Reconstrução de escola vai ampliar vagas para crianças em Pernambués

O Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Nossa Luta começou a ser reconstruído em Pernambués. Com prazo de conclusão de 10 meses e investimento de R$ 2,4 milhões, a nova unidade de ensino ampliará o número de vagas de 135 para 350, mais que dobrando a quantidade de crianças matriculadas na instituição. Em solenidade na manhã desta quinta-feira (5), o vice-prefeito Bruno Reis autorizou o início das obras, acompanhado do secretário de Educação, Bruno Barral.

Construída em estrutura de pré-moldado há cerca de 40 anos, a atual unidade escolar começou a ser demolida para dar lugar a um centro educacional moderno, com salas climatizadas, brinquedoteca, dois solários, refeitório, cozinha, diretoria, secretaria, parque infantil, espaço de acolhimento, área de recreio e jardins. Acessível a pessoas com deficiência, o novo prédio em Pernambués terá dois pavimentos, totalizando 1.171 metros quadrados.

De acordo com Bruno Reis, a atual gestão vai entregar 26 novas unidades de ensino em 2020. “O prefeito tomou a decisão firme de investir R$ 36 milhões para acabar com todas as escolas de pré-moldados no município, conhecida como padrão Desal, modernizando a nossa rede pública. Estamos oferecendo a alunos e professores uma infraestrutura digna, que não deixa a desejar a nenhuma escola particular da cidade. Isso é fato”, afirmou, ao lado de vereadores, secretários, pais, alunos, professores e líderes comunitários.

Em discurso, o vice-prefeito destacou as ações da atual gestão para promover avanços no aprendizado dos alunos da rede municipal, a exemplo da ampliação dos investimentos na área educacional, do estímulo à participação da família no ensino e da adoção de um programa pedagógico próprio, elaborado pelos professores. “Além disso, procuramos estimular os profissionais. Implantamos o Plano de Cargos e Salários e, neste ano, daremos aumento”, frisou.

O vice-prefeito Bruno Reis ressaltou ainda os resultados alcançados na educação nos últimos anos. “Salvador oferecia apenas 20 mil vagas na Educação Infantil. Hoje, já estamos chegando a 50 mil vagas. Praticamente todas as crianças do Grupo IV e V estão estudando na rede pública ou conveniada ou no programa Pé na Escola, em que a Prefeitura compra as vagas nas escolas particulares para os filhos dos mais pobres estudarem com os filhos dos mais ricos”, assinalou.

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