Hoje é comemorado o Dia do Psicólogo. Especialista ressalta que o sucesso da cirurgia está diretamente ligado ao acompanhamento psicológico. 

Mais de 70 mil operações bariátricas foram realizadas no Brasil pelo SUS e pela rede particular, em 2012, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). Em 2003, foram feitos 16 mil procedimentos, ou seja, houve um aumento de 4,5 vezes no número total durante esse período. Os resultados positivos da cirurgia são incontestáveis. No entanto, não basta apenas se submeter à “redução do estômago”. O sucesso do procedimento está ligado ao acompanhamento psicológico, que deve acontecer antes e depois da cirurgia. Para alguns pacientes, o atendimento psicológico é mais duradouro, assegurando assim a manutenção do peso e uma vida saudável. A importância do profissional é lembrada nesta terça-feira (27) quando se comemora o Dia do Psicólogo.

acompanhamento psicológico é fundamental para que o paciente possa trabalhar questões emocionais observadas antes da operação como baixa autoestima, dificuldades em reconhecer suas qualidades, negativismo, entre tantas outras. A psicóloga da Clínica de Cirurgia Bariátrica Osiris Casais, Priscila Brito, explica que todo paciente obeso que vai submeter-se a este tipo de cirurgia deve, antes, passar por uma avaliação psicológica que é composta de alguns testes e muito diálogo. “Essa avaliação não tem a intenção de proibir ninguém de ir pra cirurgia. Na verdade é mais um dos vários exames que o cirurgião pedirá ao paciente antes de operar”, diz a psicóloga.

No entanto, ela salienta que a cirurgia pode ser adiada pelo psicólogo quando for detectada alguma psicopatologia grave, como por exemplo, um transtorno alimentar como a bulimia ou quando o paciente não tiver condições intelectuais de entender o processo pelo qual será submetido, já que o entendimento e colaboração do paciente serão fundamentais para obtenção de bons resultados no pós-cirúrgico. O papel do psicólogo junto ao paciente que realizou ou pretende fazer a cirurgia bariátrica é investigar história de evolução do peso, identificando possíveis problemas que podem afetar de forma negativa a cirurgia. A psicóloga explica que durante as consultas o paciente é acolhido, orientado e avaliado. “Também se faz necessário o atendimento grupal que tem objetivo de “psicoeducar” pacientes e familiares, assim como desconstruir medos e mitos relacionados á cirurgia”, explica a psicóloga, destacando que o número de consultas antes da cirurgia dependerá da necessidade de cada paciente.

Após a operação as idas ao profissional são fundamentais para garantir o sucesso da cirurgia. “A continuação do acompanhamento diminui os riscos do indivíduo em retornar aos antigos hábitos alimentares e voltar a sofrer devido às complicações causadas pela obesidade”, explica. Priscila destaca que a maioria das pesquisas sugere uma prevalência maior no pós-operatório de quadros de ansiedade, depressão, transtorno de imagem corporal, dentre outros quadros psicopatológicos. “A dieta líquida e toda restrição que ela exige bem como o processo de troca de dieta até chegar à tão sonhada dieta sólida, pode causar irritabilidade no paciente. Tal condição pode levar o paciente a desenvolver quadros de psicopatologia que exigirá avaliação psicológica e psiquiátrica”, afirma à psicóloga.

Segundo ela, as novas mudanças podem desencadear quadros depressivos ou transferência do padrão alimentar compulsivo para consumo de álcool, drogas, comprar e até mesmo a busca exagerada pelo sexo. “Daí a importância em ter o acompanhamento com psicólogo. A mudança no corpo é rápida e nem sempre a cabeça se transforma no mesmo ritmo”, finaliza a especialista.

 

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Enviado por  Nei Mário Santana

Vez de verdadeiros guerreiros, de homens, filhos, esposos, namorados e atletas.

Amanhã, tudo será diferente, mas, nossa família, sempre estará ao nosso lado, à qual, queremos dedicar essa vitória. Nossa luta não será fácil, mas, com humildade, respeito e espírito de guerreiros, venceremos.

