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Política é a ciência de governar

Quero refletir com vocês sobre um tema fundamental para a consciência humana e para a construção de um Brasil melhor: a verdadeira educação política.

O dramaturgo Bertolt Brecht já alertava:
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio depende das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio dos exploradores do povo.”

Política é a ciência de governar a coisa pública.
É a arte de administrar um Município, um Estado ou o País, sempre defendendo os interesses coletivos e o destino do País.

É preciso compreender uma verdade simples: nem todos os políticos são iguais.
O que falta, muitas vezes, é o eleitor exercer cidadania, ter consciência política e deixar de ser “carta marcada”. Só assim construiremos um país com investimentos reais em educação, saúde, segurança pública e nos direitos assegurados pela Constituição.

Platão já dizia:
“Você tem todo direito de não gostar de política, mas sua vida será governada por aqueles que gostam.”
E completava: “O castigo dos bons que não fazem política é ser governado pelos maus que a fazem.”

George Lichtenberg reforçava:
“Quando os que comandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.”

E Rui Barbosa nos lembra:
“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”

Infelizmente, muitos brasileiros ainda não despertaram para essa consciência.
Como afirmava Leonel Brizola:
“Educação não é cara. Cara é a ignorância.”

É inadmissível, em pleno século XXI, existirem brasileiros analfabetos e crianças sem certidão de nascimento por falta de responsabilidade de muitos pais.

Politicagem é o completo oposto da política.
É a busca de vantagens pessoais, favores, interesses próprios e benefícios para pequenos grupos.
Politicagem não é política.

E como reconhecer um verdadeiro político? Observe suas ações. Pesquise sua história. Veja se age com ética, responsabilidade e compromisso com o interesse público… ou se vive atrás de holofotes, anunciando feitos insignificantes e tentando enganar o povo.
Esse não é político em essência.

A política deve servir ao bem comum.
A ciência política estuda como as instituições funcionam e como o poder é exercido.
O verdadeiro político transforma política em ações concretas que melhoram a vida das pessoas.

Mas, infelizmente, vemos a politicagem diariamente — principalmente em ano eleitoral: promessas vazias, compra de votos, discursos ilusórios.

Política é o exercício do poder para garantir direitos e promover cidadania.
Politicagem é o uso do poder para benefício próprio.
E poder sem ética alimenta a corrupção, o abandono e a violência.

Defendo a alternância de ideias, de projetos e de poder.
O Brasil precisa de novos rumos, e isso começa com o voto consciente.

A educação política desapareceu das famílias e das escolas, mas é ela que forma cidadãos ativos e capazes de escolher bons representantes.

Deixo uma reflexão:
Pense nas eleições de 2026.
Pense no Brasil que você deseja para as futuras gerações.
O futuro depende das escolhas feitas na urna.

Caráter.
Competência.
Compromisso.

Brasileiros, querem reconstruir o país que sonhamos?
Saiba usar o seu Título Eleitoral.
Dê valor ao seu voto e a você, eleitor.
Seu voto é a sua arma de transformação.

Esses são os pilares de uma administração pública baseada nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, conforme determina o Artigo 37 da Constituição Federal.

O Brasil precisa da participação ativa de cada cidadão.

Ajude o Brasil. Nada muda se você não mudar! Querer é poder! Seja a mudança!

Se você concorda, compartilhe!

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – @aldericosena site: aldericosena.com

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