Wenceslau Júnior afirma que as revogações da reforma trabalhista e da Lei do Teto de Gastos podem diminuir a inflação no país

A inflação tem piorado cada vez mais para a economia do país, graças à atual gestão do Governo Federal. A afirmação é do pré-candidato a deputado federal (PCdoB) Wenceslau Júnior. Segundo ele, mais da metade da população brasileira vive em situação de insegurança alimentar. “Ao invés, de buscar soluções para ofertar alimentos e combater à fome no país, o atual governo federal mente para povo dizendo que, privatizar as empresas públicas irá resolver os problemas da carestia do Brasil, mas não vai. A disparada da inflação é resultado da sua má gestão”, afirmou.

Ele exemplificou que, o gás de cozinha vem sofrendo reajustes constantes. “Essa semana o gás de cozinha na Bahia passou pelo quarto reajuste este ano. Além do desemprego crescente a maioria do povo sofre com a volta da inflação. Os alimentos, o gás de cozinha, enfim, está uma carestia danada. O poder de compra foi reduzido a pó”, lamentou o pré-candidato a deputado federal.

Para Wenceslau Júnior, uma das medidas para conter a carestia no Brasil e na Bahia são as revogações da reforma trabalhista e da Lei do Teto de Gastos. “A sociedade brasileira está sendo massacrada pelo autoritário governo federal. Esse ‘desgovernante’ não permite a participação da sociedade civil nas decisões importantes do país, por isso tanta inflação, desemprego e miséria. Sem a revogação da famigerada reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95 (Lei do teto de Gastos) fica impossível avançar em políticas de inclusão social e combate a fome e a pobreza”, explicou.

De acordo com ele, o aumento do desemprego, a estagnação econômica, combinado com a inflação fez com que o país retornasse ao mapa da fome. “São 33 milhões de brasileiro em insegurança alimentar. Vamos juntos com Lula mudar essa história aderindo ao movimento ‘Abaixo a carestia que a panela está vazia’, que deu origem ao manifesto contra a alta de preços. A esperança vive!”, declarou Wenceslau Júnior, acrescentando que, um novo projeto nacional de desenvolvimento com distribuição de renda, energias renováveis e gás natural são fundamentais para o desenvolvimento econômico do país.

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