Jacobina verá uma seleção, que colocará nas pontas das suas chuteiras o “coração”.

Tínhamos  que passar por tudo isso, ou melhor, Deus permitiu  que passássemos pelo vale da sombra da morte , para que reconhecêssemos  que sem  luta seria tudo em vão. Sem a ajuda divina, pior ainda.

Hoje, unidos por uma causa maior, amamos este povo bom, verdadeiro e honesto, que há mais de cem anos vem fazendo a história dessa cidade. Dentre as mais belas da Chapada Diamantina.

Queremos te dizer, povo jacobinense, nós te amamos e é em nome deste grande que sentimos por vocês que vamos dar a nosso “sangue” para ganharmos. Não, menosprezando nosso adversário, mas, lutando com honra e lealdade.

Vamos à vitória. Salve Jacobina!!!!!!!!!!!

Alderico Sena

O aposentado no Brasil só tem deveres, considerando que seus direitos conquistados foram retirados, através de Emendas Modificativas na Constituição Federal e nas Leis.

O aposentado não é reconhecido e nem é respeitado pela sociedade, família e governo; Não tem como direito um Hospital específico para a pessoa idosa em cada estado da federação; O aposentado não tem assegurado o direito de acompanhante da família para tratamento de saúde, devido o trabalhador não ter o direito ao abono de falta pela empresa/instituição para assistência à saúde; Não existe uma Secretaria em níveis de município, estado e federal para desenvolver políticas publicas na proteção à pessoa idosa; O governo não paga a reposição dos valores dos benefícios de aposentados o que já representa perdas em média elevadissima; O Governo não concede o mesmo % de reajuste e discrimina aqueles que ganham acima de um (um) s.m com reajustes diferenciados de 6,15 % e os que recebem um s.m 9,2%; Com a aplicação do Fator Previdenciário, o aposentando vem tendo perdas a partir do pedido de aposentadoria, considerando que dificilmente consegue receber o TETO do INSS; Aumento de violência contra o aposentado; Abuso de publicidade na mídia (TV e Radio) estimulando o aposentado tomar empréstimo nas instituições financeiras; Discriminação de Planos de saúde e a falta de unidade de saúde especifica para assegurar assistência à saúde do idoso; Remédios caros e a falta de fornecimento de medicamentos gratuito pelo governo; Falta de fiscalização ao direito a cadeira no transporte coletivo, vaga em estacionamento, falta de catraca em estádio, dentre outros direitos e garantias; Não tem direito a devolução das contribuições pagas para o INSS após retornar ao mercado de trabalho, depois de aposentado como no passado o PÉ NA COVA.

O governo e políticos representantes da cidadania precisam desenvolver políticas publicas que venham garantir direitos e garantias, daquelas pessoas que foram os grandes responsáveis por todo o crescimento alcançados pelo Brasil.

Apresentamos as seguintes propostas para análise e demais providências dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), caso venham reconhecer os direitos dos aposentados que honraram seus compromissos para com o Brasil e que hoje só restam direitos, considerando que os deveres foram cumpridos.

