Esta foi uma política criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra os governantes.

Vejam que os métodos atuais utilizados pelos nossos governantes são os mesmos, obviamente a estrutura é que é diferenciada, até porque na Roma antiga, não existia tantos programas existencialistas como os de hoje. As duas escolas que versam sobre o tema, a católica e a ateia, ambas têm em comum apenas a adoção do pressuposto de que a existência precede a essência.

À proporção em que ocorre a distribuição de bolsa família, bolsa escola, bolsa universidade e de tantas outras bolsas, o governo praticamente determina a condição de parar de pensar do povo e o anestesia com um “bálsamo” equivocado, fazendo parar de sangrar o seu sofrimento.

Na antiga Roma, o custo desta política foi enorme, causando elevação de impostos e sufocando a economia do Império, nada diferente do que ocorre atualmente, os espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, eram promovidos nos estádios para divertir a população; nesses estádios, pão era distribuído gratuitamente. Hoje estes espetáculos ocorrem em nossas praças públicas, e são passados diariamente em nossas emissoras de televisão, tudo isto promovido por um jogo de interesses, onde o objetivo principal é “idiotizar” o cidadão, buscando apenas e tão somente destes indivíduos o que ele não percebe que tem de maior valor social, que é o seu voto.

 
Luiz Ferreira  -Soteropolitano, 51 anos, casado, Bacharel em Direito, Pós-graduado em Política e Estratégia, servidor público estadual há 26 anos. Trabalhou na iniciativa privada em várias empresas, como a saudosa Mesbla Veículos, foi Diretor do Presídio de Simões Filho/BA, atualmente labora na DRFRV – Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos.

Nas últimas décadas, a economia baiana concentrou-se na Região Metropolitano de Salvador. Em suas duas gestões, o governador Jaques Wagner vem promovendo a descentralização da atividade econômica e a criação de polos de desenvolvimento em todas as regiões de estado, enxergando a Bahia em sua amplitude e as potencialidades de cada região.

Nesse contexto, a implantação do Porto Sul torna-se um projeto de vital importância em benefício, principalmente, do sul do estado, para que a região possa entrar num novo ciclo. Um ciclo de desenvolvimento duradouro e sustentável. A iniciativa trará benefícios como a geração de emprego, realização de obras de logística e infraestrutura urbana e a melhoria da qualidade de vida de uma população de cerca de 500 mil pessoas, apenas no eixo Ilhéus-Itabuna, as duas principais cidades.

O Porto Sul terá área de 1.224 hectares, com capacidade de exportar 75 milhões de toneladas/ano. O complexo compreende o terminal do governo - ZAL (Zona de Apoio Logístico) – e outro concedido à Bahia Mineração (Bamin). O estado será sócio minoritário, mas com poder de veto, para garantir o acesso ao porto a todos os interessados.

Precisamos aproveitar o dinamismo da economia. Os investimentos privados ajudam o desenvolvimento do país e vamos contar com 100% de recursos privados para implantar o Porto Sul. Ele nasce a partir da nova modelagem do setor, isso significa desenvolvimento e redução de custos para o erário.

A obra, que tem previsão de início em 2014, está orçada em R$ 5,6 bilhões, sendo R$ 3,6 bilhões investidos na ZAL do Estado, com recursos privados. Os outros R$ 2 bilhões são destinados ao Terminal de Uso Privativo (TUP) da Bamin.

O Porto Sul é o maior projeto de logística na história recente da Bahia. Ele atuará como vetor na atração de novos empreendimentos na área da indústria e comércio e em prestação de serviços, sem prescindir do turismo, vocação natural de uma região que abrange praias belíssimas, biodiversidade, natureza exuberante e um riquíssimo patrimônio histórico e cultural.

É preciso ressaltar que o respeito ao meio-ambiente e a participação popular são ações marcantes neste projeto. A partir da realização de nove audiências públicas do Ibama em Itabuna, Ilhéus, Uruçuca, Itacaré, Coaraci, Barro Preto e Itajuipe, que reuniram cerca de 10 mil pessoas, foram realizadas alterações no projeto, sugeridas pelo órgão, Ministério Público, ONGs e demais representantes da sociedade organizada.

Estas alterações, que incluem a mudança da Ponte da Tulha para o distrito de Aritaguá e a redução da área do porto, visam, prioritariamente, com adoção de novas tecnologias, reduzir ao máximo o impacto socioambiental, valorizando os inquestionáveis aspectos positivos de um projeto que é inovador.

