O inventário é um processo no qual é feito um levantamento de todos o bens, direitos e obrigações que uma pessoa deixou ao morrer, para que sejam transmitidos aos seus herdeiros. Este processo pode acontecer por duas vias: a cartorária e a judicial.

Quando o inventário ocorre pela via cartorária, dizemos que se trata de um inventário extrajudicial, uma vez que não acontece através de um processo judicial, em ambiente formal e com a presença de um juiz, precisando apenas das assinaturas das partes.

Normalmente, o inventário extrajudicial é mais rápido que o judicial, contudo, ele só pode acontecer quando há herdeiros menores de idade, não há litígio ou testamento.

O inventário pela judicial, por sua vez, é conhecido como inventário judicial e é necessário entrar com uma ação na justiça para que ele aconteça. Ele é obrigatório em casos nos quais há litígio, testamento ou herdeiros menores de idade. Além disso, ocorre perante um juiz e demora mais que o inventário extrajudicial, especialmente se as partes não estiverem em consenso acerca da partilha de bens.

Algo comum às duas modalidades é a obrigatoriedade da presença de um advogado, uma vez que é necessária a assinatura desse profissional para que o processo seja finalizado. Isso acontece devido a delicadeza do processo, além da necessidade de resguardar os interesses das partes.

Sempre recomendamos que, em casos de processo de inventário, seja realizada a contratação de um advogado especializado Direito de Sucessões, a área do direito que regula as questões da herança e de sua transmissão, uma vez que este profissional é o mais indicado para te orientar acerca das minúcias do processo, podendo te auxiliar de modo que ele ocorra mais rápido, além de defender da melhor forma seus interesses, em caso de litígio.

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O esforço de lideranças cooperativistas pela criação do “S” Sistema Cooperativista valeu a pena. Uma dessas lideranças foi o Advogado Dr. Ildegardo Rosa, in-memorian. Na Constituinte de 1988 as articulações políticas foram intensas para a desvinculação do Cooperativismo do Ministério da Agricultura. Depois de dez anos, o Presidente Fernando Henrique Cardoso, assinou a Medida Provisória 1715/1998 criando o SESCOOP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, Art. 7º: “Fica autorizada a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP, com personalidade jurídica de direito privado, sem prejuízo da fiscalização da aplicação de seus recursos pelo Tribunal de Contas da União, com o objetivo de organizar, administrar e executar em todo o território nacional o ensino de formação profissional, desenvolvimento e promoção sociais do trabalhador em cooperativa, cooperados e familiares”. O SESCOOP foi regulamentado pelo Decreto nº 3.017/ 1999.

O SESCOOP tem por objetivo: “Organizar, administrar e executar o ensino de formação profissional, a promoção social dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares, e o monitoramento das cooperativas no Brasil. Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas; Assistir as sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização de aprendizagem metódica e contínua; Estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional e promoção social do empregado de cooperativa, do dirigente de cooperativa, do cooperado e de seus familiares; Exercer a coordenação, supervisão e a realização de programas e de projetos de formação profissional e de gestão em cooperativa; Colaborar com o poder público em assuntos relacionados à formação profissional e à gestão cooperativista e outras atividades correlatas; Divulgar a doutrina e a filosofia cooperativistas como forma de desenvolvimento integral das pessoas; Promover e realizar estudos, pesquisas e projetos relacionados ao desenvolvimento humano, ao monitoramento e à promoção social, de acordo com os interesses das sociedades cooperativas e de seus integrantes”. O SESCOOP tem unidade nos 26 estados e no Distrito Federal – BSB e é presidido pelo Presidente da Organização das Cooperativas Brasileira e pelos Presidentes das Organizações Estaduais.

Em 1º de Novembro de 1999, o SESCOOP do Estado da Bahia obteve seu registro na Junta Comercial e a sua primeira diretoria executiva foi composta pelo Dr. Orlando Colavolpe, Presidente e Alderico Alves Sena, Superintendente. Cooperativismo. Você participa, todos crescem. SESCOOP 20 anos cooperando com o crescimento do Brasil!

Alderico Sena – Ex- Superintendente da OCEB – Organização das Cooperativas do Estado da Bahia, Membro Fundador do SESCOOP/FECOOP/SULENE, CNCOOP – Confederação Nacional das Cooperativas e Superintendente do SESCOOP - Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Não sou político, governante, magistrado, advogado, médico, dentista, engenheiro administrador, tecnólogo, dentre outras profissões, sabem quem sou? Quem forma todos os cidadãos. Sou Professor. Frase que todos os cidadãos devem internalizar na memória.

