Salvador

Networking, inovação e sustentabilidade: Index 2026 reúne líderes nacionais para debater o futuro da indústria

Salvador se prepara para se tornar o centro das discussões sobre o futuro da indústria brasileira. Entre os dias 6 e 8 de maio, o Index, maior evento do setor no Nordeste, chega ao Centro de Convenções da capital baiana reunindo lideranças empresariais, especialistas e grandes players do setor produtivo em torno de temas atuais e que moldarão o futuro da economia. Na pauta: inteligência artificial, transformação digital, ESG, transição energética, carreiras e desenvolvimento produtivo, entre outros.

Mais que uma feira, o Index se consolida como uma plataforma estratégica de conexões e decisões. A expectativa é reunir 40 mil visitantes, entre executivos, investidores, gestores públicos, profissionais e a sociedade, em uma programação que combina conteúdo de alto nível, networking qualificado e geração de negócios, para discutir competitividade, inovação e sustentabilidade em um cenário cada vez mais desafiador. Espera-se que, neste ano, o evento movimente R$ 200 milhões, 50% a mais que no ano passado.

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor industrial brasileiro representa cerca de 24% do PIB nacional. Já na Bahia, estado líder no Nordeste, a indústria tem um papel ainda mais estratégico, sobretudo nos segmentos petroquímico, automotivo, de mineração e de energias renováveis que, somados a outros, respondem por cerca de 23% do PIB estadual.

Programação em foco

Segundo dados da McKinsey, a Inteligência Artificial deve adicionar US$ 13 trilhões na economia mundial até 2030. Logo, o Index torna-se o momento propício para que especialistas e executivos discutam impactos como a automação de processos, análise de dados e tomada de decisões estratégicas, a partir desta e de outras tecnologias, para a indústria brasileira.

Outro eixo de destaque é a agenda ESG e a transição energética, até pouco tempo consideradas tendência, mas já uma realidade do mercado. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), os investimentos globais em energia limpa devem ultrapassar, até 2030, a marca de US$ 2 trilhões por ano. Logo, o estado que se destaca como polo produtor de energia eólica e solar do país ganha protagonismo nesse debate.

Com a proposta de conectar diferentes atores do ecossistema produtivo, o Index 2026 aposta na força do networking como diferencial competitivo e promete reunir em um mesmo espaço, por três dias, grandes e pequenas indústrias baianas, da capital e do interior, startups e instituições, além de representantes de 25 países da União Europeia, criando um ambiente propício a parcerias, investimentos e fortalecimento do setor industrial baiano.

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