A MP que modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), alterando regras trabalhistas como as normas atuais para o trabalho aos domingos foi concluída nesta quarta-feira (14) e será encaminhada para apreciação do Senado. Após pressão dos deputados de oposição, o texto foi mitigado, mas ainda precariza as relações de trabalho. “Os prejuízos ao trabalhador são muito graves. Aprovada a matéria no Senado, agora ela será votada pelos senadores e lá ainda haverá debates, os empresários poderão definir a jornada aos domingos para todas as atividades. O trabalhador, de qualquer setor, terá que trabalhar domingo e só terá direito a folga neste dia a cada quatro semanas”, observou.

Daniel Almeida considerou que a liberação do trabalho aos domingos, sem que haja aval do sindicato da categoria econômica, por meio de acordo coletivo, é “um absurdo”.“Trabalho aos domingos, só a partir de acordo coletivo, a partir de respeito ao direito do trabalhador. Não de entregar essa prerrogativa exclusivamente aos empregadores. Isso não é liberdade. É uma tentativa de escravizar o trabalhador, de impor uma jornada que historicamente nunca se praticou. Esse é um dano muito grave dessa medida”, disse.


Prefeitura de Salvador

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