Mesmo com pedra no sapato, a vida, como bola, tem de continuar a rolar

A competitividade entre os laboratórios farmacêuticos pelo bilionário mercado das vacinas experimentais fomenta uma série de narrativas falsas ou carentes de comprovações. É o cientificismo promíscuo, em simbiose com a ideologia, a serviço dos interesses econômicos e, consequentemente, do almejado poder absoluto fomentado pelo globalismo.

Ainda há controvérsias científicas sobre a efetividade dos “lockdowns” que, por consequência, podem resultar em duradouro desastre a economia.

Ao tempo em que se observa uma relativa redução nas internações e mortes entre os contaminados – possivelmente em função das vacinações, temos visto, contudo, um significativo aumento de contaminações e mortes entre pessoas vacinadas, inclusive em meio as que já haviam tomado as duas doses. Exemplos são os casos do Chile, da Argentina, do estado da Califórnia, de São Paulo, entre tantos outros, que adotaram os longos “lockdowns”, os abusivos “toques de recolher”.
E, para contrariar os argumentos e os sombrios interesses, constatou-se que não foi relevante o número de internações e mortes, como muitos desejariam; em países como a Holanda, a Suécia e em estados como o Texas, que não obrigaram as pessoas a ficarem trancafiadas em suas residências. Menos ainda nas cidades em que promoveram o tratamento precoce como fizeram as de Porto Feliz e Chapecó, bem como, no estado do Amapá, que desafiaram as contraditórias determinações da OMS e dos governantes nitidamente a serviço da implantação da propalada “nova ordem mundial”. Locais estes, que apesar desta decisão, continuaram a orientar e exigir da população o cumprimento do protocolo básico de prevenção, como o uso da máscara, do álcool, do hábito de lavar as mãos, do distanciamento social.

Incontestável é que a ciência, apesar de se encontrar dividida, ideologizada e politizada, está evoluindo. Prova disso, é que foi capaz de, num tempo recorde, produzir diversos tipos de vacinas na tentativa de controlar o avanço desta doença produzida por ela própria – disso, não se pode duvidar. Também, não há como negar o fato de que todas as vacinas são experimentais e que os povos, quando não pelo medo, são coercitivamente impelidos, a se oferecerem como cobaias.
Na verdade, estão todos, a navegar no escuro. Quem está a andar no claro, a enxergar o desejado “horizonte”, são os de sempre, ou seja, os senhores donos do mundo que, artificialmente criaram e criam as oportunidades de enriquecimento e, consequentemente, de poder e controle cada vez maior. Mesmo quando as tragédias ocorrem de maneira natural, o império globalista encontra uma maneira de se locupletar à custa da miséria alheia.

O inacreditável é vermos políticos reunidos em glamorosas patuscadas, desrespeitando as mais simples medidas por eles próprios impostas, tais como o distanciamento social, o uso de máscaras e, nem por isso, são ou foram acometidos pelo mal maior. Isto, sem considerar as manifestações populares pró e contra o governo, que poderiam ser utilizadas como mote para justificar o aumento no número de mortes.

Infelizmente, vive-se num ambiente intoxicado por declarações odientas e falsas notícias. Médicos que têm tratado e curado milhares de pacientes em fase inicial da doença com os medicamentos execrados pela mídia corrompida e por políticos avessos ao governo, e até mesmo Prêmios Nobel de medicina, como os doutores Luc Mantagnier e Satoshi Omura, têm os seus argumentos ordinariamente desconstruídos ou postos em suspeição. Nesse contexto, cabe tão somente a cada cidadão analisar e criar o próprio juízo de valor e assumir a decisão que considere a mais adequada, exercendo assim o seu inalienável direito de liberdade.

Inevitável é viver a vida que tem de ser vivida, inquestionavelmente, com as devidas precauções. Porém, tentando não se deixar contaminar pelo medo que transforma todos em reféns de si próprios e acaba por afetar o sistema imunológico, abrindo campo para o contágio.

Enfim, cabe ao povo lutar pela preservação da liberdade e do direito de escolher ou não, se lançar aos desafios, correr o risco de enfrentar o desconhecido sem se permitir ser manipulado pelas narrativas obscurantistas, sensacionalistas, catastróficas, maquiavélicas, globalistas.

Que seja seguido o exemplo dos argonautas que, com as suas naus e rudimentares caravelas, lançaram-se aos mares bravios, romperam a escuridão, a fim de se aventurarem em busca das novas terras que gravitavam nas suas imaginações e nos seus anseios, sem temerem a morte, que é o inevitável destino.

Enquanto, o vírus estava – e continuará – a cumprir o seu natural ciclo evolutivo, a bola rolava na Eurocopa, com público nos estádios e o corriqueiro comportamento dos bárbaros “nobres” súditos da rainha.

A seleção brasileira perdia mais uma final no Maracanã, fazendo a alegria dos vermelhos “negacionistas” pela realização da Copa América no Brasil ser bem maior do que a dos “hermanos” argentinos que conquistaram mais um título depois de 30 anos. E, o Révellion que insiste em ser pedra, reconhecerá que a verdadeira pedra sempre foi e sempre será o Carnaval, para aplausos do covid.

Jair Araújo – escritor

Membro Correspondente da ALACIB – Academia de Letras, Artes e Ciências Brasil, Mariana/MG.
Membro efetivo da SBPA – Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas

One thought on “Mesmo com pedra no sapato, a vida, como bola, tem de continuar a rolar

  • Julho 19, 2021 at 3:58 pm
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    Texto exato este de Jair. Não se muda uma vírgula.

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