria algo que certamente deveria ser de interesse de todos, mas os conflitos de vaidades, e a falta de diálogo sobre a matéria são óbices que fazem arrastar esta discussão, enquanto isto a marginalidade que nada tem haver com a situação, continua “jogando solto”. 
 
Luiz Ferreira 
Bacharel em Direito, Pós Graduado em Política e Estratégia.
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Skype - lcfs_ferreira
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Alderico SenaO Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e Ministro do STF, Marco Aurélio Mello, foi muito feliz em sua entrevista na Veja, edição 2360, “quando afirma que mais importante do que reclamar nas ruas da ineficácia dos governos é ir para a urna escolher bem os governantes. A sociedade não é vitima, é a culpada. Reclama do governo e se esquece de que quem colocou os políticos lá foi ela própria”.O perfil do político mudou e muito, dos anos 90 para cá. As manifestações comprovam a insatisfação da sociedade, considerando que toda e qualquer decisão é política. O local de consciência política para o exercício de cidadania é a urna. A CPI DO ELEITOR É O VOTO consciente para expurgar o péssimo político. O eleitor tem o dever moral de observar a história familiar, profissional e as propostas, para então decidir pelo votar no candidato que terá um mandato de 4 (quatro) representando a coisa publica.A sociedade pensa que o Prefeito, Governador e Presidente têm poder para deliberar sobre qualquer coisa, engana-se. Os Poderes são autônomos entre si, dentro do que estabelece a Constituição Federal, mas cada qual exerce sua atribuição. O de executar o Executivo, o de legislar o Legislativo e o de fazer cumprir as Leis o Judiciário.As pressões são muitas, em cima de um governante, no que concerne aos interesses político partidário para os investimentos nos municípios, estados e União, sem levar em consideração os interesses de grupos econômicos nacionais e internacionais.  É o povo que mantém a Nação, através de impostos, contribuições e taxas, recolhidas ao cofre púbico para o desenvolvimento do Brasil, como um todo. A sociedade deve se aproximar dos governantes que elegeu (Prefeito, Governador e Presidente) para que tenham força e moral para conduzir a coisa publica com autonomia, isenção, transparência, segurança e ética. Participar da coisa pública é um dever cívico e mais, é saber exercer um direito de cidadão. Escreveu Rui Barbosa “O cidadão que não conhece o seu direito, não tem o direito de lutar por eles”.Quando o eleitor deveria votar para expurgar os maus políticos, ele recua e vota em branco, nulo e abstém. É ai que o Renan Calheiros, Maluf, Sarney, Collor, Jader Barbalho e tantos outros que prestaram desserviço a Nação continuam sendo reeleitos e no poder ditando a vida de todos. Nas eleições de 2010 houve 30% de votos inválidos. A insatisfação esta evidenciada pelas manifestações nas ruas e indica que esse % vai ser maior nas eleições de 2014. Só que esta atitude do eleitor é equivocada e vai de encontro à luta que foi do povo em conquistar um direito de votar no “Movimento pelas Diretas Já”.O eleitor não pode deixar de exercer o seu direito de votar para passar cheque em branco ao corruptor e ao corrupto. O eleitor deve votar sim para que os maus políticos não continuem manipulando as pessoas menos esclarecidas, em face de omissão dos eleitores esclarecidos. Disse o Ministro Marco Aurélio Mello: “O local de protesto por excelência é a urna. eleitor precisa perceber que o voto dele tem um peso relativo, que é unitário, mas quando se soma a tantos outros resulta na escolha do representante que praticará atos que repercutirão na vida dele – tenha ele comparecido ou não no dia da eleição. Não é mediante a apatia nem o protesto extremado que chegaremos ao Brasil há dias melhores. Chegaremos com a participação de todos, escolhendo os melhores candidatos. Mais importante do que o “vem para rua”, que virou moda, é o “vem para a urna”. O protesto eficiente não se faz queimando lixeira, mas participando da vida pública”.A sociedade é culpada sim, quando não se organiza e não participa de ações que lhe diz respeito, pois assim assina cheque em branco para terceiro decidir por ela. Vejamos: Quem  participa de reuniões e Assembleias de Condomínio, Sindicato, Associação, Cooperativa, Consórcio, Movimento Partidário, Partido Político, Igreja, dentre outros? O aposentado, o negro, a mulher, o jovem, o trabalhador, o cooperado, enfim todo segmento da sociedade é cruel com ela mesma, fica aguardando o resultado para usufruir das benesses e ou ser humilhado e desrespeitado. É uma questão cultural. O problema não está no Brasil, está na atitude de cada cidadão, é uma questão moral e educacional. É só observar “O caso do Ator negro preso por crime que não cometeu mostra como o racismo ainda é latente no Brasil”. Onde anda a NIGRITUDE para exigir do CONGRESSO NACIONAL, considerar RACISMO como crime inafiançavel? A violência, a corrupção e a impunidade no País, não é culpa também da sociedade?Cadê a sociedade organizada para iniciar o “Movimento pela Reforma Política Já”, como a do “Movimento das Diretas Já” em 1984? O POVO TEM QUE IR PARA RUA E EXIGIR, A REFORMA POLÍTICA JÁ. DOA A QUEM DOER. Por isto que escrevo este artigo sob o titulo: A sociedade é culpada pelos desmandos praticados contra a coisa pública e o Brasil. É hora de ação e não de omissão. Em 2014, vote no SER e não no TER do candidato. Alderico Sena – Bacharel em Teologia, Sociedade e Política e   Especialista em Gestão de Pessoas – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Jolivaldo Freitas