1º A administração da Previdência Social deverá ser gerida exclusivamente por aposentados e trabalhador, uma vez que os recursos (pecúlio/poupança) recolhidos pela Previdência Social são dos trabalhadores para pagamento de benefícios de aposentadoria, dentre outros; 2º - Criação de Conselho deliberativo, em numero de sete, composto de membros de governo, empresas, sociedade civil (Centrais/Federações Sindicais); 3º - Extinção do Fator Previdenciário; 4º - Suspensão de todo e qualquer tributo sob o benefício de aposentadoria, recolhidos quando na ativa por ser bitributação; 5º - Igualização do índice % de reajuste para todos aposentados; 6º - Criação do FGAps (Fundo de Garantia do Aposentado). Corrigido pelo mesmo índice do FGTS, administrado pela CEF – Caixa Econômica e garantido pelo Governo Federal. O Fundo será formado pelo depósito mensal das contribuições previdenciárias dos aposentados que voltam ao mercado de trabalho e voltam a contribuir para o INSS. O saque será realizado seis meses depois da última contribuição, sacado pelo próprio ou em caso de falecimento por seu herdeiro legal, como o aplicado no FGTS; 7º - Reajuste do benefício de acordo o tempo trabalhado e contribuído para o INSS após aposentadoria; 8º - Garantir ao aposentado que se inserir no mercado os mesmos direitos pecuniários dos trabalhadores em situação normal; 9º - Pagamento da reposição das perdas que tramita no Congresso Nacional, aguardando votação e aprovação do governo; 10º - PAC do Idoso para a construção de hospital do idoso nos estados da Federação e Distrito Federal, conforme proposta formulada a Presidenta Dilma Rousseff pelo MAPI – Movimento dos Aposentados do PDT/Bahia; 11º - STF – Supremo Tribunal Federal precisa julgar e aprovar o direito a desaposentação a meio milhão de aposentados do INSS que continuam trabalhando e recolhendo suas contribuições mensais na esperança de obterem aposentadoria digna para sua subsistência.

A falta de organização política e de participação do aposentado na entidade representativa da categoria tem contribuído para a perda de direitos e de conquistas.Aposentados, quem não gosta de política é governado por quem gosta! Aposentados em 2014 vamos votar em candidatos aposentados para eleger lideranças de idosos para defenderem os interesses coletivos da categoria. No Brasil somos 28 milhões de aposentados com quatro eleitores na família, representamos 112 milhões de votos, poderemos estar participando junto aos PODERES EXECUTIVO E LEGISLATIVO nas decisões do País, desde quando haja organização e participação efetiva, para eleger futuros representantes do povo, tais como o Presidente da República, Senador, Governador, Deputados Federais e Estaduais. O momento é de reflexão e de consciência política. Querer é Poder! Aposentado unido jamais será vencido, desrespeitado e desprestigiado.

Alderico Sena – Membro Fundador da ASAP/CAP- Associação dos Aposentados e Pensionistas da Previdência Federal da Bahia, Diretor Regional do Ex-INAMPS/BA, Presidente Estadual e Vice Nacional do Movimento dos Aposentados, Pensionistas e Idosos do PDT – Partido Democrático Trabalhista.   

Por Vanessa de Menezes Homem

O grande sonho de todo brasileiro sempre foi conquistar a casa própria, sonho esse que ficou mais fácil em virtude do seu aumento de poder aquisitivo que chegou a ser superior a 8% em 2011.

Pegando carona nessa “boa fase” dos brasileiros, as empreiteiras vêm investindo cada vez mais na construção de imóveis.
No intuito de atrair esses compradores em potencial, as construtoras criam condomínios de luxo, com diversos itens de lazer e conforto, o que acaba funcionando, efetivamente, vez que mesmo que se ouça falar no “boom imobiliário” esses imóveis são comprados e o brasileiro acaba por ver seu sonho a um passo de ser realizado.

No entanto, esse sonho acaba por se tornar um verdadeiro pesadelo, na medida em que esses compradores acabam vendo o sonho ser adiado, quando os mesmos não recebem as chaves de seu tão sonhado imóvel no tempo determinado no contrato.

Tema recorrente de apreciação pelo Poder Judiciário é o atraso pelas construtoras na entrega de imóvel comprado na planta.
Os consumidores quando optam pela compra de um imóvel na planta, geralmente, planejam as suas vidas econômica e social com base no prazo de entrega do bem.
Ocorre, constantemente, que os prazos estabelecidos no contrato para a entrega não são respeitados e os consumidores chegam a aguardar anos, até a efetiva entrega do imóvel. A situação se agrava pelo simples fato de os consumidores desconhecerem os seus direitos e, assim, mesmo, sem querer colaboram com as atitudes abusivas das construtoras.

O atraso na entrega do bem traz diversas consequências jurídicas para as partes entre elas: revogação do contrato, devolução integral do valor já pago, pagamento da multa moratória contratualmente estipulada, congelamento da dívida até a data da entrega e até mesmo indenização por danos morais.
Ressalte-se que, além das consequências acima citadas, é prerrogativa do consumidor postergar o pagamento das parcelas de forma proporcional ao atraso na entrega do imóvel, caso não seja de seu interesse a rescisão do contrato firmado.

