Professores compartilham projetos e experiências científicas no (Con)Ciências

Com cerca de 400 educadores das redes estadual e municipais reunidos em Salvador, o Congresso de Educação Científica da Bahia – (Con)Ciências segue, nesta terça-feira (26), promovendo debates e trocas de experiências sobre a produção científica desenvolvida nas escolas públicas baianas. No segundo dia da programação, as sessões científicas ganharam destaque ao reunir professores da rede em apresentações de projetos criados a partir das próprias vivências em sala de aula.
Distribuídas em diferentes salas temáticas, as sessões científicas foram organizadas a partir dos eixos Linguagens, Comunicação e Expressão; Cultura Digital, Inovação e Pensamento Computacional; Clubes de Ciências e Iniciação Científica na Educação Básica; Educação Ambiental e Mudanças Climáticas; Pensamento Crítico e Direitos Humanos; e Identidade, Território e Patrimônio. Os espaços promoveram debates sobre práticas pedagógicas, sustentabilidade, tecnologia, protagonismo estudantil e metodologias investigativas aplicadas no cotidiano escolar.
Segundo o professor formador da Diretoria de Inovação e Tecnologia do Instituto Anísio Teixeira (IAT), Bruno Oliveira Cova, que ministrou uma das seções científicas, a proposta do congresso é reconhecer a escola como espaço de produção científica. “As sessões científicas criam espaços de troca entre os professores a partir das experiências apresentadas em cada sala. Os eixos temáticos dialogam com todas as áreas do conhecimento e fortalecem a proposta do congresso de valorizar o trabalho docente dentro da prática pedagógica”, destacou.
Um dos destaques foi o projeto “Speed Challenge: o desafio da velocidade sustentável”, desenvolvido pela professora de Física, Leila Maria Salomão de Souza, do Centro Territorial de Educação Profissional do Recôncavo Jonival Lucas, em Sapeaçu. A iniciativa propôs a construção de carrinhos sustentáveis produzidos com materiais recicláveis e de baixo custo para ensinar conceitos “Trazer fórmulas no quadro e listas de exercícios não engaja os estudantes. A ideia do projeto foi transformar o conteúdo em algo prático e conectado à realidade deles. Participar do congresso também tem permitido trocar experiências e integrar novas ideias ao trabalho”, afirmou a professora.
Outro destaque foi o projeto “Protetor solar sustentável a partir da casca do maracujá”, apresentado pela professora de Química, Valéria Maria Oliveira da Silva, do Colégio Estadual de Tempo Integral Alberto da Costa Brito, em Ituaçu. Desenvolvido em conjunto com três estudantes, o trabalho utiliza resíduos da casca do maracujá para a produção de um protetor solar sustentável, atualmente em processo de patenteamento. “Quis trazer para o congresso uma inovação de uma escola pública do interior e mostrar que Ituaçu também pode gerar ciência”, ressaltou a professora.
O (Con)Ciências segue até esta quarta-feira (28), reunindo professores, pesquisadores e gestores em palestras, rodas de conversa e atividades formativas voltadas ao fortalecimento da educação científica na rede pública baiana.
Elisabeth Guerra – Ascom SEC
Distribuídas em diferentes salas temáticas, as sessões científicas foram organizadas a partir dos eixos Linguagens, Comunicação e Expressão; Cultura Digital, Inovação e Pensamento Computacional; Clubes de Ciências e Iniciação Científica na Educação Básica; Educação Ambiental e Mudanças Climáticas; Pensamento Crítico e Direitos Humanos; e Identidade, Território e Patrimônio. Os espaços promoveram debates sobre práticas pedagógicas, sustentabilidade, tecnologia, protagonismo estudantil e metodologias investigativas aplicadas no cotidiano escolar.
Segundo o professor formador da Diretoria de Inovação e Tecnologia do Instituto Anísio Teixeira (IAT), Bruno Oliveira Cova, que ministrou uma das seções científicas, a proposta do congresso é reconhecer a escola como espaço de produção científica. “As sessões científicas criam espaços de troca entre os professores a partir das experiências apresentadas em cada sala. Os eixos temáticos dialogam com todas as áreas do conhecimento e fortalecem a proposta do congresso de valorizar o trabalho docente dentro da prática pedagógica”, destacou.
Um dos destaques foi o projeto “Speed Challenge: o desafio da velocidade sustentável”, desenvolvido pela professora de Física, Leila Maria Salomão de Souza, do Centro Territorial de Educação Profissional do Recôncavo Jonival Lucas, em Sapeaçu. A iniciativa propôs a construção de carrinhos sustentáveis produzidos com materiais recicláveis e de baixo custo para ensinar conceitos “Trazer fórmulas no quadro e listas de exercícios não engaja os estudantes. A ideia do projeto foi transformar o conteúdo em algo prático e conectado à realidade deles. Participar do congresso também tem permitido trocar experiências e integrar novas ideias ao trabalho”, afirmou a professora.
Outro destaque foi o projeto “Protetor solar sustentável a partir da casca do maracujá”, apresentado pela professora de Química, Valéria Maria Oliveira da Silva, do Colégio Estadual de Tempo Integral Alberto da Costa Brito, em Ituaçu. Desenvolvido em conjunto com três estudantes, o trabalho utiliza resíduos da casca do maracujá para a produção de um protetor solar sustentável, atualmente em processo de patenteamento. “Quis trazer para o congresso uma inovação de uma escola pública do interior e mostrar que Ituaçu também pode gerar ciência”, ressaltou a professora.
O (Con)Ciências segue até esta quarta-feira (28), reunindo professores, pesquisadores e gestores em palestras, rodas de conversa e atividades formativas voltadas ao fortalecimento da educação científica na rede pública baiana.
Elisabeth Guerra – Ascom SEC
Foto Douglas Amaral
