É fundamental a participação da população no processo de construção, elaboração e definição de ações que venham lhe garantir uma melhor qualidade de vida. Dentro deste contexto, é urgente e necessário a construção do Plano Plurianual Participativo (PPA-P), instrumento de planejamento onde o Executivo Municipal, a partir da participação popular, se compromete, num período de 4 anos, a implementar, de forma regionalizada, um plano de investimentos prioritários voltados às necessidades reais da população.

Ou seja, além de gerir o orçamento da cidade, o PPA-P norteará as elaborações de melhorias urbanas e de mobilidade, definindo as atuações nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e outros. A população é a maior beneficiária de todos esses processos, por tanto, nada mais justo e democrático de que se oportunize à mesma o direito de dizer onde estão e quais são as suas maiores necessidades e demandas. O Orçamento Participativo é um instrumento democrático para maior legitimidade das leis orçamentárias do poder local.

O que podemos observar é que diversas execuções físicas por parte dos governos municipal, estadual e federal são realizadas sem que as comunidades “beneficiadas” sejam consultadas. Podemos citar como exemplo a quadra coberta construída no bairro Jacobina 3, obra importantíssima, mas que, com certeza não é a prioridade neste momento dos moradores daquela região.

Estaremos coversando com os colegas do Legislativo e com o prefeito sobre a criação de uma lei específica no município de Jacobina, para garantira participação popular na elaboração do orçamento plurianual de investimentos, nas diretrizes orçamentárias e no orçamento anual e no processo de sua discussão. Iremos estreitar os laços com a população e fazer com que a construção do PPA tenha a participação de todos.

Apresentaremos também na Câmara de Vereadores um projeto de lei para a criação do Conselho Municipal de Obras Públicas, que terá a competência de, entre outros objetivos, sugerir, acompanhar e fiscalizar, principalmente, as obras de infraestruturas da cidade, como as efetivas ou potencialmente causadoras de alterações no meio ambiente, no patrimônio histórico ou cultural, e na qualidade de vida da população e demais intervenções e revitalizações de bairros, desde à apresentação da proposição da população, ao processo licitatório e entrega. O Conselho irá funcionar como um órgão consultivo e deliberativo.

A participação popular não significa apenas ouvir as demandas da sociedade, mas permitir a transparência da gestão pública, e, principalmente, consentindo que a população tenha voz ativa e acompanhe as políticas do município. Por tanto, entendo que a criação do Conselho Municipal de Obras e a consulta popular, através do PPA_P, são importantes e poderosos instrumentos de participação popular e exercício do controle social.

Ramon Santos – vereador de Jacobina

Por Maurício Dias - É incrível como se comporta o povo diante de fatos ocorridos em nossa cidade e que dizem respeito à sua própria sobrevivência, porque por mais que o assunto em pauta seja preocupante e esteja acima de paixões políticas, as reações em muitos casos são nitidamente carregadas de pendores partidários e que expressam defesas ou acusações próximas de uma campanha eleitoral, como se as ações do governante, boas ou ruins, fossem avaliadas por uma fanática torcida de futebol,  que mesmo vendo o time sofrer uma goleada avassaladora, mantém a culpa no árbitro, nas condições do gramado, na iluminação deficiente do estádio de futebol, na chuva que encharcou o piso, no pênalti não marcado, no impedimento mal assinalado, no gol anulado ou numa substituição equivocada promovida pelo técnico. Há sempre alguém ou algo conspirando contra seu herói favorito.

Não dá para continuar fazendo esse tipo de leitura passional sobre as mazelas vividas cotidianamente pela nossa cidade. É preciso se desapaixonar politicamente para enxergar com isenção e racionalidade o que se passa embaixo do nosso nariz. Os protagonistas dessa panaceia política sobrevivem graças a esse comportamento doentio da sociedade eleitoral, que se apega a um grupo político e fazem dele uma idolatria facciosa sem limites, não se importando o quanto dela será subtraída em proveito de poucos e desgraça da maioria. Como disse Charles Chaplin, no "Último Discurso" do filme "O Grande Ditador": " Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois!".

Enquanto o povo reclama e pena nas filas dos postos de saúde, da farmácia básica, do único hospital disponível na cidade, no centro de cadastramento da ação social, no setor de marcação de exames médicos, das cestas básicas, dos laboratórios, do raio-X, da fisioterapia, da mamografia, do atendimento odontológico, do tratamento fora de domicílio, da casa de saúde em Salvador, enfim de tudo que é dor, vejo pelas redes sociais gente defendendo o chefe do partido A, enquanto outros vociferam o dono do partido B, com direito a acusar um veículo de comunicação que, o único propósito, foi mostrar para todo o Brasil a sujeira que ambas as forças políticas hegemônicas desse município varrem durante todos esses anos para debaixo do tapete. Não há inocentes nessa história. Há interesses! Vivemos divididos politicamente em Jacobina como se fôssemos fanáticos torcedores da festa de Parintins, no interior do Amazonas: quem não é boi caprichoso é boi garantido!