Educação de qualidade é a base para transformação do cidadão. O eleitor só deve votar a partir de 2020 em candidatos que tenham compromisso em defender a educação como investimento. Pois, não é novidade que a educação no nosso País nunca foi prioridade, por falta de vontade política. “A crise da educação no Brasil não é uma crise: é um projeto”. Darcy Ribeiro

O que não é real é o fato de apontarem o professor como o único e principal responsável por essa situação. Isso mesmo, ele é um dos profissionais que atua na escola, mas não o único. Outro fator agravante é o fato de aceitarem que educação seja “doação”. Até mesmo o professor “inconscientemente” age desse modo. Pois, quando alguém pergunta a ele o que faz, o mesmo responde: “dou aula”. Quando me refiro à valorização do professor, não faço uma cobrança unilateral, apenas ao governo. Cobro também a valorização de toda a sociedade. É preciso que ele tenha orgulho do que faz, é preciso sentir-se importante em sua tarefa, que é educar. Doa a quem Doer! Para isso, em primeiro lugar, o professor precisa parar de se sentir o coitadinho e ir à luta! Até porque quem trabalha na educação já é um “HEROI”. Vocês sabem qual é a rotina de um professor? Pois, todos deveriam conhecer a desgastante rotina de quem trabalha com educação, ainda mais no Brasil. Falar horas seguidas, trabalhar em pé e ter “jogo de cintura” para lidar com alunos deseducados, carentes de afeto, limite e de disciplina nas famílias são desafios que exigem bastante do físico e do psicológico. Às más condições de trabalho e da unidade de ensino resultam em problemas que comprometem a eficiência profissional e o aprendizado dos alunos. O número de professores que ficam doentes é assustador. O papel do Professor é de ensinar, educar é uma responsabilidade dos pais. “Não se assustem, agora, pelos menos, temos um nome chique para isso, esses sintomas fazem parte da síndrome de Burnout já que no passado, dizia-se do professor que apresentasse esses sintomas que ele estava “tan” e, que “piro o cabeção”. Melhor esclarecendo, a síndrome de Burnout caracteriza-se por uma excessiva exaustão física e emocional, começa com um sentimento de desconforto que aumenta, enquanto a vontade de lecionar diminui”. Você acha que não? Então troque de lugar com o professor apenas por um dia e sinta o resultado.

Eleitor, nada muda se você não mudar, considerando que toda decisão é política. Povo educado País desenvolvido. SEJA A MUDANÇA!

Alderico Sena – Bacharel em Teologia Sociedade e Política e Especialista em Gestão de Pessoas – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Jolivaldo Freitas

Um estrategista de dados norte-americano decidiu vir ao Brasil para aprender nossa língua de forma fluente e para isso procurou interagir com várias personalidades; brasileiros de todos os tipos, buscando, principalmente, conversar durante almoços ou um chopinho. O homem ficou estarrecido pois a quase totalidade dos seus interlocutores puxava com prioridade assuntos ligados ao horóscopo. Ele ficou sabendo que tal cantor era assim ou assado por ser de Capricórnio com ascendente em Escorpião. Aquela atriz dominava por estar na constelação de Touro e era de Câncer. O político indigitado seria de algum signo. Jogador de futebol famoso tinha lá sua casa em Aquário... e os falastrões levavam tão a sério o assunto que se perdiam em demoradas explanações e explicações, como se estivessem em defesa de uma ciência prestes a revolucionar o Prêmio Nobel.

Ele lembrou que essa coisa de horóscopo, mapa astral e assemelhados é algo raro de se falar nos Estados Unidos ou mesmo na Jamaica onde habita quando não está no Brasil e nos diversos países por onde passou. Em sua terra somente os raros que se dedicam ao assunto puxam este tipo de conversa, vez que a maioria acha chato e muitas das vezes sem pé e nem cabeça, outros mais radicais taxando de mera esquizofrenia. Por lá seria quase como uma tribo, uma seita, grupos específicos de pessoas da cultura alternativa a cuidar do assunto.

Aqui, segundo Julian Jordan, todo tipo de pessoa fica ligado aos destinos e perfis protagonizados pelos astrólogos e afins. Chamou a atenção dele o fato que horóscopo e futebol são assuntos constantes e as pessoas tratam a matéria sem nem mais sentir nenhum tipo de comiseração a reação do outro, como se todos fossem adeptos da “ciência”.  Ele tem razão, pois imagine que existem centenas de páginas de horoscopeiros, astrólogos e mapeiros definindo o perfil e o caráter de qualquer um, notadamente de artistas e de autoridades. Mais interessante é que nem os astros no firmamento e nem os astrólogos se entendem sobre o assunto.

