Adeus, Rogério Ferrari, do Jornalismo com “J” maiúsculo

O Jornalismo, com “J” maiúsculo mesmo, perdeu um de seus grandes nomes na Bahia, com a partida hoje à tarde (19.08) do fotojornalista Rogério Ferrari, aos 56 anos. Quem teve a honra de trabalhar com Ferrari sabe de que se tratava de um profissional de alta qualidade e de um artista de talento raro, sempre militante e engajado, trabalhando em veículos como A Tarde e El Tiempo (México), revistas Veja, Carta Capital e Acción (Argentina), e agências de notícias Prensa Latina (Cuba) e Reuters. Suas fotografias, em diversas partes do mundo, contemplam a resistência das Mães da Praça de Maio, na Argentina; a Crise dos Balseiros, em Cuba; a intervenção das Forças Armadas, no Rio de Janeiro; as mulheres descendentes dos povos Maias, no México e Guatemala; a Rebelião Zapatista, no México; os Refugiados do Curdistão; e a ocupação israelense na Palestina. O Sindicato dos Jornalistas da Bahia lamenta muitíssimo esta grande perda, enviando um abraço solidário para os familiares, amigos, admiradores e conterrâneos de Ferrari, filho dileto da sua querida Ipiaú.

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