Reproduzo, aqui, a única coisa sensata publicada no meio desse fogo cruzado travado pelos jacobinenses nas redes sociais. De autoria do internauta jacobinense, Teodoro Belitardo:

"Preocupa não povo, daqui há 4 anos Leopoldo volta, e daqui há 8 anos Rui volta também!"

Maurício Dias é editor do blog Cidadão do povo - Imprensa sem censura

Hoje é comemorado o Dia do Psicólogo. Especialista ressalta que o sucesso da cirurgia está diretamente ligado ao acompanhamento psicológico. 

Mais de 70 mil operações bariátricas foram realizadas no Brasil pelo SUS e pela rede particular, em 2012, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). Em 2003, foram feitos 16 mil procedimentos, ou seja, houve um aumento de 4,5 vezes no número total durante esse período. Os resultados positivos da cirurgia são incontestáveis. No entanto, não basta apenas se submeter à “redução do estômago”. O sucesso do procedimento está ligado ao acompanhamento psicológico, que deve acontecer antes e depois da cirurgia. Para alguns pacientes, o atendimento psicológico é mais duradouro, assegurando assim a manutenção do peso e uma vida saudável. A importância do profissional é lembrada nesta terça-feira (27) quando se comemora o Dia do Psicólogo.

acompanhamento psicológico é fundamental para que o paciente possa trabalhar questões emocionais observadas antes da operação como baixa autoestima, dificuldades em reconhecer suas qualidades, negativismo, entre tantas outras. A psicóloga da Clínica de Cirurgia Bariátrica Osiris Casais, Priscila Brito, explica que todo paciente obeso que vai submeter-se a este tipo de cirurgia deve, antes, passar por uma avaliação psicológica que é composta de alguns testes e muito diálogo. “Essa avaliação não tem a intenção de proibir ninguém de ir pra cirurgia. Na verdade é mais um dos vários exames que o cirurgião pedirá ao paciente antes de operar”, diz a psicóloga.

No entanto, ela salienta que a cirurgia pode ser adiada pelo psicólogo quando for detectada alguma psicopatologia grave, como por exemplo, um transtorno alimentar como a bulimia ou quando o paciente não tiver condições intelectuais de entender o processo pelo qual será submetido, já que o entendimento e colaboração do paciente serão fundamentais para obtenção de bons resultados no pós-cirúrgico. O papel do psicólogo junto ao paciente que realizou ou pretende fazer a cirurgia bariátrica é investigar história de evolução do peso, identificando possíveis problemas que podem afetar de forma negativa a cirurgia. A psicóloga explica que durante as consultas o paciente é acolhido, orientado e avaliado. “Também se faz necessário o atendimento grupal que tem objetivo de “psicoeducar” pacientes e familiares, assim como desconstruir medos e mitos relacionados á cirurgia”, explica a psicóloga, destacando que o número de consultas antes da cirurgia dependerá da necessidade de cada paciente.

Após a operação as idas ao profissional são fundamentais para garantir o sucesso da cirurgia. “A continuação do acompanhamento diminui os riscos do indivíduo em retornar aos antigos hábitos alimentares e voltar a sofrer devido às complicações causadas pela obesidade”, explica. Priscila destaca que a maioria das pesquisas sugere uma prevalência maior no pós-operatório de quadros de ansiedade, depressão, transtorno de imagem corporal, dentre outros quadros psicopatológicos. “A dieta líquida e toda restrição que ela exige bem como o processo de troca de dieta até chegar à tão sonhada dieta sólida, pode causar irritabilidade no paciente. Tal condição pode levar o paciente a desenvolver quadros de psicopatologia que exigirá avaliação psicológica e psiquiátrica”, afirma à psicóloga.

Segundo ela, as novas mudanças podem desencadear quadros depressivos ou transferência do padrão alimentar compulsivo para consumo de álcool, drogas, comprar e até mesmo a busca exagerada pelo sexo. “Daí a importância em ter o acompanhamento com psicólogo. A mudança no corpo é rápida e nem sempre a cabeça se transforma no mesmo ritmo”, finaliza a especialista.