Exemplos são páginas que tratam do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que para muitos seria um libriano nascido escorpiano, com sol em Escorpião ou talvez com o sol em Libra.  Em seu perfil está o amor pela liberdade, ser festeiro, gostar de fazer charme e fazer amizades. Não gosta de mentiras. Quer tudo às claras. Ah! Horóscopo! Vá entender.

Jair Bolsonaro coloca os astrólogos para brigar, pois uns dizem que é de peixes e outros que está sob o signo de Áries com ascendente em Câncer. Aí o que diz o perfil do presidente: é um homem sensível, respeitador dos outros, se importando e respondendo com tato aos problemas alheios. Possui uma personalidade paciente, amável e generosa, além de sempre passar a ideia de paz e de calma. Ah! Horóscopo! Vá entender.

Com essas afirmações dá para levar a sério esse tal de horóscopo, mapas astrais, carmas e kundalines? Ou será que os mapas astrais vêm da Atlântida ou de um universo paralelo? Será que o general tem razão ao dizer que a Terra é plana? O certo é que o estrategista norte-americano, como tantos outros incréus, acha que em pleno século XXI de física quântica, buracos negros, Teoria da Relatividade confirmada e quarks sendo medidos, olhar para o céu que nem índio isolado no coração da mata é mostrar que o Brasil é um país de loucos. E seu signo é virgem. O do perfeccionismo. Ah! Horóscopo! Vá entender.

Escritor e jornalista. Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Raimundo Machado
O ano era 1989, durante a visita do então candidato à Presidência da República, Afif Domingos.
Fazia a cobertura do evento para A Tarde, como integrante da Editoria de Política do jornal.
Retornamos do aeroporto e Afif demonstrou desejo de rever Irmã Dulce. Rumamos para o Hospital Santo Antônio. No trajeto, Afif e comitiva pararam na Associação Comercial e eu segui, no carro do jornal e com o fotógrafo Arlindo Félix, para o Hospital. Fomos recebidos por Irmã Dulce, a quem já conhecia e costumava cumprimentar quando nos encontrávamos pelas ruas de Salvador, ela sempre acolhendo os desvalidos e em busca de auxílio para alimentá-los e comprar medicações. Ela já tinha sido avisada da visita do candidato e se mostrava incomodada com algo. Respeitei e não a inqueri do que se tratava.
Foi quando D. Dulcinha resolveu dizer o que se passava e, emocionado, ouvi: "Irmã Dulce está com um problema meu filho e  você podia nos ajudar". De logo prontifiquei-me e me emocionei às lágrimas quando D Dulcinha narrou o problema: Afif Domingos tinha doado há meses uma vaca mecânica (máquina de extrair leite da soja) para o Hospital.
"O problema é que não encontramos técnico para montá-la e Irmã Dulce está com vergonha de pedir isso ao Dr. Afif. Você podia fazer isso, meu filho?"
Emocionado com a humildade do Anjo Bom da Bahia prometi fazé-lo.
Mas maior emoção estava por vir com a chegada do candidato e sua comitiva,à qual integrava sua esposa. Com um véu cobrindo a cabeça e em prantos, ela se dirigiu à Irmã Dulce para beijar-lhe as mãos, sendo acolhida carinhosamente e com um abraço pela freira.
Foi só emoção, cujo ápice foi quando cumpri o que prometera, traduzindo o desejo da Irmã e o seu humilde embaraço. Foram só lágrimas dos presente e a promessa de Afif em encaminhar um técnico para montar a máquina, "que.muito vai ajudar os meus doentes, conforme ela adiantou, com a voz quase inaudível de quem dispunha de 30% da capacidade pulmonar.
Narro, ainda emocionado, essa ocorrência, uma das mais belas de toda minha carreira jornalística, para fazer um pedido à todos os que lerem: pelo menos no próximo domingo, dia 13 de Outubro, dia em que o Papa vai canonizar a Santa Dulce dos Pobres, vamos olhar e acolher, através de algum tipo de ajudar um dos nossos irmãos menos favorecidos, na certeza de que assim o fazendo estamos tornando a nossa Irmã Dulce mais feliz, auxiliando-a no trabalho que continua a fazer, agora bem mais perto de DEUS e ainda sob a luz do Mestre JESUS.
Vou além: espero que esse tipo de ajuda aos nossos irmãos menos favorecidos se torne um hábito em nossas vidas, pois assim o fazendo estamos contribuindo também para a mudança, para melhor, da psicosfera do nosso belo Planeta TERRA.
 
Raimundo Machado é jornalista

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