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ALBA recebe representação para apurar possível quebra de decoro parlamentar envolvendo Diego Castro

Assembleia informou que episódio ocorrido na Ufba não representa o posicionamento institucional da Casa; caso poderá seguir para análise do Conselho de Ética.

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) informou, nesta quinta-feira (20), que foi formalizada uma representação para apurar uma possível quebra de decoro parlamentar envolvendo o deputado estadual Diego Castro (PL). O procedimento está relacionado a um episódio ocorrido no campus da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Em nota oficial, a Assembleia afirmou que a conduta em questão “não representa o posicionamento institucional” do Legislativo baiano. A nota divulgada pela ALBA não detalha as circunstâncias do episódio.

Segundo a Assembleia, a representação será submetida inicialmente à Mesa Diretora e seguirá os procedimentos previstos no Regimento Interno. Depois de cumpridas as etapas regimentais, o caso deverá ser encaminhado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, responsável pela análise da matéria. A Casa destacou que serão assegurados o devido processo e o direito à ampla defesa do deputado.

Na nota, a ALBA afirmou ainda que mantém o compromisso com “o respeito às instituições, às normas regimentais e às prerrogativas constitucionais do Parlamento”. O comunicado não informa prazo para a apreciação da representação pela Mesa Diretora nem para uma eventual análise pelo Conselho de Ética.

NOTA OFICIAL 
 
A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), em relação ao fato ocorrido nesta quinta-feira (20), no campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA), envolvendo o deputado Diego Castro (PL), esclarece que a conduta em questão não representa o posicionamento institucional desta Casa Legislativa.
 
A ALBA informa ainda que foi formalizada representação solicitando a apuração de possível quebra de decoro parlamentar. O procedimento seguirá os trâmites previstos no Regimento Interno da Assembleia Legislativa.
 
A representação será submetida à apreciação da Mesa Diretora e, cumpridas as etapas regimentais, seguirá para o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, a quem caberá a análise da matéria, assegurados o devido processo e o direito à ampla defesa.
 
A Assembleia Legislativa reafirma seu compromisso com o respeito às instituições, às normas regimentais e às prerrogativas constitucionais do Parlamento.
 

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