 

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Neste sábado (31) é comemorado o Dia da Nutricionista e a profissional alerta sobre os cuidados com a dieta após a cirurgia.

A obesidade aumentou no Brasil nos últimos sete anos. É o que aponta a última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2012), divulgada, nesta semana, pelo Ministério da Saúde. Diante dos números crescentes, a cirurgia bariátrica vem sendo indicada como uma das opções de tratamento para a obesidade mórbida com ótimos resultados.  No entanto, a “redução de estômago” requer uma atenção nutricional permanente desde o período anterior à cirurgia, no pós-operatório e, por toda vida. A dieta adequada junto com suplementação de vitaminas pode evitar anemia, problema frequente em pacientes operados.  No sábado é comemorado o Dia do Nutricionista e a profissional Lilian Cunha salienta a importância dos cuidados com a alimentação de pacientes que fazem o procedimento.

Especialista da Clínica de Cirurgia Bariátrica Osiris Casais, ela afirma que além da grande perda de peso, as alterações na absorção e perdas de nutrientes também são aspectos comuns entre os pacientes submetidos à cirurgia. Ela explica que isso acontece porque há um desvio do intestino delgado, e, já que os alimentos não passam pelo duodeno, onde a maior parte do ferro, folato, zinco, cálcio entre outros são absorvidos, pode ocorrer deficiência destes nutrientes. “A deficiência de ferro é relatada com muita frequência pelos pacientes. E essa absorção também pode ser comprometida por conta da diminuição da ingestão de alimentos ricos em ferro, como carnes, por exemplo,”, diz a nutricionista.

A nutricionista esclarece que com a redução do estômago há consequentemente uma redução na produção do ácido clorídrico, o que dificulta o aproveitamento dos nutrientes principalmente o ferro. “O risco pode aumentar ao longo do tempo devido à baixa aderência à suplementação, ingestão inadequada e má absorção dos alimentos. Por isso a atenção nutricional deve ser permanente desde o período anterior à cirurgia e periodicamente no período pós-operatório”, destaca Cunha.

Para tenta evitar o problema, a nutricionista orienta o consumo de uma dieta rica em: carne vermelha, fígado, gema de ovo, hortaliças verde–escura e leguminosas (feijões, lentilhas, soja), beterraba, alimentos enriquecidos em ferro, como leite e cereais. “O ideal é ingerir junto alimentos ricos em vitamina C, pois aumenta absorção do ferro. Abuse de limão, acerola, laranja, abacaxi, caju e morango”, recomenda, alertando que alimentos como café, chá, leite e derivados, logo após as refeições, dificultam a absorção do ferro.

Existem ainda as chances destes pacientes desenvolverem déficits de cálcio e vitamina D, acompanhado de problemas ósseos. Segundo a nutricionista, isso ocorre porque os principais locais de absorção do cálcio se encontram na parte do intestino que é modificada pela cirurgia. Em outros casos, a deficiência de vitamina B12 pode ocorrer pela diminuição da secreção de ácido gástrico no estômago, que pode ocorrer após a cirurgia. A deficiência de vitamina B12 juntamente com a deficiência de ácido fólico pode ocasionar anemia megaloblástica, deficiência de cálcio e vitamina D pode desencadear uma desmineralização óssea. E o ferro encontrado em baixos níveis caracteriza-se como anemia ferropriva.

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Enviado por  Nei Mário Santana

Vez de verdadeiros guerreiros, de homens, filhos, esposos, namorados e atletas.

Amanhã, tudo será diferente, mas, nossa família, sempre estará ao nosso lado, à qual, queremos dedicar essa vitória. Nossa luta não será fácil, mas, com humildade, respeito e espírito de guerreiros, venceremos.

Jacobina verá uma seleção, que colocará nas pontas das suas chuteiras o “coração”.

Tínhamos  que passar por tudo isso, ou melhor, Deus permitiu  que passássemos pelo vale da sombra da morte , para que reconhecêssemos  que sem  luta seria tudo em vão. Sem a ajuda divina, pior ainda.

Hoje, unidos por uma causa maior, amamos este povo bom, verdadeiro e honesto, que há mais de cem anos vem fazendo a história dessa cidade. Dentre as mais belas da Chapada Diamantina.

Queremos te dizer, povo jacobinense, nós te amamos e é em nome deste grande que sentimos por vocês que vamos dar a nosso “sangue” para ganharmos. Não, menosprezando nosso adversário, mas, lutando com honra e lealdade.

Vamos à vitória. Salve Jacobina!!!!!!!!!!!


Prefeitura de Salvador

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