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Edvaldo Brito (PSD) fez um pronunciamento muito forte ontem no Plenário Cosme de Farias protestando contra os vetos do prefeito a 11 projetos aprovados na Casa. Brito, que é jurista, chamou a atenção para a qualidade técnica das comissões que atuam na Câmara analisando os projetos com todo o cuidado, observando tudo o que determina a lei. Depois dessa avaliação, o projeto vai a votação no plenário. E mesmo com tanto cuidado, o executivo veta. No caso de Edvaldo Brito, o prefeito vetou o projeto dele que torna a Língua Iorubá Patrimônio Imaterial de Salvador. O executivo fez alegações frágeis, segundo o vereador, para tentar justificar o veto. “Ora, temos a presença desta língua nas nossas tradições, na religião, na nossa comida, na denominação de ruas e sítios, entre tantas outras abrangências, e outro Estado com menos população negra que o nosso saiu na frente”, reclamou Brito. Em agosto do ano passado o Estado do Rio de Janeiro tornou a Língua Iorubá seu patrimônio imaterial, reconhecendo a importância do idioma para as tradições fluminenses. Finalizando, o vereador argumentou que uma lei municipal saída da Câmara se sobrepõe a qualquer decreto, o que derruba o argumento do prefeito. E mandou um recado para o presidente da Câmara, Geraldo Júnior: “Se cada vez que sair desta casa um projeto, passado pelas comissões e pelo plenário, o executivo tiver que vetar, senhor presidente feche esta casa que é muito melhor”.


Prefeitura de Salvador
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