Outro ponto que merece ser destacado é a possibilidade do pedido de lucros cessantes ou danos emergentes em razão do atraso injustificado na entrega do bem. Esses danos emergentes podem, por exemplo, ser frutos do aluguel para moradia, aluguel de local para guardar mobília e, no caso dos lucros cessantes o valor que se deixou de receber de terceiros pela locação do imóvel adquirido.

A jurisprudência pátria já firmou entendimento nesse sentido e recente decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça – STJ, que julgou favorável a cumulação do pagamento da multa moratória estipulada no contrato com o pagamento a título de lucros cessantes, está servindo de base para as atuais decisões, conforme acórdão abaixo:
 
“DIREITO CIVIL. PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL EM CONSTRUÇÃO.

INADIMPLEMENTO PARCIAL. ATRASO NA ENTREGA DO IMÓVEL. MORA. CLÁUSULA

PENAL. PERDAS E DANOS. CUMULAÇÃO. POSSIBILIDADE.

1.- A obrigação de indenizar é corolário natural daquele que pratica ato lesivo ao interesse ou direito de outrem. Se a cláusula penal compensatória funciona como pré-fixação das perdas e danos, o mesmo não ocorre com a cláusula penal moratória, que não compensa nem substitui o inadimplemento, apenas pune a mora.

2.- Assim, a cominação contratual de uma multa para o caso de mora não interfere na responsabilidade civil decorrente do retardo no cumprimento da obrigação que já deflui naturalmente do próprio sistema.

3.- O promitente comprador, em caso de atraso na entrega do imóvel adquirido pode pleitear, por isso, além da multa moratória expressamente estabelecida no contrato, também o cumprimento, mesmo que tardio da obrigação e ainda a indenização correspondente aos lucros cessantes pela não fruição do imóvel durante o período da mora da promitente vendedora.

4.- Recurso Especial a que se nega provimento. (REsp 1355554 RJ
RECURSO ESPECIAL 2012/0098185-2, Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA DO STJ, DJe 04/02/2013)”
 
Recentemente, no mês de maio deste ano, foi promulgada uma Lei no Estado do Rio de Janeiro que estabelece multa para as construtoras que atrasem a entrega de imóveis em mais de 180 dias, que foi considerado o prazo de tolerância. Pelo atraso na entrega do imóvel terão que pagar multa de 2% do valor total do mesmo. Outra obrigação é o pagamento de 0,5% do valor da unidade habitacional por cada mês de atraso, punição válida apenas para os meses que extrapolem o prazo de tolerância, dentre outras cominações.

Apesar de não ser uma lei de abrangência nacional reflete o que já vinha sendo decidido pelo Poder Judiciário e tem o intuito de diminuir os casos de atraso na entrega dos imóveis e serve de parâmetro para as futuras decisões, apesar da crítica de muitos especialistas que consideraram as punições previstas muito brandas e o prazo de tolerância muito extenso.

Deste modo, os consumidores que se sentirem prejudicados com o atraso na entrega do imóvel e não conseguirem solucionar administrativamente o impasse junto às incorporadoras, podem buscar amparo no Poder Judiciário para dirimir tais conflitos.
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Vanessa de Menezes Homem
É advogada integrante do Badaró Almeida & Advogados Associados

Alderico Sena

No Brasil, não existe um partido que se identifique com a ferramenta educacional, que o PDT. Ultimamente o que se vê na mídia são alguns teóricos e políticos defendendo a escola em tempo integral. Vejamos algumas teses defendidas pelos eternos lideres políticos do PDT, defensores da escola de tempo e educação integrais.