Nesta semana, atendendo a uma reivindicação do Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual, o Ibama e Governo da Bahia, juntamente com a Bamin, realizam novas audiências públicas em Ilhéus e Itabuna, para apresentar e debater as adequações necessárias. Os encontros serão realizados nos próximos dias 12 e 13, respectivamente. É importante ressaltar que estas audiências ocorrem sem a suspensão da Licença Prévia, já concedida pelo Ibama e imprescindível para o início das obras.

 O Porto Sul segue firme, sem quaisquer retrocessos. As audiências representam a preponderância do diálogo, condição sine qua non para uma gestão democrática. Trata-se de mais uma demonstração inequívoca da transparência e seriedade com que todo o processo vem sendo conduzido pelo Governo da Bahia. Mais uma vez, conclamamos os sulbaianos para que participem dos encontros e exerçam a cidadania.

A Bahia se prepara para encarar bons desafios. A produção industrial e agrícola de nosso estado são pujantes. Estou convicto de que o Porto Sul significa a virada que a região tanto anseia. Ele responderá à demanda, operando para dar vazão aos nossos produtos e a produtos do Centro-Oeste do país, com menores custos e melhores serviços. O Porto Sul é um projeto acertado do governador Jaques Wagner.

* Rui Costa é deputado federal 

Alderico Sena

A carência de bons gestores e de pessoal qualificado na esfera dos três Poderes, em especial na maioria dos 5.564 municípios brasileiros é um dos principais entraves para o crescimento e o desenvolvimento do País.                

O que move e faz crescer o País é o investimento em educação, saúde, consciência política do eleitor, nível de investimento no setor produtivo e infraestrutura, como estradas de boa qualidade para escoamento da produção, geração de emprego e de renda.

Os futuros governantes precisam conduzir os destinos do País com autonomia, isenção e imparcialidade para tanto será necessário de um bom quadro de parlamentares que tenham dignidade, princípios e valores. Sem Casas Legislativas fortes e independente com bancadas de Senadores, Deputados e Vereadores de oposição e situação que se respeitem entre si, não teremos nunca o Brasil que todos sonham. A sociedade tem que exigir dos futuros gestores as certidões negativas que comprovem “FICHA LIMPA”, homem de caráter para compor equipe de governo e gerir a coisa publica. É hora de dá um basta no corrupto e no corruptor do erário publico. O governo precisa também ter coragem para promover um conjunto de medidas destinadas a reduzir Ministérios, Secretarias, Fundações e autarquias que desenvolvem atividades correlatas, cortar despesas para aperfeiçoar, revitalizar e moralizar o Serviço Público, a máquina pública é muito pesada e burocrática.  Também o governo precisa focar que, quanto mais gerir com austeridade, fiscalização, zelo, eficiência e eficácia o tamanho de sua estrutura, mais poderá realizar benefícios para a sociedade em geral.

O sinal de alerta promovido pelos manifestantes em junho/13, serviu de ensinamento para os governantes, parlamentares e demais autoridades, no sentido de rever seus princípios, conceitos e critérios na forma de condução da coisa pública com padrões, metas, prioridades e qualidade na prestação de serviços a sociedade. Os manifestantes têm razão, tudo na vida tem limite. A sociedade foi desafiada, chegando à tolerância zero.

Outro aspecto que os três Poderes, precisam adotar critérios para eliminar o alto grau de burocracia e melhor disciplinar, o controle e o acompanhamento da gestão no setor público, com fiscalização e penalização rigorosa daqueles que não zelar bem do erário público.

A coisa como está é que não pode ficar. Homem de bons costumes não está querendo mais exercer cargos no setor publico, devido o excesso de controle e burocracia que impede ações de políticas publicas em beneficio da sociedade, em especial da população carente. Um exemplo claro é a dificuldade em socorrer desastres naturais, enchentes, dentre outras catástrofes, principalmente como a que ocorreu em Lajedinho – Bahia.

No Brasil ninguém confia mais em ninguém. Só que nem todos os dedos de uma mão são iguais. É preciso saber separar o “JOIO DO TRIGO”. Como consequência pessoas idôneas deixam de participar do processo político e de atividades profissionais no Setor Público.

O Brasil carece de bons gestores. Gestão pública não é um tema popular porque as pessoas não têm a visão da dimensão do que significa. Mas ela é a mola mestra necessária para a qualidade da educação, da saúde, da segurança, saneamento básico, dentre outras ações de políticas públicas. Sem uma boa gestão e um Programa de Valorização do Servidor, ainda que tenha recursos, não é possível prestar serviço à sociedade de boa qualidade.

