Adolfo Menezes condena “discurso de ódio” e cobra manifestação enfática de Bolsonaro em defesa da vida

Presidente da ALBA lamenta o assassinato de Marcelo Arruda por um bolsonarista em Foz do Iguaçu

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia — ALBA, deputado Adolfo Menezes condenou hoje (11.07) “discurso de ódio” na sociedade brasileira e cobrou do presidente Bolsonaro uma posição firme em defesa da vida e pela paz nas eleições em outubro.

“É lamentável a morte de Marcelo Arruda, assassinado por um bolsonarista quando comemorava seu aniversário de 50 anos em Foz do Iguaçu, no Paraná. E mais lamentável ainda é que o presidente Bolsonaro não tenha feito uma condenação enfática a mais este crime político — como foi o de Moa do Katendê, aqui, na Bahia, há quatro anos. O presidente da República deveria ser o fiador da paz social e o primeiro defensor da vida”, crítica o chefe do Legislativo estadual.

Menezes diz que crimes por motivos politicos representam um retrocesso civilizacional do Brasil. “Estamos regredindo aos anos 1960-1970, quando registramos os últimos crimes políticos no Brasil. Não é concebível que normalizemos a morte de um rapaz que acabava de completar 50 anos, com esposa e quatro filhos, só porque escolheu uma opção política diferente da de outra pessoa. Onde está o Brasil cristão, ‘do amor ao próximo, de Deus acima de tudo?’”, questiona o presidente da ALBA, externando o seu pesar à família de Marcelo Arruda e à direção nacional do PT, na pessoa de sua presidenta Gleise Hoffmann.

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