ENGIE aprova financiamentos de dois projetos com BNDES

Os contratos somam R﹩ 2,7 bilhões e foram firmados em plena pandemia, tudo no formato digital

No último dia 13, a ENGIE aprovou mais um financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Desta vez para o projeto de geração renovável Conjunto Eólico Campo Largo – Fase 2, localizado na Bahia, nos municípios de Umburana e Santo Sé. Em março, a empresa já havia aprovado com o banco um outro projeto, o Gralha Azul, de transmissão de energia com cerca de mil quilômetros de extensão, no Paraná. Os dois contratos somam R﹩ 2,7 bilhões e foram firmados de forma inédita em plena pandemia da Covid-19, tudo de forma digital, com certificação pelo ICP-Brasil.

“Estes dois financiamentos são fruto do trabalho de equipe de diversas áreas da ENGIE e do BNDES, que em espírito de comprometimento e entrega conseguiram colocar em pé dois financiamentos importantes”, explica o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini. “Desta forma, estamos garantindo as premissas assumidas durante o desenvolvimento e a contratação dos projetos, e o retorno previsto para os nossos acionistas”, complementa o executivo.

Em construção, o Projeto Campo Largo fase 2 totaliza 361,2 MW de capacidade instalada e investimento de R﹩ 1,6 bilhão. Ele foi integralmente viabilizado por mais de 60 contratos firmados, de forma antecipada, com clientes do mercado livre. O financiamento é de R﹩ 1,2 bilhão e o projeto vai se beneficiar da sinergia das estruturas existentes, como a subestação e a linha de transmissão, implementadas pela ENGIE para atender os Conjuntos Eólicos Campo Largo – Fase 1 e Umburanas – Fase 1, que totalizam 686,7 MW de capacidade instalada. Todas as licenças de instalação para as 11 centrais que compõem o projeto foram obtidas e a entrada em operação está prevista para o início do próximo ano. Com a implantação da segunda fase de Campo Largo, a capacidade instalada de energia eólica da ENGIE ultrapassará a marca de 1 gigawatt (GW) na Bahia e mais de 1,2 GW na região Nordeste.

Transmissão – Em março foi assinado o financiamento de R﹩ 1,5 bilhão do projeto Gralha Azul. Com investimento total de R﹩ 2 bilhões, o empreendimento teve início no segundo semestre de 2018 e está com as obras em andamento em diversas frentes. Serão 15 trechos de linhas de transmissão, que vão interligar dez subestações, sendo cinco novas e cinco ampliações. Seu objetivo é fortalecer o Sistema Interligado Nacional de forma a aumentar a disponibilidade e a qualidade da energia elétrica na região Centro-Sul do Paraná e possibilitar o crescimento econômico no Estado. O prazo de concessão do serviço público de transmissão, incluindo o licenciamento, a construção, a montagem e a operação e manutenção das instalações de transmissão, é de 30 anos, contados a partir de 2018, quando foi assinado o contrato de concessão. “Com as novas linhas de transmissão, vamos otimizar o sistema interligado e, portanto, permitir uma redução na emissão de GHG, o que está em linha com a missão e a estratégia de ENGIE, de ser a líder da transição energética para uma economia de baixo carbono”, afirma Sattamini

“A viabilização de ambos os projetos é fruto da longa parceria entre o BNDES e a ENGIE para o desenvolvimento do setor elétrico brasileiro, reforçando a vocação das instituições como players importantes tanto da transição para uma economia de baixo carbono, como para o crescimento do mercado livre de energia no Brasil”, finaliza Carla Primavera, Superintendente de Energia do BNDES.

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