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Sonhos Não Realizados, Muitas Lutas na Defesa dos Interesses Coletivos

Ser dirigente do Esporte Clube Bahia, exercer mandato político para promover políticas públicas voltadas aos aposentados, dar mais esperança, voz e representação aos jovens na Câmara Municipal de Salvador; criar uma fundação de apoio a crianças e idosos em situação de vulnerabilidade; e fundar uma rádio voltada à informação — com jornalismo ético, em reverência à célebre frase de Rui Barbosa: “A imprensa é a vista da Nação” — foram sonhos que alimentei com entusiasmo.
Vejo o rádio como o jornal de quem não sabe ler e o mestre de quem não pode ir à escola. Um dos maiores problemas da sociedade é a desinformação — e luto contra isso.
Em 2009, investi em minha formação com o curso de Interpretação para TV – Telejornalismo, ministrado pela professora Rada Rezedá, no Centro de Artes e Propaganda Ltda. Foram sonhos não realizados, mas pelos quais lutei com coragem e propósito.
Em 2013, participei da histórica eleição que democratizou o Esporte Clube Bahia, concorrendo como vice-presidente na chapa “Virada Tricolor”, que elegeu o inesquecível presidente Fernando Schimitt.
Na política, fui candidato por três vezes, sempre com recursos próprios e movido pelo desejo de retribuir à sociedade os investimentos que recebi por meio do ensino público.
Minha Trajetória Política
1988 — Candidato a vereador por Salvador. Criei uma embalagem de papel para acarajé, abará e bolinho de estudante, distribuída por amigas baianas como publicidade da campanha. Slogan: “Vote no Ser e não no Ter.”
1990 — Candidato a deputado estadual. Lema: “É hora de ação e não de omissão.”
2016 — Após 26 anos afastado, retornei como candidato a vereador. Lema: “Seja a mudança.”
Minha motivação sempre foi clara: “Devolver à sociedade os conhecimentos que conquistei, pois foi o povo quem pagou meus estudos” — ensinamento que herdei da minha mãe.
Reflexões Sobre o Brasil
O problema do Brasil reside na falta de educação e na desinformação do povo. Os pilares partidários ruíram — o que existe hoje são aglomerados de siglas sem programas ou compromissos com os destinos do país e com as condições de vida da população. Na política, o ter (dinheiro) venceu o ser (caráter). Aprendi: é preciso ser para ter.
O Brasil não crescerá enquanto o eleitor não usar seu título de eleitor com sabedoria e votar em candidatos livres, comprometidos com bons costumes — não com interesses pessoais e a corrupção.
Propostas da Candidatura de 2016
Saúde e Proteção Social
Criação de hospital e casa de repouso para idosos e pessoas com deficiência oriundos do interior, em tratamento médico em Salvador
Implantação da Secretaria de Proteção à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência
Mobilidade e Acessibilidade
Padronização da altura dos degraus dos ônibus (20 cm), facilitando o acesso para todos.
Educação e Cultura
Educação em tempo integral e valorização do professor
Implantação de bibliotecas comunitárias nos bairros
Psicólogos e assistentes sociais nas escolas
Segurança escolar com militares da reserva e detectores de metais
Incentivo à cultura, escotismo, grêmios estudantis e execução dos hinos nacionais
Introdução da disciplina sobre associativismo a partir do 1º grau, com foco em cooperativismo
Emprego, Renda e Inovação
Apoio ao cooperativismo e ao pequeno empreendedor
Criação de cooperativas nos bairros para geração de trabalho, renda e dignidade
Esporte Amador
Campeonatos escolares e olimpíadas nos bairros
Combate à Corrupção
Fiscalização rigorosa dos recursos públicos
Criação da Controladoria Geral de Convênios (CGC)
Meio Ambiente
Educação ambiental e incentivo à energia renovável
Fiscalização da retirada de árvores nativas
Projeto “Meu Bairro Mais Verde”
Revitalização dos rios
Apoio a cooperativas de materiais recicláveis
Promessas Não, Metas Sim!
Se eleito, meu compromisso seria contribuir com minha experiência como dirigente partidário, assessor parlamentar e coordenador da Assembleia Constituinte de 1989, propondo projetos focados no crescimento econômico e na geração de emprego e renda.
O Brasil Precisa de Liderança
Vivemos uma crise moral, política e institucional. A educação política é negligenciada, os partidos perderam seu papel formativo, e o sistema arcaico estimula a ignorância do eleitor. Falta liderança ética e comprometida.
Como disse Bertolt Brecht:
“O pior analfabeto é o analfabeto político…”
Darcy Ribeiro alertou:
“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”
Rui Barbosa complementa:
“De tanto ver triunfar as nulidades… o homem chega a desanimar da virtude…”
Seja a Mudança!
Faltam representantes políticos com os 3 Cs: Caráter, Competência e Compromisso com o povo e com o país.
Nada muda se você não quiser:
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Caráter não tem preço
Querer é poder
Seja a mudança nas eleições de outubro de 2026!
Alderico SenaEspecialista em Gestão de Pessoas – Instagram: @aldericosena -Site: www.aldericosena.com

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