Dia da Santa Dulce dos Pobres será marcado por Missa Solene celebrada pelo arcebispo Dom Sergio

O Dia da Santa Dulce dos Pobres, celebrado em 13 de agosto (quinta-feira), será marcado por uma Missa Solene, às 9h, presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, cardeal Dom Sergio da Rocha. Seguindo as recomendações de isolamento social em tempos de pandemia do novo coronavírus, a celebração terá transmissão online e poderá ser acompanhada pelo público através das redes sociais: Instagram e Facebook (@santuariosantadulce) e YouTube (obrasirmadulce). A Missa Solene é um dos pontos altos da programação da primeira Festa da Santa Dulce dos Pobres, que ao longo do mês de agosto reuniu diversas homenagens à santa baiana, canonizada em outubro de 2019.

Atento aos cuidados com a saúde diante da pandemia do novo coronavírus, todo o calendário festivo dedicado ao Anjo Bom do Brasil está sendo transmitido exclusivamente pelas redes sociais e conta com missas; novena; lançamento de um documentário inédito sobre a trajetória da primeira santa brasileira; peregrinação da imagem de Santa Dulce; exibição de programas sobre o legado de amor da Mãe dos Pobres; concurso virtual; lançamento de um curta-metragem; sarau com a participação de artistas; romaria virtual; entre outras atrações. As transmissões online da festa acontecem até o dia 13 pelas redes sociais: Instagram e Facebook (@santuariosantadulce) e YouTube (obrasirmadulce).

Data litúrgica – O dia 13 de agosto é a data oficial da celebração da festa litúrgica de Santa Dulce dos Pobres. O significado da data remete a 1933, quando a jovem Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão (Sergipe). Naquele mesmo ano, no dia 13 de agosto, com 19 anos de idade, ela recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.

Santa Dulce – Nascida em 26 de maio de 1914, na cidade de Salvador, Maria Rita começou a manifestar interesse pela vida religiosa desde cedo, ainda no início da adolescência. Aos 13 anos de idade, já atendia doentes no portão de sua casa, no bairro de Nazaré. Sempre com muita fé, amor e serviço, o Anjo Bom iniciou na década de 1930 um trabalho assistencial nas comunidades carentes, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que se consolidara na parte interna do bairro de Itapagipe, na capital baiana.

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