O gestor tem que trabalhar com meta e prioridade, ter foco para obter resultado em prol da coletividade. As pessoas, por uma questão cultural e educacional, buscam o resultado mais imediato, este é um erro que faz a diferença do bom político para o político desqualificado.

A Instituição Pública no Brasil precisa passar por uma modernização organizacional e administrativa para conquistar o crescimento e o desenvolvimento do País, considerando as suas riquezas: geográfica, natural e cultural. É essencial que a forma de administração se modernize a exemplo de Países desenvolvidos. No entanto é preciso adotar critérios para ampliar a eficiência do quadro de servidor e do serviço público com formação, informação e capacitação.  

O governo precisa implantar o Manuel do Servidor Público para que todos os servidores tenham conhecimento do seu dever para com a sociedade. Afinal quem custeia os Três Poderes é a sociedade, através de impostos recolhidos aos cofres públicos.

Se o governo e o Congresso Nacional não priorizarem uma Reforma Política completa para moralizar o Sistema Eleitoral, o homem de dignidade não participará mais do processo eleitoral e será um prejuízo incalculável para a democracia, face o jogo e a força do capitalismo nas eleições. Tudo que é ilegal é imoral. No Brasil, ganha eleição quem tem PODER e CAPITAL. Sociedade a hora é de ação e não de omissão. “O cidadão que não conhece os seus direitos, não o direito de lutar por eles” Ruy Barbosa

 

ALDERICO SENA – Especialista em Gestão de Pessoas, Vice-Presidente da Executiva do PDT de Salvador – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 O Tratado de Schengen.

Ou também conhecido como Acordo de Schengen consiste numa convenção entre países europeus sobre uma política comum de abertura de fronteiras e liberdade de circulação de pessoas entre os signatários

O Tratado de Schengen abrange 30 países, incluindo todos aqueles que formam a União Européia e mais três outros não membros do bloco (Islândia, Noruega e Suíça). Para nós brasileiros, o acordo tem relevância no sentido da obrigatoriedade da contratação de seguro viagem para quem visitar os países signatários.

O seguro viagem?

O seguro viagem internacional é definido como uma assistência em caso de ocorrência de imprevistos no embarque, no período de permanência do viajante em seus destinos e no retorno ao seu país de origem, sendo que os valores variam conforme as coberturas contratadas.

Mesmo que tomemos o máximo de cuidado em nossas viagens, imprevistos podem acontecer. A contratação de um seguro de viagem funciona justamente na minimização dos impactos dessas ocorrências não esperadas mediante a oferta de serviços práticos a custos relativamente baixos, que giram em torno de 5% do valor total gasto pelos consumidores.

Tipos de cobertura.

Obrigatoriamente, o seguro viagem deve cobrir os riscos de morte acidental e invalidez permanente total ou parcial por acidente, sendo que outras coberturas podem ser incluídas, tais como: despesas médicas, hospitalares, odontológicas, diárias decorrentes de atrasos nos vôos, perda e roubo de bagagem e danos às malas, dentre outras coisas.

Vale ressaltar que as importâncias asseguradas pelo seguro viagem são pagas apenas na ocorrência de imprevistos que têm a proteção da cobertura contratada por você.

Seguros para viagens a serviços de empresas.

Os Planos Executivos com diversas proteções podem ser contratadas pelo prazo de um ano. No caso do seguro ser direcionado aos diretores, empregados e estagiários, que viajam com freqüência a serviço da empresa, esta costuma contratar um seguro mediante uma apólice aberta com prazo de 1 ano para a inclusão de todas as viagens.

A cobertura do seguro contratado por uma empresa para os seus executivos e funcionários pode abranger apenas o território nacional ou também o exterior, o que deverá estar descriminado na apólice do contrato.

Diferenças no seguro para viagens no Brasil e no Exterior.

Para as viagens em território brasileiro, o seguro pode ser contratado desde que a distância mínima entre o município que você mora e o seu destino final seja de pelo menos 100 km. O prêmio é pago em reais.

O seguro para viagens internacionais, em geral, é calculado em dólares, mas algumas seguradoras, incluindo algumas de grande porte, faturam em reais.

