O governador Jaques Wagner (BA) evitou falar, diretamente, em nome da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alvos de críticas do pré-candidato a presidência da República, Aécio Neves (PSDB), porém classificou de "hipocrisia" a fala por "clichês" adotados pelo tucano, ao particpar nessa sexta-feira, 2, do Fórum de Empresários na Ilha de Comandatuba. "Não vou defender o presidente Lula ou a presidente Dilma. Eles farão as próprias defesas no momento certo. Mas não vamos vender ilusão. Se alguém tivesse todas as respostas, estaríamos em outro país", disparou Wagner. A presidente Dilma foi convidada a participar do seminário "Uma agenda para o desenvolvimento do Brasil", na 13ª edição do Fórum de Comandatuba, porém declinou o espaço para enfrentamento dos dois principais adversários, Aécio e o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Segundo o governador da Bahia, é "mentira" afirmar que o estado pode ser gerido como uma empresa da iniciativa privada. "Ferramenta de gestão não tem ideologia e não tem caráter partidário. Não vamos abominar a política com esses clichês", rebateu Wagner. Tendo como alvo o senador mineiro, o governador baiano citou que Minas Gerais é um dos estados beneficiados com a política tributária do Brasil, especialmente no comércio eletrônico. "Vamos parar de hipocrisia. Quando se fala em reforma tributária, estamos falando em divisão do bolo. E para fazer essa reforma tributária é preciso passar pelo Congresso", ressaltou o Executivo baiano.(A Tarde)


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