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A FALTA DE LIDERANÇAS NO BRASIL É UMA REALIDADE!

Lendo a matéria do jornalista Levi Vasconcelos, publicada no jornal A Tarde, na edição de 21 de agosto de 2026, com o título “Lula, o velho que tenta sobreviver entre novos que não colam”, e o subtítulo “Lula, com quase 81 anos, a caminho de novo mandato”, confesso que senti tristeza como cidadão.

Venho, há muitos anos, alertando a sociedade para a falta de novas lideranças no Brasil e para a necessidade de recuperarmos valores, referências e princípios capazes de preparar as futuras gerações para assumir os destinos do País.

Essa preocupação não é recente. Desde a década de 1980, venho observando o enfraquecimento dos espaços de formação política e cidadã dos jovens, especialmente com a quebra de paradigmas relacionados à participação estudantil, aos grêmios e aos diretórios nas escolas.

Ao longo dos anos, manifestei essa preocupação em diversos artigos publicados pela imprensa, entre eles:

“A Falta de Lideranças” — Tribuna da Bahia, 22 de julho de 2011;

“O Brasil Carece de Valores Morais e de Lideranças” — Tribuna da Bahia, 16 de junho de 2011;

“Escassez de Líderes no Brasil” — A Tarde, 2013;

“Líderes Já Não Existem” — A Tarde, 15 de dezembro de 2013;

“Caráter Não Tem Preço” — A Tarde, 21 de agosto de 2006;

“De quem é a culpa?             À Tarde, 10 de outubro de 2008;

“Qual o Brasil que queremos? Tribuna da Bahia 06 de julho 2009, dentre outros artigos.

Essas publicações demonstram que a preocupação com a ausência de lideranças não surgiu agora. É uma questão que venho levantando há décadas.

A pergunta que precisamos fazer é: onde estão as novas lideranças preparadas para conduzir o Brasil?

Não podemos depender eternamente das mesmas figuras políticas. Um país que pretende avançar precisa formar novas gerações de líderes com educação, conhecimento, ética, caráter, responsabilidade e compromisso com o interesse coletivo.

A imprensa tem um papel fundamental nesse processo, mas a sociedade também precisa assumir sua responsabilidade.

O futuro do Brasil não pode depender apenas dos velhos líderes, mas da capacidade de formar novos líderes.

“Quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito”.

E essa formação começa na educação, na família, na escola, na consciência política e no exercício consciente da cidadania.

Que saudade faz a disciplina OSPB!

Quem não lê, mal ouve, mal vê, mal fala e ainda é manipulado

Qual juventude a sociedade está formando para o futuro?

PLATÃO: “Você tem todo direito de não gostar de política, mas sua vida terá influência e será governada por aqueles que gostam.

Portanto, o castigo dos bons que não fazem política é ser governado pelos maus que a fazem.”

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Coordenador da Assembléia Estadual Constituinte de 1989 – @aldericosena – site: aldericosena.com

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