Salvador

Hemodinâmica do Roberto Santos alcança marca de 10 mil procedimentos realizados

Dez mil. Esse é o número de procedimentos realizados pelo setor de hemodinâmica do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) desde que passou por completa readequação, em dezembro de 2017. O serviço atingiu a marca na última sexta-feira (23), em meio à pandemia da Covid-19.

Para elevar a produtividade da hemodinâmica do HGRS, foram abertos novos turnos de trabalho e duplicada a quantidade de profissionais. Os avanços ocorreram sem impactar no orçamento do Estado, por meio de um trabalho de qualificação do gasto, educação permanente da equipe e setorização da administração.

De acordo com o diretor-geral do hospital, José Admirço Lima Filho, a readequação do setor resultou na ampliação da oferta e utilização de serviços de radiologia intervencionista na rede pública de saúde do Estado. “Me sinto muito feliz por podermos ofertar aos pacientes do Sistema Único de Saúde algo com tamanha tecnologia e resolutividade. É esse o grande desafio do SUS, a incorporação de novas tecnologias para que haja menor tempo de internamento e ampla utilização. No caso da nossa hemodinâmica, a reforma causou grande impacto no estado inteiro, já que passamos a dar conta não só dos pacientes internados na instituição, mas, hoje, somos capazes, também, de suprir a demanda de toda a rede de saúde”, avalia.

O incremento se deu tanto em complexidade quanto em volume de procedimentos oferecidos, conforme lembra o coordenador médico do setor, o radiologista intervencionista Gustavo Domingues. “Registramos, somente no primeiro ano de readequação, um aumento de 370% no volume de procedimentos em relação à média dos anos anteriores. Atualmente, o HGRS realiza cerca de 50 tipos de procedimentos na hemodinâmica”, afirma.

O aumento da produtividade da hemodinâmica do Hospital Roberto Santos é resultado ainda da modernização do setor, abertura de oito leitos de recuperação pós-anestésica e aquisição do segundo angiógrafo. O novo equipamento possibilitou maior detalhamento nos exames vasculares e, em especial, na neurorradiologia, uma vez que passaram a ser disponibilizadas reconstruções em três dimensões.

Foto: HGRS

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