Morar Melhor inicia reforma de 201 casas em Fazenda Grande I

Pela primeira vez, o bairro de Fazenda Grande I, na região de Cajazeiras, recebe a ação de reforma de casas em situação precária, promovidas pela Prefeitura através do Morar Melhor. A ordem de serviço para a intervenção imediata em 201 imóveis na localidade foi assinada pelo prefeito Bruno Reis, ao lado dos secretários Luiz Carlos de Souza (Infraestrutura e Obras Públicas) e Kiki Bispo (Promoção Social), em cerimônia simbólica realizada na noite desta quarta-feira (16), na Rua Gerson Souza.

O prefeito salientou que a intenção da administração municipal foi desenvolver um programa que acertasse em cheio no que é mais importante para as famílias de Salvador. “E não tem nada mais importante do que a nossa casa, onde recebemos os familiares, convivemos com os vizinhos e elevamos a autoestima. O Morar Melhor preserva a pessoa no próprio bairro, na própria casa. Uma iniciativa que cresceu e se tornou um verdadeiro sucesso, servindo até de exemplo para outras cidades”, avaliou Bruno Reis.

Uma das beneficiadas é a doméstica Roseane dos Santos Serra, de 42 anos. Ela contou que, antes da reforma, a casa estava bastante acabada e o dinheiro não era suficiente para promover uma melhoria. “Eu trabalhava para começar a fazer as coisas aos pouquinhos, mas não dava. Pra mim mudou muita coisa, essa ação chegou em boa hora. Só tenho a agradecer a Deus e à Prefeitura, porque isso aqui era muito feio. As equipes tiraram a infiltração, a ‘pingueira’ do telhado, melhoraram a cozinha. Todos do projeto foram muito legais comigo”, relatou.

Balanço – Desde 2015, o Morar Melhor, desenvolvido através da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), já reformou mais de 33 mil casas em mais de 150 localidades da capital baiana. Pintura, reboco, recuperação ou troca de telhado, troca de esquadrias (portas e janelas) e instalações sanitárias são os serviços oferecidos e escolhidos em conjunto com o morador selecionado. O limite orçamentário para a intervenção em cada imóvel é de R$7 mil.

A iniciativa leva em consideração critérios como precariedade dos bairros, baseado em dados do IBGE; maior predominância de domicílios com alvenaria sem revestimento; maior predominância de pessoas abaixo da linha de pobreza e de mulheres chefes de família.

Fotos: Bruno Concha/Secom

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