Festa de Santo Antônio contará com missas, procissão luminosa e quermesse no Santuário Santa Dulce dos Pobres

Santo Antônio sempre teve um lugar especial na vida da primeira santa brasileira
Santo Antônio, santo querido de Irmã Dulce, conhecido como protetor dos pobres e oprimidos, ganhará homenagem especial nesta sexta-feira, 13 de junho, no Santuário Santa Dulce dos Pobres (Av. Dendezeiros do Bonfim, 161). A programação do dia festivo contará com cinco missas – às 7h, 8h30, 10h, 12h e 16h – sendo esta última a Missa Solene, presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, Dom Marco Eugênio. Na agenda dedicada a Santo Antônio terá também o Momento Devocional (15h) e a Procissão Luminosa pelo Caminho da Fé (17h), trajeto que vai do Santuário Santa Dulce até a Igreja do Bonfim, reunindo devotos em um momento de muita fé e emoção. Ao longo do dia haverá também a quermesse (8h às 18h), no estacionamento do Santuário de Santa Dulce, com apresentação musical e barracas de comidas típicas juninas e artesanato, com toda a renda obtida com as vendas direcionada para a manutenção das ações sociais da igreja.
As homenagens a Santo Antônio no Santuário Santa Dulce dos Pobres vêm acontecendo desde 1º de junho, com a realização da Trezena, que traz como tema deste ano “Com Santo Antônio, firmes na Fé, alegres na Esperança e solícitos na Caridade”. Até 12 de junho, o Santuário realizará as celebrações da Trezena às 8h e 15h30, além das missas diárias às 7h, 8h30, 12h e 16h. Ao longo de 13 dias, o público também poderá contribuir com a doação de alimentos não perecíveis, que serão doados para famílias em situação de vulnerabilidade.
Forte relação – Santo Antônio sempre teve um lugar especial na vida de Irmã Dulce. Nos momentos de angústia, desespero ou até mesmo para solicitar a concretização de algum pedido, era a Santo Antônio – a quem chamava de “tesoureiro” das Obras Sociais, por sempre apelar para ele quando faltavam recursos financeiros no hospital – que a Mãe dos Pobres recorria. Ainda na infância, bem antes de entrar para a vida religiosa, ela tinha o hábito de decorar o altar do santo caridoso. Uma imagem de Santo Antônio do século 19, que pertenceu ao avô do Anjo Bom, o advogado Manoel Lopes Pontes, está entre as centenas de peças do acervo do Memorial Santa Dulce dos Pobres. Era em frente a esta relíquia da família que Irmã Dulce costumava fazer seus pedidos e orações. O Memorial também conta com um espaço que retrata a devoção de Santa Dulce por Santo Antônio através de relatos e esculturas que representam episódios curiosos dessa relação. Santo Antônio cuidava dos pobres, alimentava os famintos, defendia aqueles que sofriam. As vidas de Santo Antônio e de Santa Dulce dos Pobres surpreendem pela cumplicidade e pela trajetória de amor e serviço ao próximo.
