Câmara homenageia o médico Paulo Colavolpe

Referência nacional em ortopedia e traumatologia, o médico baiano Paulo Oliveira Colavolpe foi homenageado pela Câmara Municipal de Salvador com a Medalha Thomé de Souza. O presidente da Casa, vereador Geraldo Júnior (SD), propôs a condecoração, entregue na manhã desta quinta-feira (12) em sessão solene no Plenário Cosme de Farias.
“O jornalista José Oswaldo Alves, amigo do ortopedista, sugeriu esta homenagem, das mais justas, e que foi aprovada por unanimidade pelos vereadores desta Casa”, afirmou o presidente Geraldo Júnior em seu discurso de saudação. Ainda em seu pronunciamento, ressaltou a fundação da Clínica Ortopédica e Traumatológica (COT) por Orlando Colavolpe, pai de Paulo, e outros sócios. “Foi um marco histórico da ortopedia na cidade”, frisou.
O rico currículo de Paulo Colavolpe, marcado por inúmeras especializações e participação em várias associações de ortopedia, também foi destacado por Geraldo Júnior, comprovando que “o homenageado tem uma carreira coroada de êxito”.
Geraldo Júnior encerrou a saudação destacando o pronunciamento da esposa do homenageado, Helena Colavolpe, que ressaltou a importância da família na formação do caráter da pessoa, notadamente o de Paulo Colavolpe. A Medalha Thomé de Souza foi entregue pelo pai Orlando Colavolpe, pela esposa e pelo amigo José Oswaldo.

Agradecimento

Em seu discurso de agradecimento, Paulo Colavolpe falou da honra de receber “uma medalha tão importante, a maior comenda do município, que já foi entregue a grandes personalidades desta cidade e que prestaram importantes serviços”.
O homenageado também falou da importância de sua família e ressaltou os ensinamentos passados por seus pais e que enfatizam “a ética, o respeito às pessoas, o cuidado com a natureza e o zelo e o carinho com os animais”.
Sobre o começo da atuação na área médica, lembrou da passagem pelo Hospital Santo Antônio, da Santa Dulce dos Pobres, “onde morei por um ano e vi em uma franzina freira (Irmã Dulce) a força de uma guerreira, que nos ensinava todos os dias o caminho da generosidade, da grandeza de espírito; o sentido de uma luta maior que tudo, mas que podia ser vivida em batalhas diárias, entre ganhos e perdas”.
Recordou ainda dos primeiros passos na profissão ao estagiar na COT e no antigo Hospital Getúlio Varga (HGV), no bairro do Canela, quando optou pela ortopedia. Sobre a COT, frisou que os 56 anos de existência da clínica mostram o êxito da ortopedia na Bahia.
O espírito empreendedor do seu pai Orlando foi lembrado por Paulo Colavolpe, bem como a sua busca pelo conhecimento. “Sinto-me hoje pleno como indivíduo, mas conservo o espírito inquieto de quem quer sempre saber um pouco mais”, confessou.
Num breve pronunciamento antes da condecoração, Helena Colavolpe lembrou que foi no Hospital de Irmã Dulce que conheceu Paulo, há 35 anos. Ela destacou o seu caráter, enalteceu a sua simplicidade e assegurou que “é um orgulho ser sua esposa”.
Além dos citados, também participaram da mesa de trabalho o vereador Orlando Palhinha (DEM), o médico Luiz Carlos Menezes (Dr. Lapão), o jornalista José Oswaldo e o representante dos Amigos da Vida, Murilo Pinho.
A sessão solene foi marcada com uma apresentação do saxofonista Tom Carvalho, que tocou durante a entrada do homenageado pelo Plenário Cosme de Farias e ainda executou o Hino Nacional, após a formação da mesa de trabalho.

Foto: Reginaldo Ipê

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