Empresas podem contratar para seus executivos, que viajam com bastante freqüência, seguros com garantias de indenizações de valores mais altos, como de US$ 100 mil a US$ 1 milhão visando a cobertura de despesas médico-hospitalares de emergência. O custo gira em torno de 600 reais por ano para um contrato de 90 dias de duração. Em geral, o limite de idade para executivos é de 65 anos.

Os custos.

O custo do seguro é relativamente baixo, sendo que o prêmio varia de acordo com a duração da viagem, das coberturas e do valor da indenização a ser contratada.

Para destinos internacionais, o custo fica entre em R$ 9,00 e R$ 25,00 reais, de acordo com os parâmetros contratados, enquanto nas viagens nacionais os valores oscilam, em geral, entre R$ 2,00 a R$ 4,00. Na maioria das contratações, o prêmio é pago de uma só vez.

Os seguros para executivos e estudantes que passarão mais de 12 meses no exterior, em geral, oferecem a flexibilidade do pagamento em parcelas.

Artur Salles Lisboa de Oliveira é admnistrador de empresas.
Profissional com certificações: CPA-20 (Anbima) e Ancord.

 

 

 

É o que sempre dissemos: não adianta Mais Médicos, interiorizar a saúde, se a infraestrutura for falha. Está se mostrando ineficiente e atinge justamente este que é considerado o maior programa de saúde pública do mundo: o Sistema Único de Saúde, popularmente conhecido como SUS.

Não é preciso ser nenhum estudioso para saber que a saúde do Brasil vai mal. A Televisão mostra diariamente, em tom de denúncia, gente morrendo nas filas, pacientes sendo recusados nos hospitais, unidades paradas por falta de recursos para manutenção de máquinas e equipamentos, obras de reforma paralisadas, ausência de médicos e um sem fim de situações que mostram que sucatearam a saúde.

E a justificativa que vão dar é que a situação chegou a esse ponto porque as “elites” acabaram com a CPMF. Lembram dela? Aquela Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira que, quando foi criada para financiar a saúde, o PT foi contra e depois, quando virou governo, queria transformar o provisório em permanente?

Mas o problema, como as próprias entrevistas de TV mostram, não é de recursos, mas de gestão. Ou da falta dela. E o governo conseguiu arrasar a saúde no país. Em apenas 12 anos conseguiram destruir o que tínhamos de melhor. Pelo menos, funcionava, se não era o ideal. Agora, nem isso.

Dados, fatos e números vem para corroborar com o que estou afirmando. Uma das maiores agências de notícias mundiais, a Bloomberg informa que o Brasil ficou com o último lugar entre os sistemas de saúde do mundo inteiro – o levantamento considerou apenas as nações com populações maiores que 5 milhões, com o PIB per capita superior a US$5.000 e expectativa de vida maior que 70 anos.

Entre os 48 países avaliados, o Brasil fica atrás de países como Romênia, Peru, República Dominicana, Irã e Argélia. Hong Kong, Singapura, Japão e Israel são respectivamente os quatro primeiros colocados, com o melhor sistema de saúde.

E o que mais é surpreendente é que o custo da saúde no Brasil é, em média, de US$ 1,200 (R$ 2.900), acima de muitos países, inclusive de primeiro mundo. Cuba, por exemplo, que tem uma medicina famosa por seu caráter preventivo, alardeado por todo o mundo, a um custo pouco acima de US$ 600 (R$ 1.400). Aqui, é quase o dobro e só conseguimos marcar uma consulta no SUS para daqui há seis meses. E essa avaliação minha, faço com muito boa vontade, porque há prazos que chegam há um ano!

Mas é que saúde de pobre não dá Ibope, não dá voto e só sai na TV se o paciente morrer na fila ou se forem denunciados desvios monumentais de verbas públicas! Fora isso, é raro aparecerem nas reportagens casos onde a saúde pública é exemplo.  

Não adianta Mais Médicos, se eles não tem para onde encaminhar os pacientes. Ou se reestrutura radicalmente a rede, ou, muito em breve, vamos ter um colapso. E não adianta apresentarmos números mágicos da economia, se ainda não damos o básico a população: saúde, educação, segurança pública, alimentação, moradia e emprego!

De resto, vamos só contabilizando os piores indicadores: a pior saúde, a pior educação, a pior segurança. São os indicadores internacionais que dizem isso. Não sou eu! Só faço o alerta à sociedade e aos governos!

 

Heraldo Rocha é médico, ex-deputado estadual, vice-presidente estadual e presidente municipal do Partido Democratas de Salvador


Prefeitura de Salvador
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