As mudanças que vêm ocorrendo no Brasil nos últimos anos já estão sendo sentidas por uma grande parte da população, pricipalmente pelos jovens, quiçá, não tendo a compreensão da dimensão que isso representa tanto nos dias atuais como no futuro bem próximo. É visível a não participação ativa e direta de mocinhos e de mocinhas no processo político, em toda a sua esfera.

As políticas implantadas logo depois do início da última década, especialmente àquelas voltadas para a educação e geração de emprego e renda, a partir da facilidade ao acesso à cursos universitários e técnicos, sejam eles em instituições públicas ou privadas, financiados pelo governo federal, estão fazendo com que o brasileiro se sinta de fato um brasileiro.

O que está acontecendo neste novo Brasil, aflorado após a ascensão de um ex-operário, retirante nordestino à presidente da República, é algo nunca imaginado até mesmo pelo mais confiante dos brasileiros.

Além do acesso à educação, à moradia, com o maior programa habitacional de todos os tempos, o Minha Casa Minha Vida, a população comemora outros feitos que pareciam impossíveis em outros governos, como o equilíbrios das contas públicas, com o pagamento da dívida junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e a queda da dívida líquida em quase pela metade entre 2002 e 2013. Com os governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, a renda per capita dos brasileiros, a soma de toda riqueza gerada pelo país, dividida pela população, cresceu quatro vezes, de US$ 2.919 em 2002 para US$ 11.229 em 2013.

A discussão sobre os novos rumos da política invade o cotidiano das pessoas na época de eleições. É normal que o momento da escolha dos representantes, as disputas partidárias e as campanhas dos candidatos na corrida eleitoral, gere apreensão e ansiedade, tanto por parte de quem está na disputa como dos seus apoiadores, mas, usar meios grosseiros e condenáveis, partir para violência porque o que lhe contraria o irrita ou partir para mentira é uma clara demonstração de fraqueza de quem já perdeu as esperanças.

Ao contrário de outras disputas, a corrida eleitoral não segue necessariamente a regra de que quem vence é o melhor. São comuns as ‘decepções eleitorais’ daqueles que por seguir o que lhes é apresentado, sem uma consulta pregressa, acabam contribuindo com o pior. A compreensão do voto como um exercício democrático é necessário para a construção da cidadania. Neste contexto, é preciso e necesário observar sensatamente o que se está sendo oferecido e prometido. Que sejam observados com bastante cuidado os que já tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram. É fundamental preservar o direito de escolha de cada um e o respeito à vontade da maioria.

A esperança venceu o medo e agora é a vez da verdade vencer a mentira, com o amor derrotando o ódio. Por tudo o que tem acontecido e o que já foi vivido, recorro à sabedoria popular: “Não se mexe em time que está ganhando”.

 

“Saber o que é correto e não o fazer é falta de coragem”.

Confúcio 

 

Gervásio Lima

Filho de pedreiro, jornalista e historiador



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