Os números são alarmantes: do início do ano para cá, a Secretaria de Saúde do Estado contabilizou 7.700 casos suspeitos de dengue; 1.777 de zika e 1.240 de chikungunya. Mesmo em meio a campanhas incessantes de combate ao mosquito, o porta a porta dos agentes de endemias verificando casas e quintais, o número ainda está alto. Com relação ao ano passado, houve um aumento de 405% de incidência de casos. Mas, porquê? O poder público pontua: a população está em falta com a contrapartida. 80% dos focos do aedes estão em residências. Cuidados básicos como manter o quintal limpo e evitar água parada estão sendo negligenciados. Enquanto isso, o mosquito vem ganhando espaço e provocando epidemias. Aqui em Camaçari, a Limpec tem intensificado a coleta de resíduos em pontos estratégicos. Mas o trabalho, sem a ajuda da população, é repetitivo e ineficiente. Em alguns pontos, é crítica a situação. Um deles, na Gleba B, especificamente ao lado da Associação, é bem conhecido da Limpec. O volume de resíduos aqui supera a maioria dos pontos de coleta da cidade. Fazendo uma comparação com Jauá, que é orla, e tem muitos visitantes, principalmente no Verão, um dado de janeiro desse ano ilustra bem a situação da Gleba B: se na praia, a produção de resíduos alcança o número de 84,14 toneladas, na Bomba, esse número chega a 172,95 toneladas. Mas, há outros pontos preocupantes tanto o quanto. No Verdes Horizontes a produção foi de 179,61 toneladas, em Vila de Abrantes 230,81 e na Nova Vitória, 327,29 é o peso líquido em toneladas.



banner adv

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player