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Câncer colorretal deve registrar mais de 45 mil casos por ano até o final de 2025

O câncer colorretal é o terceiro mais comum no Brasil, atrás apenas dos tumores de mama e próstata – sem considerar os de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa para o triênio que acaba em 2025, ultrapassa 45 mil novos casos por ano. Geralmente, o câncer colorretal não apresenta sintomas em seu estágio inicial. No entanto, à medida que a doença progride, podem surgir sinais como sangramentos e obstruções intestinais.

“Alguns sintomas devem colocar o paciente em estado de alerta, especialmente quando persistem por longos períodos, como a alteração do ritmo intestinal, presença de sangue nas fezes, cólicas ou desconforto abdominal, sensação de empachamento, perda de peso e anemia”, destaca a coloproctologista Glicia Abreu.

Existem cinco exames de rastreamento para pessoas sem queixas ou história familiar, mas geralmente, a pesquisa de sangue oculto (PSO) nas fezes e a colonoscopia são os mais frequentemente pedidos. Caso a PSO seja positiva, a pessoa deverá fazer a colonoscopia. Por sua vez, a colonoscopia é considerada o exame padrão ouro, pois, além de diagnosticar o câncer na fase inicial, ela tira também os pólipos, que são lesões pré-malignas.

“A PSO é um exame simples e vai direcionar a realização da colonoscopia. A colonoscopia trata-se de um exame endoscópico do intestino grosso – cólon e reto – onde é introduzido um tubo com uma câmera na extremidade, permitindo detectar e remover pólipos ou tumores malignos em diversos estágios. A orientação é que o exame seja realizado, a primeira vez, entre os 45 a 50 anos, e repetido a cada dez anos, a depender dos achados ”, ratifica a médica.

Foto: Divulgação 

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