 Meu melhor Carnaval foi o primeiro que saí em 1970. Foi tão bom que não acostumei com os outros carnavais e hoje sou mais um folião de ver pela TV do que ir atrás do Trio elétrico. Se bem que quase ninguém vai mais atrás do trio, a não ser entre as cordas, com seguranças e cordeiros. Nos anos 70 do século passado todo mundo ia de cara enfrentar a lateral dos trios. Era na lateral onde tudo acontecia: beijos roubados, roubar mulher dos outros, perder as mulher da gente, trocar sopapos, dar rasteira, bater ombro a ombro e depois de tudo, na quarta-feira, dizer aos amigos, comemorando, que foi um Carnaval dos diabos. Bom por demais. E ficava a saudade.

Na minha fátua lembrança ainde vejo que depois de anos de timidez – pode acreditar que um dia fui tímido e por causa disse deixei de comer um bocado de amigas, colegas, primas e vizinhas – tomei coragem. Fui ao comércio do bairro da Calcada, faltando uns dias para o Carnaval, e depois de catar as moedas, comprei uma chita para fazer uma fantasia de pierrô. Era um pano horrível, mas que um amigo me disse que no Carnaval “quanto pior, melhor”.

Não tinha grana para pagar a uma costureira de mão cheia e minha melhor amiga de todos os tempos Zafira Miranda - tia da excelente jornalista Doris Miranda, do Correio -, pessoa por quem até hoje sou extremamente saudoso, decidiu pegar uma máquina de costura Singer e enfrentá-la para fazer minha fantasia; ela que nunca tinha costurado mais que uma camisa..., e olha que foi um horror.

Fui para o trajeto dos trios. Subi o Elevador Lacerda cheio de alegria. Era meu primeiro dia na vida indo ao Carnaval. Ficamos, eu e meus amigos, tendo como base de encontro o Palácio do Rio Branco., na Praça Municipal. E de lá tudo passava: o trio da Saborosa, Dodô & Osmar com meu querido e saudoso amigo o professor Valter Miranda tocando seu indefectível bumbo, na maior cara feia; os blocos “Vai Levando! e “Os Loucos”. Fui atrás do trio e voltei sem a fantasia. Vou explicar a seguir.

Acontece que, como era a primeira vez que minha amiga tinha feito uma fantasia, nem tudo deu certo. O gancho, que é a parte da fantasia do pierrô (ou careta) que fica embaixo dos eggs, ficou curto. Cada vez que eu levantava o braço parecia que ia cortar a virilha no meio. Mas, no meio da alegria eu esquecia e levantava o braço. E lá vinha a dor.

Mas não esmoreci. Segui os trios, andei nos blocos, ganhei uma menina, tomei minha primeira bebedeira e jurei que nunca mais tocava em álcool. E voltei para a casa quase sem minha fantasia de chita, pois ela não aguentara o rojão. Cheguei em em êxtase. Com o diabo no corpo. E nuca mais que o diabo saiu. Nem com banho de folha.

Jolivaldo Freitas
Jornalista, Escritor, Publisher, Radialista, Publicitário e especialista em Marketing. Colabora com artigos publicados periodicamente no Notícia Livre



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