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Ajude salvar o Brasil

O Brasil que queremos começa com cidadania, ética, profissionalismo, compromisso e respeito na condução da administração pública.

O país vive uma crise que vai além da política.
É, sobretudo, uma crise de valores.
Quando a ética falha, a confiança morre.
E, sem confiança, não há futuro.

Nesse contexto, merece destaque a iniciativa do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, ao propor a criação de um Código de Ética no âmbito do STF e do ministro Flávio Dino que suspende ‘penduricalhos’ dos Três Poderes em todo o país em consonância com os princípios constitucionais da administração pública.

O artigo 37 da Constituição Federal estabelece como pilares da administração pública a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. A reflexão que se impõe é se tais princípios estão, de fato, sendo plenamente observados.

A realidade brasileira, no entanto, demonstra que esses fundamentos nem sempre são respeitados, o que contribui para a sensação de anarquia administrativa e para o enfraquecimento das instituições públicas.

Ao longo dos anos, escrevi artigos publicados nos jornais A Tarde e Tribuna da Bahia, nos quais abordei temas como a ética nas instituições, o custo da sociedade com os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o descrédito institucional, os males do Brasil, a necessidade de aprimorar o Congresso Nacional, o Brasil que queremos, a transição entre gerações, a diferença entre política e politicagem, a convocação de uma constituinte e a urgência de repensarmos os rumos do país.

A pergunta, portanto, permanece atual: qual é o Brasil que queremos construir para as futuras gerações?

Um país sem liderança, coragem, caráter, competência e compromisso com a coisa pública não consegue representar, de forma legítima, os interesses do povo brasileiro.

A escassez de líderes preparados, o enfraquecimento dos Poderes e a falta de investimentos consistentes na educação contribuíram decisivamente para a banalização dos valores morais e institucionais.

No exercício da cidadania — fundamento da República, conforme o artigo 1º da Constituição Federal — é dever de cada brasileiro cobrar posturas éticas, responsáveis e comprometidas de seus representantes.

O fortalecimento das instituições passa, necessariamente, pelo exemplo de seus dirigentes.

Resgatar o verdadeiro significado do lema inscrito na Bandeira Nacional, “Ordem e Progresso”, exige mais do que discursos: requer ações concretas, compromisso institucional e participação ativa da sociedade.

Pensar em um Brasil melhor para as futuras gerações é uma responsabilidade coletiva. No entanto, conquistar esse futuro depende, sobretudo, de cada eleitor saber usar a maior arma que possui: o título eleitoral.

A mudança começa em cada um de nós.
Valorize seu voto e valorize a si mesmo nas eleições de 2026.

Querer é poder. Seja a mudança.
Como disse Rui Barbosa: 
“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”

Se essa reflexão fez sentido para você, curta, compartilhe e ajude essa mensagem a chegar a mais brasileiros.
Juntos, somos mais fortes.

Alderico Sena
Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte – 1989
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