“Todas as crianças deveriam ter direito à escola, mas para aprender devem estar bem nutridas. Sem a preparação do ser humano, não há desenvolvimento. A violência é fruto da falta de educação. Dizem alguns que deveriam ser como as escolas que sempre tivemos. Afirmamos que não. As nossas crianças merecem ainda mais. Elas representam o que o Brasil tem de maior valor e, também, os nossos próprios destinos, como nação livre e democrática, empenhada na construção de uma existência digna para todos os seus filhos. Todas as crianças deveriam estar em escolas com os CIEPs. Para isto, bastaria que não desviássemos tantos recursos públicos para fins inúteis e inconfessáveis. Se deixássemos, por exemplo, de pagar os juros da dívida externa apenas dois anos, todas as crianças brasileiras poderiam estar estudando num CIEPs”. (Leonel Brizola, Livro dos CIEPs, Governador do RJ: 1986)

O Mestre Darcy Ribeiro escreveu: “Sua tarefa (isto é, da escola) é educar as crianças brasileiros tal e qual elas são, a partir da situação real em que se encontram. Isto significa, sobretudo, que nossa escola deve adaptar-se à criança pobre com a consciência de que é a própria escola que fracassa quando não consegue educar a maioria dos seus alunos. Criar uma escola pública de qualidade social significa criar uma escola comprometida com a inclusão social. Tamanho fracasso educacional não se explica, obviamente, pela falta de escolas – elas estão aí, numerosíssimas – nem por falta de escolaridade, uma vez que estão repletas de alunos, sobretudo na 1ª série, que absorve quase metade da matrícula. Muitos fatores contribuem para este fracasso. A escola pertence a sua comunidade e deve tratá-la com respeito. Uma escola de qualidade social é a que respeita a diversidade, integrando diferentes culturas. Torna-se cada vez mais urgente a necessidade de criar condições favoráveis à prática da leitura e da escrita entre educadores. O analfabetismo real e o analfabetismo funcional são, hoje, ainda, as marcas da sociedade brasileira no que se refere à educação”.

 A sociedade, em especial a juventude, desconhece a história e os princípios da educação em tempo integral, defendidas pelos lideres Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Anísio Teixeira, dentre outros.  Com base neste princípio, pedetistas históricos tem o dever moral e institucional de defender a educação e a escola em tempo integral para passar algumas às propostas, ideias e ideais de nossos lideres eternos Leonel Brizola e Darcy Ribeiro para a sociedade, em especial a juventude terem conhecimento o porquê a Bandeira do PDT - Partido Democrático Trabalhista, é a Educação integral em tempo integral.

Educação com qualidade social para todos: a) nossa escola pública é antipopular; b) nossa escola substituiu uma escola razoável para poucos por uma escola péssima para muitos; c) nossa escola é uma calamidade, pois não oferece o mínimo necessário aos domínios cognitivos mínimos de escrita e leitura; d) as duas primeiras séries são uma peneira que seleciona quem vai ser educado e quem vai ser rejeitado; e) nossa escola tenta mostrar ao aluno pobre que suas deficiências são trazidas de casa e de sua cultura. 

A Educação como vocação do PDT – Tese defendida pela autora do trabalho de reflexão, constante das Cartilhas Trabalhistas Volume 4 – Educação Integral Emancipatória e Trabalhista – Construindo um projeto de escola e educação integrais – Professora Doutora em Ciências da Educação Maria Amélia Souza Reis”.

O Partido Democrático Trabalhista – PDT é, inegavelmente, o único partido político que, no Brasil, coloca a Educação como uma das possibilidades de alcance da democracia, não de uma perspectiva formal e consumista, mas com sentido de forjar uma sociedade mais justa, mais fraterna e igualitária.

Por esta razão, todos Pedetistas do Brasil devem ter o compromisso em defender como Programa de Governo, a luta de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira para tornar uma Política de Estado, a implantação de escolas que venham, verdadeiramente, oferecer a todas as crianças e jovens brasileiros a oportunidade de elaborar um conhecimento que, até agora só está à disposição das camadas mais privilegiadas da população.  

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Presidente Estadual e Vice Nacional do MAPI - Movimento do Aposentado, Pensionista e Idoso do PDT – Partido Democrático Trabalhista



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