A importância da alternância no poder nas entidades para assegurar a democracia.

LEI que resolve muitos problemas: LEI-TURA!

Na minha tese, todo e qualquer cidadão deveria ser filiado ao Partido político. A Lei que regulamenta partidos políticos é a Nº 9.096, de 19 de setembro de 1995. Art.1º “Partido político, pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal. Art. 2º É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos cujos programas respeitem a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo e os direitos fundamentais da pessoa humana. Art. 3º É assegurada, ao partido político, autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento”.

Defendo  alternância de poder em qualquer entidade associativa, seja em Partido político, Cooperativa, Condomínio, Associação, Sindicato, Sistema “S” Federação, Confederação e etc, por ser o conceito relacionado diretamente ao de democracia, e que condena a perpetuidade de dirigentes politiqueiro e viciados no poder, pois tal fato desvirtuaria o caráter de uma gestão representativa. Por esta razão, defendo uma PL que obrigue que toda e qualquer entidade representativa seja assegurada no ESTATUTO a seguinte redação: Para o exercício de cargos de Diretoria, as eleições se processarão por escrutínio secreto dos filiados e/ou associados, permitida a reeleição para mais um mandato consecutivo. Com esta redação seria assegurada a democracia nas entidades representativas o que evitaria a perpetuação de poder de alguns ESPERTALHÕES que usam o poder para negociatas em benefícios próprios prejudiciais à sociedade e ao Brasil.

É graças à adoção de um sistema democrático que pessoas no mundo todo têm o direito de participar da cena política local, de debater e decidir projetos. A participação na vida democrática serve ainda para alimentar outros conceitos modernos, como liberdade de expressão, dignidade humana e direito de defesa.

Ao mesmo tempo que o ambiente democrático proporciona várias garantias individuais, ele demanda a participação, o engajamento, para que continue comprometido com a vontade popular. Uma das maneiras mais eficazes de participação dentro de um governo democrático é justamente o voto em eleições diretas. Hoje a democracia está consolidada, o que contribui de forma efetiva para o livre exercício da cidadania através do voto. O voto é a melhor forma de manter a alternância no poder. Alternância no poder significa mudança no poder, que é o espírito promotor de transformação social fundamental.

Esta relação entre alternância e democracia não deve, porém, dar a entender que alternância de poder é um princípio democrático. O povo mantém os governantes se está satisfeito e troca, se achar que há outros melhores.

A opção pela alternância do poder contribui para a moralização e a consolidação da democracia, que prevê um sistema político que busca políticas públicas que beneficiem a sociedade, priorizando as necessidades do povo.

A consequência da falta de renovação:

São inúmeros os exemplos que temos de mandatários que permanecem no poder apesar de exercerem administrações medíocres e sem realizações relevantes. A omissão de associados e de filiados de entidades representativas tem levado politiqueiros na busca da perpetuação no poder, devido ao comodismo de todos. Esta atitude é que contribui para o retrocesso no crescimento do Brasil.

Assim, contra possíveis desmandos de um líder que esteja confortável na sua condição de líder, é sempre saudável que a população levante de tempos em tempos, a questão da alternância de poder nas entidades representativas para assegurarmos a MORALIDADE E A DEMOCRACIA NO BRASIL.

A importância da alternância no poder para a democracia. Poder e capital geram corrupção e violência.

O homem contemporâneo conquistou um grande número de direitos, impensáveis para sociedades de séculos anteriores.

Cidadãos estamos em pleno Século XXI, acordem que a fome, miséria, desigualdades sociais, corrupção, violência, desemprego, fechamento de empresas, dentre outros desmandos praticados contra a sociedade e o Brasil retornaram, devido a falta do exercício de cidadania por escolher mal representantes dirigentes de entidades e políticos. Um alerta CPI do eleitor é o voto consciente. Se o eleitor não salvar o Brasil em 2022 os politiqueiros acabarão com as riquezas naturais do Brasil.

Na democracia, a alternância de poder é imprescindível para que novos métodos políticos e administrativos sejam introduzidos. Os novos administradores divergem do status que contribuem para reformular as antigas práticas por meio de métodos modernos de administração, colocando assim um fim aos vícios políticos. POVO É HORA DE AÇÃO E NÃO DE OMISSÃO! “TODO PODER EMANA DO POVO”, garantido na Constituição Federal. SEJA A MUDANÇA!

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte de 1989 e Ex- Vice Presidente do PDT – Partido Democrático Trabalhista da Cidade do Salvador – www.aldericosena.com

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